Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • Peça "...Incomoda, incomoda, incomoda..." - FCS
    Peça "...Incomoda, incomoda, incomoda..." - FCS
    Peça "...Incomoda, incomoda, incomoda..." - FCS

    Em celebração aos seus 30 anos de carreira, Rita Clemente inaugura a reabertura do Palácio das Artes – que contabiliza, também em 2021, 50 anos de existência – assinando a direção e a dramaturgia do espetáculo “…Incomoda, Incomoda, Incomoda…”, montagem de formatura dos alunos do Curso Técnico de Teatro do Centro de Formação Artística e Tecnológica (Cefart).

    A peça tem pré-estreia exclusiva para convidados no dia 6 de julho de 2021, e temporada aberta ao público entre os dias 7 e 11 de julho, com sessões às 20h30 (terça a sábado), e às 19h (domingo), no Grande Teatro Cemig Palácio das Artes. Além do evento presencial, que marca a reabertura dos espaços culturais da Fundação Clóvis Salgado, a peça será transmitida ao vivo pelo canal da FCS no YouTube.

    A apresentação é gratuita e a participação limitada em 100 espectadores por sessão, que devem retirar os ingressos na bilheteria do Palácio das Artes duas horas antes do início da peça. “…Incomoda, Incomoda, Incomoda…” tem classificação indicativa de 16 anos, e aborda a relação dos humanos com os outros animais através de uma história fantástica, entre o humor e a crueldade.

    Sobre a pesquisa:

    “…Incomoda, Incomoda, Incomoda…”, primeira peça da pesquisa de dramaturgia de cena “Espirais Invisíveis de Vibração e Caos”, trata das relações entre animais humanos e não-humanos, em escritas espiraladas, onde cenas se desenvolvem desmembradas no tempo e no espaço, até que, ao reincidirem, se completam, como em uma espiral que nos faz viver de novo circunstâncias, de forma nova ou, às vezes, como em um déjà vu.

    O processo de escrita da montagem está ligado, também, ao desenvolvimento de cenas do Grupo de Estudos da Clementtina: Plataforma de Criação, com proposições que antecedem o contexto do espetáculo. As cenas serão lançadas, em breve, em nossas redes sociais.
     

  • Peça infantil: “A Bruxinha que Era Boa”
    Peça infantil: “A Bruxinha que Era Boa”
    Peça infantil: “A Bruxinha que Era Boa”

    O Teatro Marília recebe, nos dias 21, 28 e 29 de setembro, sábados e domingo, às 16h, a peça infantil “A Bruxinha que Era Boa”, da Copa Produções Artísticas. O espetáculo conta a história de Ângela, uma bruxinha que enfrenta o desafio de ser muito diferente das outras bruxas que frequentam a Escola de Maldades da Floresta. 

     A peça foi escrita em 1958 pela dramaturga brasileira Maria Clara Machado e chega aos palcos mineiros em versão divertida e colorida com paródias de musicais famosos como “Mary Poppins”, “Mudança de Hábito”, "O Fantasma da Ópera", “A Pequena Sereia”, “Aladdin”, entre outros. Na narrativa, a Escola de Maldades da Floresta prepara meninas para serem as piores bruxas. Caolha, Fredegunda, Fedorosa e Fedelha, juntamente com Ângela, a protagonista, serão avaliadas pelo bruxo mais malvado da floresta, que escolherá a pior bruxinha de todas e a premiará com a tão sonhada vassoura a jato.

    Porém, nem mesmo os conselhos e ensinamentos da Bruxa-Chefe ajudam a bruxinha Ângela a ser uma excelente aluna, e como castigo ela é presa na Torre de Piche. É nessa hora que ela conhece Pedrinho, um jovem lenhador que não se assusta com Ângela e a ajuda a fugir do castigo e ganhar o prêmio. A peça passa uma mensagem positiva importante a partir do princípio de não julgar uma pessoa sem realmente conhecê-la. O personagem Pedrinho vê o interior de Ângela e descobre que a bruxinha à sua frente não é nada malvada. É quando ele a nomeia de “a bruxinha que era boa”.

  • Peça Infantil “Contos de Pássaros e Outros Seres”
    Peça Infantil “Contos de Pássaros e Outros Seres”
    Peça Infantil “Contos de Pássaros e Outros Seres”

    Com o Instituto Cultural Abrapalavra Para muitos povos, os pássaros são seres sagrados, afinal, são eles que unem a terra e o céu. Lá longe, dizem, o próprio Sol é um pássaro. Uma apresentação lítero-musical feita de asas e cantos, com Aline Cântia e Chicó do Céu. São narrativas, poemas e canções de diferentes lugares do Brasil e do mundo. Este evento integra o projeto Eu, Criança, no Museu!, do Memorial Minas Gerais Vale.