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  • Pocket Show: Roda de versos das mulheres do Jequitinhonha
    Pocket Show: Roda de versos das mulheres do Jequitinhonha
    Pocket Show: Roda de versos das mulheres do Jequitinhonha

    Os pocket shows, gravados pelos próprios artistas, estreiam toda quarta, às 19h no youtube.com/culturaufmg e ficam disponível no canal.

    29/7 - @rodadeversos das mulheres do Jequitinhonha Mulheres de sete comunidades do Vale do #Jequitinhonha “jogam versos” de poemas, mesclando autoria e domínio público.

  • Pocket Show : "Sobrevivência dos vagalumes" - com Sara Não Tem Nome e Pedro Veneroso
    Pocket Show : "Sobrevivência dos vagalumes" - com Sara Não Tem Nome e Pedro Veneroso
    Pocket Show : "Sobrevivência dos vagalumes" - com Sara Não Tem Nome e Pedro Veneroso

    Sobrevivência dos vagalumes é o nome do show que Sara Não Tem Nome e Pedro Veneroso estreiam na próxima quarta, dia 15, às 19h, no www.youtube.com/culturaufmg. A ação faz parte do Circuito Cultural UFMG #em casa, projeto da Diretoria de Ação Cultural da UFMG que tem lançado, semanalmente, apresentações virtuais com artistas que vem se destacando na cena belo-horizontina.

    Pedro e Sara moram juntos e prepararam um show inédito de luz e som, que conflui seus trabalhos em diversas áreas das Artes. Pedro usa circuitos eletrônicos para animar lâmpadas e criar a cenografia do show, enquanto Sara apresenta um repertório variado de suas composições. O show propõe uma imersão em uma realidade fantástica ressignificando temas e objetos cotidianos.

    Sara, que também é artista visual, começou a trilhar a carreira musical em 2014. Seu primeiro álbum, Ômega III, foi bem recebido pela crítica, chegando a ganhar o Prêmio Dinamite de melhor álbum de música Pop em 2016. Considera pela imprensa uma das melhores cantoras do pop alternativo, circulou por diversos festivais de música, como a Virada Cultural de São Paulo e de Belo Horizonte, em 2017 e 2018. Em 2019, fez sua primeira turnê internacional, com shows em Portugal e na Finlândia, e foi premiada no Festival da Canção de Ouro Preto.

    Pedro é doutorando em Artes, mestre com distinção em Estudos Literários e bacharel em Artes Visuais, pela Universidade Federal de Minas Gerais. Ele investiga as interseções entre a arte, ciência e tecnologia a partir de perspectivas práticas e teóricas. Atualmente, pesquisa as aplicações dos sistemas complexos e da teoria das redes nas experiências humanas do espaço-tempo em ambientes virtuais e concretos. Participou de exposições nacionais e internacionais em instituições como o Museu de Arte Moderna do Rio, o Museu da Imagem e do Som e o Red Bull Station em São Paulo, o Museu de Arte da Pampulha e o Palácio das Artes, o Jingxi Province Museum na China, entre outros.

  • Pocket show virtual de Bárbara Barcellos
    Pocket show virtual de Bárbara Barcellos
    Pocket show virtual de Bárbara Barcellos

    Os novos calouros dos cursos de graduação da UFMG serão recebidos com uma programação virtual especial, que inclui show da cantora e compositora Bárbara Barcellos.

    A apresentação do Circuito Cultural UFMG será lançada na quarta-feira (2), às 19h, pelo youtube.com/culturaufmg, e ficará disponível no canal, para quem perder a estreia. Bárbara Barcellos é aluna do curso de Ciências Biológicas da UFMG e trabalha profissionalmente com música desde os quatorze anos.

    Em 2016 gravou seu primeiro CD, UBUNTU, composto por releituras da música popular brasileira e duas músicas autorais. Recentemente participou da turnê Semente da Terra, de Milton Nascimento.

    No pocket show, ela relembra clássicos do Clube Da Esquina, Guilherme Arantes e Milton, em formato intimista de voz e violão.

    A apresentação marca o encerramento da temporada 2020 do Circuito Cultural UFMG, que exibiu mais de 35 artistas, entre espetáculos musicais, teatro e performances em formato digital.

    Todas as apresentações estão disponíveis no YouTube.

    O objetivo do projeto realizado pela Diretoria de Ação Cultural da UFMG é potencializar a integração das ações artístico-culturais da universidade.

    Em função da pandemia, a programação gratuita, diversificada e de qualidade migrou para o ambiente digital, promovendo o intercâmbio das expressões culturais locais e regionais com a comunidade artística e acadêmica.