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  • A obra “Sonho de Valsa”, do artista plástico Lúcio Carvalho
    A obra “Sonho de Valsa”, do artista plástico Lúcio Carvalho
    A obra “Sonho de Valsa”, do artista plástico Lúcio Carvalho - Templuz Iluminação

    Existe conexão entre memórias, louças e capacetes em uma só tela? Apesar de inusitada, a resposta é sim. A obra “Sonho de Valsa”, do artista plástico Lúcio Carvalho, que estampará o novo Mural Templuz, prova ser possível a junção de todos esses elementos. A obra ficará exposta até março no paredão da Templuz, na Avenida Nossa Senhora do Carmo, 1150, em Belo Horizonte/MG. Conhecido por um estilo marcado pelo exagero na perspectiva, fusão e profusão de elementos, Lúcio Carvalho recria na tela as memórias de sua infância.

    Com exposições em galerias e centros culturais no Brasil, Argentina, Itália, Estados Unidos, França, Bélgica, Holanda e Japão, o artista elabora suas obras a partir de elementos representativos de uma determinada época de sua vida, como espelhos, flores, pessoas e louças. Em “Sonho de valsa”, a figura da mulher em trajes renascentistas, que Lúcio enxergava no reflexo da cristaleira enquanto desenhava, representa as moças da família.

    Já o capacete, criado com partes de louça, aborda a beleza e, ao mesmo tempo, a proteção dos utensílios que estavam guardados no móvel. “No interior, tudo que está dentro da cristaleira é precioso e tem alto valor sentimental. Em minha obra apresento o passado e o futuro, ambos frágeis e, ao mesmo tempo, protegidos. Com a figura do capacete criado com partes de louças, quis representar a segurança que se fundiu à beleza, preciosidade e polidez das louças”, diz o artista.

  • Divulgação Espetáculo A Obscena Senhora H - Paixão e Obra de Hilda Hilst
    Divulgação Espetáculo A Obscena Senhora H - Paixão e Obra de Hilda Hilst
    A Obscena Senhora H - Paixão e Obra de Hilda Hilst

    Espaço Cênico Yoshifumi Yagi/Teatro Raul Belém Machado recebe o espetáculo A Obscena Senhora H - Paixão e Obra de Hilda Hilst.

    Luciana Veloso, Melhor Atriz no Prêmio Nacional Cenym 2020, reconta episódios biográficos da premiada escritora 
    brasileira Hilda Hilst, durante a criação de um de seus mais aclamados livros, A Obscena Senhora D. A escrita é atravessada por uma conturbada e violenta paixão pelo primo, Wilson Hilst, e marca uma relação mais profunda entre vida e obra da escritora, em que realidade e ficção se misturam num mesmo enredo.

    • Direção: Juarez Guimarães Dias.
    • Dias: 26 e 28 de agosto, sexta-feira e sábado, às 20h, 28 de agosto, domingo, às 19h.
    • Ingressos: Site Disk Ingresso ou Bilheteria do teatro (duas horas antes)
    • Inteira - R$40 (+ taxa) / Meia - R$20 (+ taxa). Promocional antecipado a R$25 (+ taxa) pelo link: https://linktr.ee/aobscenasenhorah
    • Classificação: 16 Anos | Duração:  60 Min
       
  • Ao Cair da Tarde: Núcleo de Música Coral da UFMG "Mostra de Corais"
    Ao Cair da Tarde: Núcleo de Música Coral da UFMG "Mostra de Corais"
    Ao Cair da Tarde: Núcleo de Música Coral da UFMG "Mostra de Corais"

    Na próxima quinta-feira, 21 de setembro, o Ao Cair da Tarde recebe a Mostra Coral do Seminário do Núcleo de Música Coral da UFMG.

    A apresentação gratuita será às 17h30, no auditório da Reitoria, no Campus Pampulha, e vai reunir o Coral da FALE, Coral Cantáridas e o Coral das Turmas de Prática de Repertório Coral.

    O evento faz parte do Circuito Cultural UFMG, realizado pela Pró-Reitoria de Cultura (Procult).

    O Coral da FALE surgiu em 1987, formado por alunos da Faculdade de Letras da UFMG, apoiados por professores, com o objetivo de dinamizar o cotidiano acadêmico e promover o canto coral como parte de uma formação multidisciplinar.

    Atualmente, faz parte do Núcleo de Música Coral (órgão da UFMG que reúne os projetos de corais) e é aberto à comunidade de Belo Horizonte. No repertório estão composições de Chico Buarque, Leonard Bernstein e Carlos Barraquero, dentre outras.

    O Coral Cantáridas foi fundado em 1991 no Instituto de Ciências Biológicas da UFMG (ICB), como parte do “Projeto Corais no Campus” da Escola de Música.

    Desde então, o Cantáridas vem participando de formaturas do curso de Ciências Biológicas e cerimônias formais do ICB. Além disso, se apresenta em outras unidades da universidade e em festivais de corais realizados em BH e outras cidades de Minas Gerais.

    Por cerca de 25 anos, o Coral Cantáridas contou com a coordenação de Sofia Perdigão.

    Atualmente, o coral é formado por alunos, ex-alunos, professores e funcionários da UFMG, além de moradores de bairros vizinhos, sob a regência de Gabriel Santos.

    Já os corais das turmas de Prática de Repertório Coral são formados por alunos dos cursos de bacharelado, musicoterapia, educação musical, licenciatura e música popular da Escola de Música da UFMG.

    Os grupos contam com alunos músicos com ou sem experiência em canto em conjunto e tem como finalidade aprimorar a prática em grupo dos estudantes de música.

    Os corais funcionam também como laboratório de produção, além de prática dos alunos de canto, regência e composição.