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  • Peça: “Cuidar para não queimar”
    Peça: “Cuidar para não queimar”
    Peça: “Cuidar para não queimar”

    O Complexo Cultural Funarte MG recebe, no dia 19 de outubro, sábado, às 20h, a peça “Cuidar Para Não Queimar”, do Grupo Maquinária. 

    Os ingressos estão disponíveis no sympla ou uma hora antes da apresentação, na bilheteria do teatro.

    Fruto de uma pesquisa autobiográfica da atriz Jéssica Garcêz, o espetáculo trata de questões relacionadas ao abuso no trabalho, nas relações interpessoais e de como isso pode afetar a saúde mental de mulheres periféricas. 

    Após o espetáculo, haverá um bate-papo sobre saúde mental com o psicólogo Luiz Itaborahy. 

    O espetáculo contará com tradução em Libras. 

    Este projeto foi contemplado no Edital Funarte Aberta.

  • Peça: "Death Lay" | Minas Tênis Clube
    Peça: "Death Lay" | Minas Tênis Clube
    Peça: "Death lay" – Centro Cultural Unimed/BH Minas

    O Teatro do Centro Cultural Unimed-BH Minas apresenta o espetáculo “Death lay – na vida tem jeito pra tudo, com Anna Campos”, nos dias 22 e 23/7, sexta e sábado, às 20h.

    A montagem é o mais recente trabalho do Grupo Oriundo de Teatro e conta a história de real de duas mulheres: mãe e filha, unidas e separadas pelo estado vegetativo de uma delas e que nos sonhos e delírios voltam a se comunicar. Duas mulheres em suspensão entre a consciência e a inconsciência, entre a realidade e a ficção. 

    Há 10 anos, Valéria Vieira, mãe da atriz Anna Campos, foi atropelada, aos 65 anos, quando ia para sua festa de aniversário e, desde então, se encontra em estado vegetativo permanente, sendo alimentada por uma sonda gastrointestinal.

    “Para os médicos é um corpo vivo, que tem dor, mas que não tem consciência, ou se tem, que não se sabe em qual nível de consciência está”, explica Anna Campos.

    A atriz afirma que o tema do espetáculo é necessário. “O direito de morrer é um assunto que tem que entrar em pauta. Todos nós vamos morrer e a gente não sabe como vai ser esse processo. Aqui abrimos uma brecha para se discutir o direito de morrer com dignidade.

    Isso faz da peça algo universal, que pode tocar o público. Minha mãe não pode fazer essa escolha, mas mesmo consciente, em algum tipo de doença irreversível, ela não poderia, já que a legislação brasileira não permite”, lamenta.

    Em cena, a atriz e filha da vítima, reflete a partir de relato autobiográfico, sobre o direito de viver e de morrer com dignidade no Brasil.

    Em “Death Lay, na vida tem jeito pra tudo”, Anna Campos divide a cena com uma boneca, criada pelo artista plástico Dudu Félix da Cia Pigmaleão, e que traz, em tamanho real, as feições da mãe da atriz, e com um mastro de pole dance.

    Na trama, enquanto Anna busca um ‘death lay’ perfeito, sua mãe é uma presença ausente. Mãe e filha unidas e separadas pelo estado vegetativo de uma delas.

    Para ajudar na dramaturgia, o espetáculo lança mão, ainda, de “documentos-memórias” como áudios, fotos, vídeos e objetos pessoais, além de recursos do metateatro, que fundem tempos e espaços.

    “Tudo foi feito com muito cuidado. A situação envolve pontos que a sociedade brasileira parece não querer discutir”, explica o diretor Antonio Hildebrando. Ele conta que para chegar à cena, foram muitas conversas, pesquisas sobre o tema, seleção de imagens, documentos e objetos pessoais de Anna e de sua mãe.

    “Death Lay significa morte no leito e é um movimento do pole dance, de alta complexidade. Você se mantém presa no topo do mastro, somente pela força da coxa. É perigoso e arriscado, exige muita força para manter o tronco ereto e não cair”, explica a atriz que há 11 anos pratica o esporte.

  •  Crédito: Camila Magalhães
    Crédito: Camila Magalhães
    Peça de dança ZuZus

    Em celebração ao Mês da Mulher, no dia 24 de março tem espetáculo inspirado na vida e no legado da estilista brasileira Zuzu Angel no Terça da Dança! 💜

    A peça de dança ZuZus traz ao palco o enfrentamento do autoritarismo e da violência que marcaram a ditadura civil-militar no Brasil, nos anos 1970, e evidencia como, em diferentes contextos, mulheres se dedicam a superar duros desafios para construir realidades mais amorosas e justas.

    O espetáculo é apresentado pelo ajuntamento Mulheres em Dança, composto pelas bailarinas Marcia Neves, Marise Dinis, Flavi Lopes e Gabriela Christófaro, sob a orientação dramatúrgica da diretora e atriz Rita Clemente.

    Contamos com a sua presença! 🤗

    Terça da Dança
    ZuZus
    Com Mulheres em Dança
    24/3 | 19h
    Teatro Marília
    Av. Prof. Alfredo Balena, 586 - Santa Efigênia
    Classificação: 10 anos
    Retirada antecipada de 50% dos ingressos no sympla.com.br e 50% disponíveis na bilheteria do teatro, duas horas antes do início da apresentação.