Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • Eu Te Amo É No Sol
    Eu Te Amo É No Sol
    Sessão comentada de curtas Anavilhana convida | IV Mostra Diálogos pela Equidade - Mulheres Plurais

    IV Mostra Diálogos pela Equidade - Mulheres Plurais

    A mostra busca discutir e refletir sobre como as mulheres têm ocupado espaço no cinema e o processo delas na direção e autoria das obras. O conjunto de filmes exibidos traça um panorama da produção contemporânea de curtas e longas- metragens brasileiros dirigidos por mulheres, com uma homenagem e retrospectiva especial feita à produtora Anavilhana e foco na produção mineira. Entre 7 e 26 de Março, serão exibidos 25 filmes, com destaque para alguns lançamentos, exibidos pela primeira vez em Belo Horizonte. Uma programação em referência ao 8M, que propõe ampliar o entendimento em torno das possibilidades de ser mulher, da existência de corpos e olhares plurais no cinema. A mostra é uma ação intersetorial entre a Diretoria de Promoção das Artes e a Diretoria de Políticas para as Mulheres, realizada via Circuito Municipal de Cultura de Belo Horizonte.

    Confira os filmes a serem exibidos:

    Dia 07/03, terça-feira, 18h

    Eu te amo é no Sol | (Yasmin Guimarães | Minas Gerais | 2021 | 19 min)
    Mati reencontra Júlia, sua namorada, que agora vive em um lugar distante e frio. Lá, se deparam com a falta de identidade e a impossibilidade de voltar para casa.

    Cor de Pele | (Larissa Barbosa | Minas Gerais | 2019 | 4 min)
    Cor de Pele se enuncia através de um poema, retratando questões que permeiam a vida de mulheres negras, como o machismo e o racismo, mas também a ancestralidade e a força que essas mulheres encontram em sua união, entendendo que essas narrativas, apesar de distintas, estão calcadas em uma mesma raiz.

    Obreiras | (Ana França / Gabriela Albuquerque /Isadora Fachardo | Minas Gerais | 2017 | 25 min)
    Poliana, Cenir, Adriana e Rosângela exercem o trabalho de base da construção civil, conciliando-o com a vida familiar, a maternidade, os estudos e os sonhos. Elas constroem, além de prédios e casas, novas formas de serem mulheres.

    Exsicata | (Laura Godoy | Minas Gerais | 2021 | 2 min)
    As exsicatas são fragmentos vegetais preservados. Assim como as plantas que classificava, a história de meu bisavô Jacinto - botânico e taxidermista - ficou prensada em fotos e  lembranças que descubro durante a pandemia. Reconheço em Jacinto a ciência, a resistência e a liberdade.

    Classificação indicativa da sessão: 14 anos.

    Retirada de ingressos gratuita no Sympla.

    Dia 07/03, terça-feira, 19h30

    Confira os filmes a serem exibidos:

    O Cérebro é uma zona erógena | (Analu Bambirra | Minas Gerais | 2022 | 3 min)
    Usando recursos estéticos hipnoeróticos, “O cérebro é uma zona erógena” propõe uma outra forma de se ver a sexualidade humana.

    Sala de Espera | (Paula Santos | Minas Gerais| 2023 | 25 min)
    Uma mulher, presa numa eterna repetição de rotina, é assombrada por seus fantasmas. Ao tentar fugir, percebe que ainda não está pronta para a partida. Numa espécie de limbo, novos encontros, com outros e consigo mesma, a atravessa. A espera não é passiva e se torna um destino possível.

    Reflexos | (Larissa Bicalho e Vanessa Gomes | Minas Gerais | 2022 | 25 min)
    Um tema, um lugar e três histórias. Uma casa com três presenças femininas em estágios de  vida distintos que são narrados através de seus corpos e tem suas potências representadas por meio das vivências do ordinário e da simplicidade.

    Classificação indicativa da sessão: 14 anos.

    Retirada de ingressos gratuita no Sympla.

  • Crédito: Johnny Costa
    Crédito: Johnny Costa
    Sessão comentada do filme A Rainha Nzinga Chegou e jantar coletivo na sede da Guarda Treze de Maio.

    Sessão comentada do filme A Rainha Nzinga Chegou e jantar coletivo na sede da Guarda Treze de Maio.

    Sessão especial do documentário A Rainha Nzinga Chegou, seguida de roda de conversa e jantar coletivo, na sede da Guarda de Moçambique Treze de Maio de Nossa Senhora do Rosário.

    A ação busca fortalecer os vínculos entre cinema, memória, tradição e território, promovendo um encontro entre o audiovisual e a vivência concreta das Guardas de Moçambique e Congo em Belo Horizonte.
     

    A Rainha Nzinga Chegou é um documentário brasileiro dirigido por Júnia Torres e Isabel Casimira que acompanha a tradição do Reinado das Guardas de Moçambique e Congo Treze de Maio e sua conexão com as raízes africanas. O filme explora a história e a vivência de três gerações de rainhas dentro dessa comunidade, lideradas por Isabel Casimira, refletindo tradições, rituais e celebrações culturais que remontam às memórias e resistências históricas ligadas à rainha Nzinga — figura símbolo da resistência africana contra o colonialismo português no século XVII.

    Classificação: Livre
    ACESSIBILIDADE: Libras


    Isabel Casimira Gasparino é herdeira da coroa de sua avó, Dona Maria Casimira, fundadora do Reino Treze de Maio, em 1944, ao lado do Capitão Ephigênio Casimiro (seu tio). A sucessão da coroa passou posteriormente para sua mãe, Dona Isabel Casimira das Dores Gasparino, de quem Isabel recebeu o legado que hoje carrega. Atualmente, Isabel Casimira Gasparino ocupa o cargo de Rainha de Congo (ou Rainha Conga) das Guardas de Congo e Moçambique Treze de Maio de Nossa Senhora do Rosário e da Federação dos Congados do Estado de Minas Gerais — posição mais alta na hierarquia dos Reinados em nossa região. Co-diretora do filme "A Rainha Nzinga Chegou", rodado entre Brasil e Angola e vencedor dos prêmios de Melhor Longa-Metragem na Mostra de Cinema Negro Adélia Sampaio (Universidade Federal de Brasília, 2019) e no 19º Festival Panorama Internacional de Cinema da Bahia, Salvador, 2019. O filme recebeu também Menção Honrosa no Prêmio Pierre Verger, categoria Filme Etnográfico, conferido pela Associação Brasileira de Antropologia em 2018. Isabel é pesquisadora e mestra de sua tradição e responsável por inúmeros projetos que visam "a permanência de sua raiz", como ela costuma dizer. Destacamos: "Do Tangível ao Intangível", documentação do acervo Guarda Treze de Maio e Centro Espírita São Sebastião, realizado junto ao IBRAM – Instituto Brasileiro de Museus (desde 2014); "Retrato Substantivo Feminino", exposição e apresentação de cantos afros no FIDÉ – Festival Internacional du Documentaire Étudiant (Paris, FR) e SESC Ipiranga (SP, 2012); "Saberes do Sagrado, Irmandades do Rosário e o Registro Patrimonial", realizado junto ao IPHAN (2017). É também mestra convidada do programa de Formação Transversal em Saberes Tradicionais da Universidade Federal de Minas Gerais.

  • Canção ao Longe
    Canção ao Longe
    Sessão comentada do filme "Canção ao Longe", com a participação de Clarissa Campolina, Luana Melgaço e Marília Rocha | IV Mostra Diálogos pela Equidade - Mulheres Plurais

    IV Mostra Diálogos pela Equidade - Mulheres Plurais

    A mostra busca discutir e refletir sobre como as mulheres têm ocupado espaço no cinema e o processo delas na direção e autoria das obras. O conjunto de filmes exibidos traça um panorama da produção contemporânea de curtas e longas- metragens brasileiros dirigidos por mulheres, com uma homenagem e retrospectiva especial feita à produtora Anavilhana e foco na produção mineira. Entre 7 e 26 de Março, serão exibidos 25 filmes, com destaque para alguns lançamentos, exibidos pela primeira vez em Belo Horizonte. Uma programação em referência ao 8M, que propõe ampliar o entendimento em torno das possibilidades de ser mulher, da existência de corpos e olhares plurais no cinema. A mostra é uma ação intersetorial entre a Diretoria de Promoção das Artes e a Diretoria de Políticas para as Mulheres, realizada via Circuito Municipal de Cultura de Belo Horizonte.

    Confira:

    Dia 11/03, sábado, às 19h

    Canção ao Longe | (Clarissa Campolina | Minas Gerais | 2022 | 76 min)
    Canção ao Longe acompanha o dia a dia de Jimena, uma jovem mulher que, na busca por sua identidade, reescreve suas relações familiares, e cria outras formas de estabelecer seus vínculos amorosos, de amizade e de trabalho. Através do seu olhar, o filme levanta questões sobre classe, família, tradição, raça e gênero.

    Vinda de uma família tradicional de Belo Horizonte, Jimena é uma jovem arquiteta, responsável pelo desenho técnico da nova sede da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais. Seu pai deixou o Brasil quando ela tinha só 4 anos, e após 10 anos de completo silêncio, ele busca reestabelecer o contato com a filha através de cartas.

    A sessão será comentada por Clarissa Campolina, Luana Melgaço e Marília Rocha.

    Classificação indicativa: 12 anos

    Retirada de ingressos gratuito pelo Sympla.