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  • Projeto Solo Negro apresenta: “Chão de Pequenos”
    Projeto Solo Negro apresenta: “Chão de Pequenos”
    Projeto Solo Negro apresenta: “Chão de Pequenos”

    Um queria ser piloto de corrida. O outro gostava de ouvir a quietude. Vieram da terra onde, afirmam alguns, as crianças já nascem mortas ou envelhecem ainda meninos: a rua. Essa é a segunda peça que o projeto Solo Negro traz em 2019, em sua quarta edição: “Chão de Pequenos”, da Companhia Negra de Teatro. Encenada pelos atores Felipe Soares e Ramon Brant, conta uma história que aborda temas como adoção, abandono, orfanatos, e crianças vivendo nas ruas das cidades. A fábula dos garotos revela a importância da empatia, do diálogo e do afeto nos dias de hoje, numa sociedade marcada pela intolerância e pelo preconceito.

  • Projeto Solo Negro apresenta: “Mata Rasteira”
    Projeto Solo Negro apresenta: “Mata Rasteira”
    Projeto Solo Negro apresenta: “Mata Rasteira”

    O projeto Solo Negro traz em 2019, em sua quarta edição, a peça “Mata Rasteira”, com o ator Rodrigo Negão Artista (Grupo Caras Pintadas). A temática central são as rebeliões nos quilombos, nas senzalas e a luta dos negros desde o período colonial até os dias de hoje, encenada com os fundamentos e a musicalidade da capoeira, e com a contação de histórias dos Griots africanos. Tudo começa com a odisseia de Nlongi, um menino nascido em Angola, na África, que é sequestrado e escravizado por corsários portugueses e trazido para o Brasil, onde participa de importantes movimentos de resistência cultural e guerreira do povo negro em sua ânsia pela liberdade.

  • Projeto Solo Negro - Espetáculo “Sarau Atemporal ou A Mulher e as Águas do Tempo”
    Projeto Solo Negro - Espetáculo “Sarau Atemporal ou A Mulher e as Águas do Tempo”
    Projeto Solo Negro - Espetáculo “Sarau Atemporal ou A Mulher e as Águas do Tempo”

    O projeto Solo Negro traz em 2019, em sua quarta edição, o espetáculo “Sarau Atemporal ou A Mulher e as Águas do Tempo”, com Maíra Baldaia. A peça traz a dramaturgia feminina e a ancestralidade como instrumento para a mulher dentro e fora dos palcos: a mulher no ontem, a mulher no agora, a mulher no amanhã. A mulher voando sobre as águas do tempo. Neste solo de Maíra a trilha sonora é executada ao vivo por Débora Costa.