Noturno Museus - 2022 - Museus

Content Builder
  • Projeto: "Sem Folha Não Tem Orixá: povos de axé, agroecologia e cultura alimentar"
    Projeto: "Sem Folha Não Tem Orixá: povos de axé, agroecologia e cultura alimentar"
    Projeto: "Sem Folha Não Tem Orixá: povos de axé, agroecologia e cultura alimentar" | Palácio das Artes

    A Rede de Intercâmbio de Tecnologias Alternativas, uma associação que atua na promoção de agroecologia na região metropolitana de Belo Horizonte e no Leste de Minas, lança o projeto “Sem Folha Não Tem Orixá: povos de axé, agroecologia e cultura alimentar”.

    Essa ação visa fortalecer 4 comunidades tradicionais de matriz africana de Belo Horizonte na produção de alimentos agroecológicos e na criação de uma rede de trocas e comercialização entre povos de matriz africana e agricultoras/es urbanas/os e familiares da região metropolitana de Belo Horizonte.

    Os 4 curtas metragens que serão apresentados contam um pouco da história dessas unidades territoriais tradicionais e da importância das plantas e dos animais para a reprodução de seus costumes e fundamentos e para a promoção da segurança alimentar e nutricional dessas comunidades.

     

    |LANÇAMENTO| “Sem Folha Não Tem Orixá: povos de axé, agroecologia e cultura alimentar” (MG, 2022) | Direção: Carina Aparecida | Realização: Rede de Intercâmbio de Tecnologias Alternativas | Livre | 53min “Sem Folha Não Tem Orixá: povos de axé, agroecologia e cultura alimentar” conta um pouco da história de quatro comunidades tradicionais de matriz africana de Belo Horizonte: Casa de Caridade Pai Jacob do Oriente, Ilê Wopo Olojukan, Nzo Atim Kitalode e Nzo Jindanji Lunda Kioko. Mostra a importância das plantas e dos animais para a realização dos ritos sagrados e para a alimentação dessas comunidades.

  • Projeto: Sempre Um Papo "Mutações"
    Projeto: Sempre Um Papo "Mutações"
    Projeto: Sempre Um Papo "Mutações"

    De junho a outubro, o “Sempre Um Papo” traz a BH o “Mutações”, considerado o mais importante ciclo de debates filosóficos do Brasil, criado pelo filósofo Adauto Novaes, também curador da programação.

    O projeto tem concepção da Artepensamento, plataforma que publica ensaios filosóficos e políticos de autores brasileiros contemporâneos.

    Todos os debates vão acontecer, presencialmente, às 19h30, no Teatro José Aparecido de Oliveira, na Biblioteca Pública, na Praça da Liberdade.

    A entrada é gratuita, mediante retirada de ingressos pelo site do Sympla.

    O “Mutações” vai começar no dia 22 de junho, quinta-feira, com o historiador da arte e arqueólogo Jorge Coli, falando sobre “O Corpo e seus Mistérios”, seguido de Eugênio Bucci, no dia 26 de junho, segunda-feira, falando sobre “O Espirituoso Espírito Artificial”.

    Além deles, participam dos debates importantes estudiosos dos campos da Arte, Cultura, Filosofia, Política, Sociologia, entre outros, como Oswaldo Giacoia, Luis Alberto Oliveira, Marcia Cavalcante, Roberto Zular, Frédéric Gros, Renato Less, João Cezar de Castro Rocha, Thomás Zichman, Vladimir Safatle, Pedro Duarte, Helton Adverse, Newton Bignotto, Jean-Pierre Dupuy e Olgária Matos.

    Todos os convidados tiveram seus textos publicados na coletânea “Corpo-Espírito-Mundo: Passagens”, do Centro de Pesquisa e Formação do Sesc São Paulo.

    O Sempre Um Papo é viabilizado através do patrocínio do Instituto Cultural Vale e Cemig, via Lei Federal de Incentivo à Cultura do Ministério da Cultura.

    O Ciclo de Debates “Mutações” é realizado pelo Artepensamento e o Sesc, com o apoio institucional da Embaixada da França no Brasil.

    Apoio cultural da Diretoria do Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas, Circuito Liberdade, Minas Literária, Descentra Cultura e Secretaria de Estado da Cultura e Turismo de Minas Gerais.

  •  Projeto Sensações Memoráveis - Desenho e reflexão
    Projeto Sensações Memoráveis - Desenho e reflexão
    Projeto Sensações Memoráveis - Desenho e reflexão

    Nos dias 18 e 19 de setembro, às 15 horas, o projeto Sensações Memoráveis convida para momentos de reflexão e observação do cotidiano e da própria casa através do trabalho da artista plástica Esther Az, que é bacharel em pintura pela UFMG.

    Ela preparou duas aulas de desenho para que as pessoas possam criar a partir do que está ao seu redor.

    Na primeira aula ela ensina desenho com lápis de escrever.

    Na segunda aula entra o trabalho com as cores, com colagens e lápis de cor, ou com o que a pessoa tiver em casa.

    As aulas são para todas as idades. “É fácil perceber como a casa manifesta nossa identidade. Toda casa está cheia de escolhas: existem aquelas onde as cortinas e janelas ficam abertas, e a luz adentra, o ar circula. Existem as que só permitem pequenas frestas de luz e vento. Tem casas coloridas, casas sóbrias. Casas de paredes vazias, de paredes cheias. Casas em que a beleza é feita com simplicidade e propriedade, e casas com requinte e luxo. E todas essas escolhas são manifestações do desejo daqueles que compõe este espaço. Na cápsula-aula que proponho, desejo te convidar a observar ao seu redor. Pisar sua casa como se pela primeira vez. E te faço esse convite por acreditar que essa paisagem da casa é uma manifestação do que você abriga dentro. De sua história e alma. E como você, ela está cheia de acontecimentos preciosos para serem observados bem de perto.

    Quero te convidar a encontrar nesse ‘dentro-fora casa-eu’ elementos que convidem à pausa, à observação, ao tempo silencioso do desenho. Tenho para mim que esse é um processo meditativo, que pode trazer generosidade na sua auto-percepção. Vamos?”, convida a artista.