Noturno Museus - 2022 - Museus

Content Builder
  • Projeto CineCentro | CineClássico Quarentena - Mês Novembro
    Projeto CineCentro | CineClássico Quarentena - Mês Novembro
    Projeto CineCentro | CineClássico Quarentena - Mês Novembro

    O CineCentro de novembro indica filmes de atrizes consideradas as mais belas e talentosas da história do cinema clássico, conhecidas como “Deusas do Cinema”.

    A seleção apresenta alguns dos modelos de representação do feminino sob a perspectiva do star system hollywoodiano, que durante décadas modelou visões da mulher, reforçando a hierarquia sexual e criando grandes lendas imortalizadas por essas atrizes.

    O cinema de Hollywood entre 1930 e 1960 foi um período de idealização do glamour, da valorização da beleza e juventude, do “sexy symbol”, da “femme fatale” e da “objetificação” da mulher. Alguns elementos contribuíram para a construção mítica das grandes estrelas, tais como a fotografia, o figurino, a maquiagem, o cabelo, a personalidade, gesto e close, criando uma forte identificação com o espectador.

    O estilo de vida luxuoso e os altos salários das atrizes escondiam a manipulação de suas vidas pessoais e carreiras pelos estúdios (Paramount, Twentieth Century-Fox, Metro-Goldwyn- Mayer, RKO Radio Pictures, Warner Bros, Universal, Columbia e a United Artists), que muitas vezes impunham que interpretassem um tipo específico de personagem.

    A atriz Marilyn Monroe, por exemplo, em virtude de sua sensualidade e sex-appeal, sempre interpretava a mocinha bonita e burra, mas capaz de conquistar um homem milionário. Em muitas películas essas atrizes figuravam como protagonistas, seus papéis eram pouco explorados, sendo o maior enfoque dado aos aspectos físicos e moralizantes. Essas personagens desempenhavam uma função complementar aos personagens masculinos, que na trama eram seus salvadores. Por outro lado, quando atuavam como mulheres fatais, eram castigadas por quebrarem as leis e as regras morais.

    Algumas atrizes, como Marlene Dietrich, tinham certa autonomia em sua vida pessoal, mas para entrar no mercado americano teve que alterar a cor dos cabelos e arquear as sobrancelhas, além de fazer uma rigorosa dieta. Foi uma mulher considerada além de seu tempo, sendo a primeira mulher a usar calças masculinas publicamente nos anos 20 e se negou a estrelar filmes pró-nazismo.

    Apesar desse posicionamento, suas personagens abusavam de elementos de fetichização da sua beleza, que eram uma exigência da atriz, que intervia até mesmo na iluminação de seus closes para garantir os melhores ângulos. Com a crise do star system a imagem sedutora e mítica das Deusas do Cinema entrou em declínio. Ficou evidente que por trás da fama, beleza e vidas perfeitas e felizes das estrelas havia muito sofrimento e solidão.

    Os tormentos de Elizabeth Taylor, o casamento infeliz e a infidelidade de Ingrid Bergman e o suicídio de Marilyn Monroe fizeram ruir o mito da felicidade criado por esse sistema. A imagem mitificada dessas estrelas foi gradativamente sendo incorporadas e substituídas por uma nova categoria mais ampla, denominadas de “Divas”, que inclui personalidades diversas do mercado do entretenimento. As divas são personas reais e menos idealizadas, tais como Madonna e Kim Kardashian.

    Os padrões estabelecidos na Era de Ouro de Hollywood foram responsáveis por reforçar comportamentos e estereótipos femininos, que com o passar do tempo não mais representavam as mulheres e foram duramente criticados. As mulheres reais não se sentiam representadas na grande tela. Esse cenário começou a mudar a partir da crítica social feminista em 1970, que questionou o feminino nas narrativas fílmicas e também a desigualdade na representatividade da mulher em todas as esferas da produção da indústria cinematográfica.

    Além disso, a popularização da televisão diversificou a oferta de conteúdos e competiu diretamente com os estúdios, gerando uma crise nos modelos de representação do star system. Dessa forma, a programação do CineClássico Quarentena apresenta atrizes que adquiriram o status de “Deusas do Cinema” e foram vitais no desenvolvimento da história cinematográfica, muitas delas em interpretações premiadas. É inegável que essas atrizes ainda influenciam padrões de beleza e moda, divulgados ainda hoje pela TV, mídia em geral e redes sociais.

    A seleção segue a classificação da American Film Institute (AFI), que contempla atrizes da época de ouro do cinema, como Katherine Hepburn, Bette Davis, Audrey Hepburn, Ingrid Bergman, Greta Garbo, Marilyn Monroe, Marlene Dietrich, Ava Gardner e Rita Hayworth.

    Os filmes podem ser encontrados na íntegra pelos links fornecidos abaixo:

    Katherine Hepburn (1907 - 2003)

    03.11 - Levada da breca – (Bringing up baby (título original), Comédia, Drama, 1938, EUA, Direção: Hamilton MacFadden, P&B, 66’, 12 anos).

    David Huxley (Cary Grant) está esperando uma encomenda com um osso que ele precisa para o museu de história onde trabalha. Devido a uma série de circunstâncias ele acaba conhecendo Susan (Katharine Hepburn), uma moça rica e atrapalhada que traz à vida de David inúmeras confusões, entre elas um leopardo do Brasil chamado "Baby".

     Bette Davis (1908 - 1989) 

    05.11 - Escravos do desejo - (Of human bondage (título original), Drama, Romance, 1934, EUA, Direção: John Cromwell, P&B, 83´, 14 anos). Philip Carey (Leslie Howard) é um homem com uma deficiência física que abandona suas ambições artísticas para estudar medicina. Philip se apaixona por Mildred Rogers (Bette Davis), uma garçonete desprovida de moral, que o rejeita em prol de um vendedor. Após retornar descasada e grávida, Philip decide acolhê-la, porém logo ela lhe dará novas amarguras.

     Audrey Hepburn (1929 - 1993)

    10.11 - Sabrina - (Sabrina (título original), Comédia, Drama, Romance, 1954, EUA, Direção: Billy Wilder, P&B, 113’, 12 anos).

    Sabrina Farchild (Audrey Hepburn) é filha do chofer da família Larrabee, cujos filhos são os opostos em pessoa. Linus (Humphrey Bogart) é totalmente voltado ao trabalho, enquanto Davis (William Holden) é um playboy por natureza. Após passar dois anos em Paris, Sabrina retorna à mansão dos Larrabee como uma nova mulher, elegante, sofisticada e madura. Ela desperta a atenção dos dois homens e, quando percebe, já está envolvida num triângulo amoroso dos mais complicados. 

    Ingrid Bergman (1915 - 1982)

    12.11 - Anastasia, a princesa esquecida - (Anastasia (título original), Biografia, Drama, Histórico 1956, EUA, Direção: Anatole Litvak, Colorido, 105’, Dublado, Livre).

    Um homem oportunista de negócios (Yul Brynner) tenta fazer de uma misteriosa impostora a duqueza Anastasia (Ingrid Bergman). A performance da jovem é tão convincente que mesmo os mais céticos acabam acreditando na história. 

    Greta Garbo (1905 - 1990)

    17.11 - A dama das camélias - (Camille (Título Original), Drama, Romance, 1936, EUA, Direção: George Cukor, P&B, 109’, 12 anos).

    A cortesã Marguerite Gautier (Greta Garbo) está perdidamente apaixonada pelo jovem nobre Armand Duval (Robert Taylor). Porém, o pai de Armand implora para que ela não se case com o filho e arruíne a posição social e carreira profissional do rapaz e ela consente em abondar o seu amor. 

    Marilyn Monroe (1926 - 1962)

    19.11 - Quanto mais quente melhor - (Some Like It Hot (Título Original), Comédia, Musical, Romance, 1959, EUA, Direção: Billy Wilder, P&B, 121’, Livre).

    Dois músicos desempregados, Joe (Tony Curtis) e Jerry (Jack Lemmon), testemunham sem querer o cruel Massacre do Dia de São Valentim. Obrigados a deixar a cidade, eles arrumam emprego em um grupo musical feminino. Disfarçado de mulheres, eles passam por confusões quando Joe se apaixona pela vocalista Sugar (Marilyn Monroe), a garota problema do grupo, enquanto um milionário se apaixona pelo disfarce de Jerry. 

    Marlene Dietrich (1901 - 1992)

    24.11 - A Vênus loira - (Blonde Venus (título original), Drama, 1932, EUA, Direção: Josef Von Sternberg P&B, 93’, 12 anos).

    Helen (Marlene Dietrich) já brilhou nos clubes noturnos, mas agora está casada com um cientista, Edward Farady (Herbert Marshall), diagnosticado com um envenenamento. Ele precisa conseguir dinheiro para encontrar a cura, que está na Europa. Para isto, volta a se apresentar nos palcos como a “Vênus loira”, tornando-se novamente um grande sucesso. 

    Ava Gardner (1922 - 1990)

    26.11 - Vênus, Deusa do amor - (One Touch of Venus (título original), Comédia, Fantasia, Musical, 1948, EUA, Direção: William A. Seiter e Gregory La Cava, P&B, 82’, 12 anos).

    O vitrinista Eddie Hatch (Robert Walker) beija uma estátua da deusa Vênus que está exposta em seu trabalho. O problema começa quando a estátua vem à vida sob a forma de uma linda mulher (Ava Gardner). Agora, Eddie está realmente em apuros: ele terá que lidar com os ciúmes de sua namorada e tentar resistir aos encantos da estonteante e apaixonada Deusa Vênus. 

    Rita Hayworth (1918 - 1987)

    01.12 - Salomé - (Salome (título original), Drama, Histórico, 1953, EUA, Direção: William Dieterle, Color, Dublado, 103’, 12 anos).

    O Rei Herodes (Charles Laughton) é o rei da Galiléia e faz do governo um antro de orgia, injustiça e corrupção. João Batista (Alan Badel) e os seguidores de Jesus lutam contra ele denunciando as atrocidades. A bela Salomé (Rita Hayworth), filha da esposa de Herodes, vive com eles. Sua mãe Herodias (Judith Anderson) pede a cabeça de João Batista, mas não é ouvida, pois Herodes teme a ação popular. Inconformada, Herodias irá usar sua filha Salomé para conseguir o que quer.

  • Projeto CineCentro | CineClássico Quarentena - Mês Outubro
    Projeto CineCentro | CineClássico Quarentena - Mês Outubro
    Projeto CineCentro | CineClássico Quarentena - Mês Outubro

    O CineCentro de outubro indica clássicos de terror em homenagem ao centenário do longa-metragem “O gabinete do Dr. Caligari”, dirigido por Robert Wiene, de 1920, considerado um dos precursores do gênero. Esse cânone cinematográfico inspirou e inspira novas gerações de filmes, seja no aspecto estético ou pela narrativa gótica.

    A evolução das películas de terror está intimamente ligada com a história do cinema, iniciando-se com as primeiras experiências de Georges Méliès, passando pelos mudos do expressionismo alemão na década de 1920, atravessando a fase hollywoodiana dos monstros da Universal, até as recentes produções fundamentadas em questões político-sociais aprofundadas, como “Corra”, de Jordan Peele e “Parasita”, de Bong Joon Ho.

    O cinema de terror criou grandes heróis e vilões que imortalizaram atores e personagens. Podemos citar alguns que se tornaram ícones no gênero, como Bela Lugosi, Boris Karloff, Christopher Lee, Peter Cushing e Vincent Price. Existem outros, é claro, mas nesta seleção indicaremos trabalhos representativos da carreira desses atores, além de filmes considerados fundamentais do gênero.

    A programação do CineClássico Quarentena engloba o período de 1930 a 1968, reunindo filmes de monstros, criaturas sobrenaturais, serial killers, casas assombradas, zumbis, vampiros e crianças possuídas. São filmes que exploram profundamente os medos e a ansiedade, mexem com o psicológico, sendo muitas vezes o implícito mais assustador que o revelado.

    Os filmes podem ser encontrados na íntegra pelos links fornecidos abaixo:

    01.10 - Frankenstein - (1931, EUA, Direção: James Whale, P&B, 70 min, 12 anos) Cientista (Colin Clive) obcecado pela origem da vida recria em seu laboratório uma criatura meio monstro, meio homem (Boris Karloff), com partes de corpos sem vida, porém ele não sabe que o cérebro pertencia a um assassino. 

    06.10 - Drácula - (1931, EUA, Diretor: Tod Browning, P&B, 74’, 12 anos) Neste grande clássico do horror, Conde Drácula, imortalizado por Bela Lugosi, levante-se do seu sombrio castelo nos Montes Cárpatos para levar o terror aos habitantes de Londres, na Inglaterra. 

    08.10 - M, o vampiro de Düsseldorf - (1931, Alemanha, Direção: Fritz Lang, P&B, 117´, 14 anos). Assassino em série de crianças na cidade alemã de Düsseldorf coloca a polícia e a população em estado de alerta máximo. 

    13.10 - Sangue de pantera - (1942, EUA, Direção: Jacques Tourneur, P&B, 73’, 12 anos). Irena Dubrovna (Simone Simon) é uma bela e misteriosa jovem que vai trabalhar em Nova York como designer de modas e se casa com Oliver Reed (Ken Smith). Ela vive obcecada pela ideia de ser vítima de uma maldição, pois descenderia de uma raça diferente de mulheres que possui o sangue de pantera e, quando entra em contato com fortes emoções, começa a colocar a vida de todos em risco. 

    15.10 - A morta viva - (1943, EUA, Direção: Jacques Tourneur, P&B, 69’, 12 anos). Uma enfermeira (Frances Dee) contratada para cuidar da esposa (James Ellison) de um grande fazendeiro (Tom Conway) que vive nas Índias Ocidentais se envolve com os dramas da família e passa a suspeitar que sua paciente possa ser uma morta viva. 

    20.10 - O vampiro da noite - (1958, Inglaterra, Direção: Terence Fisher, Color, 82’, Dublado, 14 anos). Ao investigar a misteriosa morte de Jonnathan Harker (John Van Eyssen), Dr. Van Helsing (Peter Cushing) descobre que ele foi mordido pelo Conde Drácula (Christopher Lee) e sai em busca da esposa e da família da vítima, que agora também estão na mira do vampiro. 

    22.10 - A casa dos maus espíritos - (1961, EUA, Direção: William Castle, P&B, 75‘, 12 anos). Frederick Loren (Vincent Price), um milionário excêntrico, propõe um desafio a cinco pessoas desconhecidas: passarem uma noite em uma casa mal-assombrada, sem poder sair do local até o amanhecer. O prêmio para cada uma que chegar viva será de 10 mil dólares. Se no início tudo parece uma divertida brincadeira, após a meia noite as coisas vão ficando cada vez mais aterrorizantes. 

    27.10 - Os inocentes - (1961, USA, Direção: Jack Clayton, P&B, 100’, 12 anos). Inglaterra, durante a era Vitoriana, dois irmãos, Flora (Pamela Franklin) e Miles (Martin Stephens), moram com seu tio em uma antiga casa após ficarem órfãos. Os meninos são deixados aos cuidados da senhorita Giddens (Deborah Kerr), uma governanta muito competente, que ganha total liberdade na criação dos meninos. Porém, as duas crianças começam a serem possuídas por espíritos que habitavam a casa.

    29.10 - A noite dos mortos vivos - (1968, Inglaterra, Direção: George A. Romero, P&B, 96’, 14 anos). Bem (Duane Jones) e Barbra (Judith O’dea) devem lutar para sobreviver quando os mortos levantam de seus túmulos para se alimentarem dos vivos. Eles encontram refúgio em uma fazenda, mas terão de fugir antes que sejam alcançados. 

  • Projeto Cinema da Favela
    Projeto Cinema da Favela
    Projeto Cinema da Favela

    A partir do dia 5 de agosto, 20 jovens moradores da Pedreira Prado Lopes começarão a participar do projeto Cinema da Favela, uma proposta de formação audiovisual voltada a estudantes de uma das favelas mais tradicionais de Belo Horizonte. O Cinema da Favela será realizado na Escola Municipal Belo Horizonte (Av. José Bonifácio, 189, bairro São Cristóvão, BH) com atividades formativas que seguirão de 5 de agosto a 12 de dezembro de 2025. Os alunos passarão por uma imersão prática e criativa no universo do cinema, envolvendo todas as etapas de produção de um curta-metragem autoral — da ideia à finalização. 

    O filme produzido pela turma será exibido para o público ao final, na Mostra Cinema da Favela, que será realizada na própria escola. A Mostra também apresentará outras produções realizadas por jovens cineastas e por coletivos periféricos, com sessões comentadas e bate-papo com os participantes e convidados do setor audiovisual. Entre os objetivos do Cinema da Favela estão apresentar o campo do audiovisual como uma possibilidade profissional e empreendedora, desenvolver habilidades técnicas, criativas e de trabalho em equipe e incentivar o diálogo entre escola, cultura e comunidade. 

    O projeto 

    O Cinema da Favela é realizado pela produtora Nós da Fita com recursos da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte, com patrocínio da Blip. “Mais do que ensinar a fazer cinema, o projeto busca provocar o olhar, ampliar horizontes e fortalecer a presença das juventudes periféricas nos processos criativos e nas produções audiovisuais. Acreditamos que a arte é um caminho para a autonomia, o pertencimento e a transformação das realidades vividas— e que suas histórias merecem ser contadas, escutadas e vistas”, fala Tamira Abreu, idealizadora do Cinema da Favela e diretora da produtora Nós da Fita. 

    As oficinas 

    As oficinas do Cinema da Favela serão conduzidas por profissionais atuantes no mercado audiovisual, combinando momentos expositivos com experiências práticas. A formação será dividida em núcleos temáticos que abordarão diferentes áreas do cinema: roteiro, direção, fotografia, câmera, som, arte, figurino e maquiagem, produção audiovisual, edição e finalização. Concluída a parte teórico-técnica, os alunos passarão para a parte prática da produção de um filme, assumindo a condução integral do projeto, dividindo-se nas funções principais da equipe de um curta-metragem, como a definição e visita às locações, seleção de elenco, planejamento do cronograma de filmagem, elaboração do plano de filmagem, preparação de materiais, figurinos e objetos de cena e ensaios com atores. Todo o processo será acompanhado por uma equipe de mentores formada pelos ministrantes das oficinas, que estarão disponíveis para apoiar tecnicamente os alunos, sem interferir nas decisões criativas. Essa etapa valorizará a autonomia, o trabalho coletivo e a capacidade de tomada de decisão dos participantes. Entre os oficineiros estão Felipe Cânedo na Oficina de Roteiro, André Amparo na Oficina de Direção, Mariana Rocha na Oficina de Direção de Arte, Gabriela Dominguez na Oficina de Maquiagem e Figurino, Silvia Dias na Oficina de Produção e Natacha Vassou na Oficina de Pós-Produção. Haverá também oficina de elaboração de projetos culturais com foco em audiovisual, em que os alunos aprenderão a formatar e escrever projetos que possam ser inscritos em editais, bem como aprender a captar recursos e parceiros para execução desses projetos. Essa oficina será ministrada por Tamira Abreu.