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  • Projeto Ciranda: Conservatório para a infância
    Projeto Ciranda: Conservatório para a infância
    Projeto Ciranda: Conservatório para a infância

    O Conservatório UFMG lança no dia 02 de julho, sábado às 16h, o Projeto Ciranda: Conservatório para a infância que tem por objetivo apresentar espetáculos artísticos que buscam ampliar o repertório cultural e a sensibilidade musical de crianças.

    O show de estreia é “A Casa de Bambu” do Grupo Bambulha que apresenta um repertório autoral, totalmente infantil, com músicas da cultura popular brasileira e estrangeira, além de canções de amigos.

    Ao longo do show, uma história é contada através das músicas e narrativas, com a utilização de objetos sonoros e cênicos, como lenços e fantoches. É a história de um menino que morava em uma casa de bambu.

    Esta casa era cheia de memórias afetivas, que incluíam brincadeiras e descobertas sonoras, que vão aparecendo ao longo do show.

    As músicas incluem temas como pássaros, animais da floresta que gostam de cantar e improvisar, formigas, peixes, bicho preguiça, além de um boneco que morava em um baú e uma cozinha onde tudo podia se transformar em música.

    A instrumentação variada e os objetos cênicos dão vida a um universo lúdico onde não só as crianças são convidadas a entrar, mas todo aquele que deixa aberto os olhos e ouvidos da imaginação.

    O evento é aberto ao público e como medida de prevenção da covid-19, lembramos que a UFMG mantém o uso obrigatório de máscara.

  • Projeto: Circo "A vida em Cores e Movimento"
    Projeto: Circo "A vida em Cores e Movimento"
    Projeto: Circo "A vida em Cores e Movimento"

    O evento ‘Circo: A vida em Cores e Movimento!’, foi idealizado e produzido pela produtora Luh Pantoja e pelo Grupo Boneco de Pano, e será realizado no dia 24 de março, das 12h às 20h, no Distrital, com a realização do espetáculo ‘Alegria e Poesia’, e oferta de oficinas e apresentações circenses. 

    Com foco na valorização da linguagem circense e dos artistas de Belo Horizonte e região, o Grupo selecionou, via edital, seis artistas para realizarem três apresentações e três oficinas de inicialização ao fazer circense com o objetivo de desconstruir os preconceitos acerca da palhaçaria. 

    “O objetivo destas apresentações e oficinas é mostrar às pessoas o quanto a arte da palhaçaria é complexa, e demanda pesquisa e construção. 

    É sobre a valorização do palhaço enquanto artista e demonstrar, também, que há muitos profissionais que fazem o humor, a diversão, sem recorrer ao artifício do preconceito”, diz Luh Pantoja, produtora do projeto. 

    Desde 2012, o Grupo Boneco de Pano reúne em pesquisa música e poesia resultando em performances que trazem ao espetáculo ‘Alegria e Poesia’ elementos do teatro, circo, do cancioneiro popular e referências literárias diversas.

  • projeto Circuito Cultural UFMG #CulturasEmPensamento
    projeto Circuito Cultural UFMG #CulturasEmPensamento
    Projeto Circuito Cultural UFMG #CulturasEmPensamento

    Alunos, professores, técnico-administrativos da UFMG e convidados foram escutados pela Diretoria de Ação Cultural (DAC) da universidade no programa Por que ser antirracista?. No total, 17 participantes, negras e negros, trazem reflexões e vivências em forma de entrevistas, contação de histórias, cantopoemas, apresentações musicais e intervenções artísticas que provocam a pensar: “o que eu posso fazer para combater o racismo?”.

    Os dois episódios vão ao ar nos dias 24 e 25 de agosto, com uma hora de duração cada, por meio do projeto Circuito Cultural UFMG #CulturasEmPensamento. As estreias acontecem sempre às 19h no www.youtube.com/culturaufmg.

    Diretora de Políticas de Ações Afirmativas da UFMG e pesquisadora focada nas relações raciais e sistema de justiça criminal, Daniely Reis é a apresentadora do programa. “Desde a concepção, o projeto colocou em prática ações que o situa como agente na luta antirracista e que têm muito a contribuir com aqueles que se perguntam: e, na prática, como combater o racismo? Eu diria que o primeiro passo é reconhecer que ele existe, que faz parte da estrutura da nossa sociedade. O que não significa que seja imutável”, comenta.

    Segundo ela, a autorreflexão e a disposição para a mudança são o primeiro passo para enfrentar o racismo.  O segundo passo é “ouvir e reconhecer como sujeitos de direito, as pessoas atravessadas por essa opressão. Elas são plurais e constroem saberes e reflexões que só quem sente na pele e faz da luta antirracista a vivência cotidiana consegue falar”.

    Além de escutar esses sujeitos, os episódios do Circuito destacam a importância das heranças culturais africanas. Em um trecho, a servidora da UFMG e contadora de histórias, Magna de Oliveira, narra a história da rainha guerreira Yaa Asantewaa, originária da região onde hoje está localizado Gana. As referências às tradições de matriz africana também aparecem no depoimento de convidados como Mãe Efigênia, matriarca do quilombo Manzo Ngunzo Kaiango.

    Apresentações artísticas

    Entre reflexões de membros da comunidade universitária e convidados, o programa apresenta intervenções cheias de sensibilidade de artistas do da música e performance belohorizontinos. Um deles é o rapper Pejota, que convida seu parceiro VINT para um show virtual com seis canções autorais.

    Também tem apresentação do duo Interioranas, formado por Luiza da Iola e Nívea Sabino. Elas resgatam a ancestralidade da identidade negra e o protagonismo feminino em três de seus cantopoemas.

    Na performance Deformação, a artista visual Priscila Rezende expõe os conflitos que envolvem raça, identidade e padrão estético vividos diariamente pelas mulheres negras.

    As diferentes facetas do preconceito são tema do Podcast da Trava, produzido pela performer Lázara dos Anjos. Já o poeta e artista visual Ricardo Aleixo assina a videoperformance Uma Respiração¸ que alude aos oito minutos e 46 segundos durante os quais o ex-segurança negro George Floyd foi asfixiado por um policial estadunidense.