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  • Antonio Fagundes no #Sempre Um Papo Em Casa
    Antonio Fagundes no #Sempre Um Papo Em Casa
    Antonio Fagundes no #Sempre Um Papo Em Casa

    O ator Antonio Fagundes é o convidado de Afonso Borges em mais uma edição virtual do “Sempre um Papo” com transmissão ao vivo no Youtube e Facebook do Projeto.

    O encontro vai acontecer no dia 20 de julho, segunda-feira, às 18h, com o tema “A Vida Como Ela é / Será”. #SempreUmPapoEmCasa, esta sequência de atividades, é patrocinada pela Cemig, Itaú e Mater Dei, com recursos da Lei Federal de Incentivo à Cultura do Ministério do Turismo.

    Antonio Fagundes nasceu no Rio de Janeiro, em 1949. Atualmente, vive em São Paulo. Seu primeiro papel como ator foi em 1963, aos 15 anos, na peça A Ceia dos Cardeais. Começou na televisão atuando nos teleteatro da TV Cultura. Fez muito sucesso nas novelas Mulheres de Areia e O Machão, da Rede Tupi. Começou a atuar na Rede Globo em 1976, na telenovela Saramandaia.

    A partir daí, atuou em inúmeras novelas e séries entre as quais Carga Pesada, Mundo da Lua, Dancin’ Days, Corpo a Corpo,Vale Tudo, Rainha da Sucata, O Dono do Mundo, Renascer, A Viagem, O Rei do Gado, Renascer, Por Amor, Terra Nostra, Porto dos Milagres, Esperança, Velho Chico e Bom Sucesso, como Antônio quando ganhou o prêmio de personagem do ano no Troféu Melhores do Ano. Participou de dezenas de filmes, sendo os mais recentes O Grande Circo Místico e Contra a Parede. Atuou e produziu diversos espetáculos teatrais sendo os mais recentes Vermelho, Tribos e Baixa Terapia.

    É pai do ator Bruno Fagundes e é casado com a atriz Alexandra Martins.

  • Antônio Vieira e seus contemporâneos apresenta Contemporaneidade
    Antônio Vieira e seus contemporâneos apresenta Contemporaneidade
    Antônio Vieira e seus contemporâneos apresenta Contemporaneidade

    Nascido na capital Mineira, Belo Horizonte, em meio a pandemia, o projeto “Antonio Vieira e seus Nascimentos” veio para trazer inovação poética, lançando mão, do nada novo, Rock and Roll. Com predominância do Pop-Rock, Rock, Rock Psicodélico e Indie, o projeto resgata, na sua sonoridade dos anos 60 e 70, o velho e bom jeito, orgânico, de se fazer música.

    Com seu single de estreia, até o lançamento do álbum, a música “Contemporaneidade” tem os marcantes traços da sonoridade alternativa circense, com uma suave e generosa pitada de sarcasmo e bom humor, mais que atual, que permeia todo o seu trabalho.

     

  • Antropokaos: Mostra de Cinema de Ficção Científica Brasileira
    Antropokaos: Mostra de Cinema de Ficção Científica Brasileira
    Antropokaos: Mostra de Cinema de Ficção Científica Brasileira

    A ficção científica é caracterizada pela sua capacidade de reinventar paradigmas científicos através da arte.

    Para além de uma simulação do mundo cientificista em que vivemos, a ficção científica tem a capacidade de construir realidades que criam e recriam os imaginários futuristas de um determinado tempo e povo.

    Antropokaos: Mostra de Ficção Científica Brasileira, que começou sua história em 2019 em uma ação de ocupação do cinema do Galpão Cine Horto, retorna em 2021 com recursos captados da Lei Aldir Blanc e uma programação 100% online e gratuita!

    Com Idealização de Lea Monteiro e Luís Oliveira, a mostra acontecerá entre os dias 06 e 28 de março! Segundo Lea Monteiro, um dos idealizadores da mostra, a ideia surgiu no momento em que ele concluía sua monografia durante um laboratório de ciência da computação. “Quando tentei mestrado em cinema pensei em juntar a antropologia da ciência e o cinema, e me veio essa ideia de pesquisar a ficção científica brasileira, pois acredito que os assuntos em conjunto geram uma boa discussão”, conta.

    Apesar do gênero ser dominado pelas grandes produções hollywoodianas advindas dos grandes centros econômicos do mundo, a Ficção Científica tem a capacidade de construir outras realidades que criam e recriam imaginários científicos de um determinado tempo e povo.

    Um bom exemplo disso é a produção da Marvel Pantera Negra (2018), que recria o imaginário de poder do povo africano como se não houvesse existido a colonização, a escravidão e a exploração de seus territórios. “A ficção científica brasileira cria imagens de Brasil muito potentes, nos dando uma ideia de como a gente se vê em relação ao resto do mundo.

    Temos filmes mais sérios que colocam o Brasil como uma potência, e temos as comédias mais antigas que mostram o Brasil como um país subdesenvolvido, fazendo uma crítica à sociedade brasileira”, completa Lea.

    O mais recente exemplo de um desses Brasis imaginários criados a partir da Ficção Científica é o aclamado Bacurau, que conta com elementos do gênero para exemplificar um tipo de revolução que vem de onde menos se espera. “Alguns acadêmicos acreditam que a ficção científica está atrelada a um cinema mais industrial e hollwywoodiano, e que o que fazemos é sempre uma paródia.

    Esse caráter de paródia acho muito interessante, pois diz muito sobre o cinema brasileiro como um todo, afinal, o cinema brasileiro não conseguiu ainda se firmar como uma indústria”, afirma Lea Monteiro. Segundo o realizador, a única indústria cinematográfica que temos, e que vem de poucas décadas, é a Globo Filmes, que permanece muito atrelada à televisão. “O cinema sozinho ainda não se firmou como indústria, por isso a ficção científica brasileira se torna interessante, pois ela leva o gênero até às últimas consequências”, completa.

    A curadoria da mostra se baseia na pesquisa do livro Atmosfera Rarefeita, de Alfredo Suppia, além de pesquisas com filmes antigos mesclando com produções contemporâneas independentes.

    O nome da mostra foi inspirado no filme Tropykaos (2013), de Daniel Lisboa. A Mostra de Cinema de Ficção Científica Brasileira Antropokaos acontece de 06 a 28 de março de 2021, e conta com sessões de longas e curtas, e debates todas as semanas.

    Ao final da mostra será publicado um web-livro, com a seleção dos ensaios que foram enviados para a inscrição.