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  • Praça
    Praça
    Praça Raul Soares

    O projeto do arquiteto Éric de Paula foi inspirado nos jardins europeus. A Praça Raul Soares tem uma característica que a torna única na cidade: seu piso em mosaico português com motivo marajoara, povo indígena considerado extinto, mas que segue vivo em seus descendentes. No centro da praça está a fonte, cujo contorno nos remete à imagem da Chakana, a cruz Inca, povo originário do Peru, país onde é a foz do rio Amazonas. 

    Ela possui doze pontos, cada um dos quais divididos em terços que representam três mundos: o mundo inferior, que é o mundo dos mortos; o mundo que vivemos, que é o mundo dos vivos; e o mundo superior, que é o mundo dos espíritos. Ao ler os signos deste novo território, compreendemos ainda mais o que guiou a curadoria desta edição. Esta mesma praça que guarda a cultura dos povos originários do rio Amazonas é considerada o centro geográfico, o marco zero de BH, e por ela cruzam avenidas que conectam as regiões oeste e leste, central e sul da cidade. 

    Mas, para além das travessias, a Praça Raul Soares é, sobretudo, um lugar de encontros de pessoas e de histórias, é lugar de toda a gente. Muito iluminada, a praça oferece segurança a todos os visitantes e também acessibilidade às pessoas com dificuldade de locomoção.

  • Vista aérea diretamente de cima, mostrando o desenho simétrico da Praça Raul Soares. Os caminhos claros formam padrões geométricos que se cruzam. No centro, a fonte redonda tem água de cor verde. Os espaços são preenchidos por grama, arbustos esféricos e algumas árvores. Pessoas caminham no local.
    Vista aérea diretamente de cima, mostrando o desenho simétrico da Praça Raul Soares. Os caminhos claros formam padrões geométricos que se cruzam. No centro, a fonte redonda tem água de cor verde. Os espaços são preenchidos por grama, arbustos esféricos e algumas árvores. Pessoas caminham no local.
    Praça Raul Soares

    A Praça Raul Soares, projetada pelo arquiteto Érico de Paula e inaugurada em 1936, tem traçado circular com simetria axial, organizada a partir da confluência das avenidas Amazonas, Olegário Maciel, Bias Fortes e Augusto de Lima. As calçadas em pedra portuguesa formam desenhos geométricos inspirados na cultura marajoara e no estilo art déco. No centro, uma fonte luminosa é rodeada por canteiros de topiaria.


    O entorno apresenta uma paisagem urbana compacta, com edifícios de diferentes períodos, incluindo construções modernistas, prédios residenciais e comerciais de médio porte, galerias e lojas populares. Nas imediações, estão o Condomínio JK, projetado por Oscar Niemeyer, e edifícios com murais do Circuito Urbano de Arte (CURA).


    Outra características:

    • Integra o Conjunto Urbano da Raul Soares.
    • Tombada pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais desde 1988. 
       
  • Vista a partir da base de uma longa escadaria de granito que leva à praça. O grande monumento de concreto em formato de portal está centralizado no topo da escada, enquadrado por dois altos edifícios nas laterais. O céu está limpo e com uma tonalidade de azul claro e uniforme.
    Vista a partir da base de uma longa escadaria de granito que leva à praça. O grande monumento de concreto em formato de portal está centralizado no topo da escada, enquadrado por dois altos edifícios nas laterais. O céu está limpo e com uma tonalidade de azul claro e uniforme.
    Praça Rio Branco

    A Praça Rio Branco, construída na década de 1920 sob a supervisão de Aarão Reis, está localizada no Centro de Belo Horizonte, no início da Avenida Afonso Pena. Em 1971, passou a abrigar o Terminal Rodoviário Governador Israel Pinheiro, projetado por Éolo Maia, com arquitetura modernista em concreto e vidro. A praça possui áreas pavimentadas, arborização esparsa e mobiliário funcional. No centro está a escultura "Liberdade em Equilíbrio", de Mary Vieira, com 21 metros de altura, integrada ao piso e ao mobiliário urbano. O entorno é composto por edifícios comerciais e residenciais de diferentes períodos, vias de grande circulação e infraestrutura de transporte público.


    Outra características:

    • Integra o Conjunto Urbano Avenida Afonso Pena e Adjacências.
    • Tombada como patrimônio cultural de Belo Horizonte pela Fundação Municipal de Cultura desde 1994