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  • Projeto "Diversidade Periférica" - com Karol Conka
    Projeto "Diversidade Periférica" - com Karol Conka
    Projeto "Diversidade Periférica" - com Karol Conka

    A rapper Karol Conka, uma das vozes mais engajadas da música pop brasileira, reconhecida por exaltar a força da mulher na sociedade, em especial da mulher negra, falará sobre sua trajetória artística em um vídeo gravado exclusivamente para o Memorial Vale.

    A exibição será dia 5 de setembro, próximo sábado, às 15 horas, nos canais do Memorial Vale.

    O evento faz parte do programa Diversidade Periférica que, com a curadoria de Patrícia Alencar, traz para o Memorial Vale uma programação artística-cultural com conteúdos que mergulham na trajetória ancestral que atravessa os becos e as vielas do espaço de saber chamado Favela, e também das comunidades de periferia de Belo Horizonte e vizinhanças.

  •  Projeto Diversidade Periférica - Memorial Vale
    Projeto Diversidade Periférica - Memorial Vale
    Projeto Diversidade Periférica - Memorial Vale

    21/08 – FILHOS DE ZAMBI – UMA CONVERSA SOBRE O QUILOMBO DOS ARTUROS

    No dia 21 de agosto, sexta-feira, às 16h, o Memorial Vale, dentro do projeto Diversidade Periférica, convida Jorge Antônio dos Santos, do Quilombo dos Arturos, para um bate-papo sobre o Quilombo e suas tradições. A comunidade dos Arturos tem sua origem ligada à história do negro Artur Camilo Silvério, filho de escravo, nascido por volta de 1885, cujo nome tornou-se autodenominação de seus descendentes, que foram criados unidos em torno da família, da terra e da fé em Nossa Senhora do Rosário.

    O grupo familiar habita uma propriedade particular situada no município de Contagem – MG, mantendo viva a memória de seus ancestrais e preservando os ensinamentos recebidos. A Comunidade mantém, assim, importantes tradições da cultura negra brasileira, transmitidas de pai para filho, desde aspectos da culinária e do cultivo da terra até a organização da vida comunitária. O modo de ser dos Arturos se expressa fundamentalmente nas manifestações artístico-culturais e celebrações do sagrado que o grupo preserva e recria.

    Destacam-se o Batuque, a Festa da capina denominada “João do Mato”, a Folia de Reis, a Festa da Abolição da Escravatura e principalmente o Reinado de Nossa Senhora do Rosário, uma manifestação muito difundida em Minas Gerais, popularmente conhecida como Congado. São as festas religiosas que fazem do grupo um universo à parte, quando os Arturos se transmutam em filhos do Rosário.

    O evento faz parte do programa Diversidade Periférica que, com a curadoria de Patrícia Alencar, traz para o Memorial Minas Gerais Vale uma programação artística-cultural com conteúdos que mergulham na trajetória ancestral que atravessa os becos e as vielas do espaço de saber chamado Favela e também das comunidades de periferia de Belo Horizonte e vizinhanças.

  • Projeto Diversidade Periférica - Memorial Vale
    Projeto Diversidade Periférica - Memorial Vale
    Projeto Diversidade Periférica - Memorial Vale

    Dia 25 de setembro, sábado, às 20 horas, o projeto Diversidade Periférica convida MAC Julia para um Pocket Show do seu trabalho JUMA, no YouTube do Memorial Vale. A artista vem ganhando os palcos do Brasil com sua musicalidade de impacto. A curadoria é de Patrícia Alencar.

    Também conhecida como Dona Onça, Mac Júlia iniciou seus trabalhos artísticos com 14 anos quando teve o primeiro contato com o skate, pixação e as rodas de freestyle. Mac Julia é mãe solo, musicista e produtora que surgiu nas batalhas da cidade de Belo Horizonte trazendo pautas maternas, feministas e de atitude. Ela vem para mostrar que as mulheres têm voz e sabem gritar.

    O projeto Diversidade Periférica leva mensalmente para o Memorial Minas Gerais Vale uma programação artística-cultural com conteúdos que mergulham na trajetória ancestral dos becos e vielas do espaço de saber chamado Favela, e também das comunidades de periferia de Belo Horizonte e vizinhanças.

    Patrícia Alencar, curadora do Diversidade Periférica, é mineira nascida na Favela do Morro do Papagaio, em Belo Horizonte. É ativista social, gestora cultural, arte educadora e dançarina, engajada na luta contra o racismo e pela igualdade social, desenvolve suas atividades desde de 1998. Hoje é uma das Diretoras da CUFA (Central Única de Favelas), co-fundadora da Frente Favela Brasil e também faz parte da Associação Sócio Cultural Bataka. Produziu eventos de relevância para Belo Horizonte, como o Dia das Favelas, Taça das Favelas, Carnafavela, Hip Hop Rua, entre outros. Sua atuação tem como premissa a transformação social por meio das artes e por meio do protagonismo de moradores de favelas.