Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • Sessão de curtas: Cinema Árabe Africano Feminino
    Sessão de curtas: Cinema Árabe Africano Feminino
    Sessão de curtas: Cinema Árabe Africano Feminino

    O Cinema árabe Feminino selecionou 7 curtas-metragens dirigidos por mulheres dos países árabes africanos, que incluem: Sudão, Tunísia, Marrocos, Egito e Argélia.

    Esses filmes são:
    "Al-Sit" (Dir. Suzannah Mirghani. Sudão, 2020)
    "Sobre Separação" (Dir. Kawthar Younis. Egito, 2020)
    "Mordi minha Língua" (Dir. Nina Khada. Egito, Tunísia, França, 2020)
    "Sem Tempo pras Mulheres" (Dir. Sarra El Abed. Marrocos, Canadá, 2020)
    "O Portão de Ceuta" (Dir. Randa Maroufi. França, 2019)
    "A Senhorita" (Dir. Amira Géhanne Khalfallah. Argélia, França, 2020)
    "O Jogo Argelino" (Dir. Amel Blidi. Argélia, 2021)

    A mostra acontecerá totalmente online e gratuita, de 01 a 10 de outubro de 2021, no Sesc Digital. Para mais informações, acompanhe a página da Mostra de Cinemas Africanos.

  • Planetário do Espaço do Conhecimento UFMG
    Planetário do Espaço do Conhecimento UFMG
    Sessão de Planetário: "100 Anos de Céus Estrelados" - Espaço do Conhecimento UFMG

    Centenário dos Planetários: sessão especial no Espaço do Conhecimento UFMG revive o céu de 1925 

    A data de inauguração do primeiro destes ambientes de imersão astronômica é o ponto de partida para a sessão do dia 07/05, que celebra a relação entre seres humanos e o universo

    No dia 07 de maio de 1925, de Munique, na Alemanha, quem se atentasse ao céu noturno poderia observar uma bela Lua Cheia, com os planetas Marte e Saturno visíveis já no início da noite. Júpiter se juntaria a eles logo no começo da madrugada. Sob este mesmo céu e neste exato dia, começou a funcionar regularmente no Deutsches Museum o primeiro planetário do mundo. É também para esta paisagem noturna que o Planetário do Espaço do Conhecimento UFMG, exatos 100 anos depois, se transporta no dia 07/05 (quarta-feira), às 16h, na sessão especial comemorativa “100 Anos de Céus Estrelados”.

    Para Nathalia Fonseca, Doutora em Física, Assessora de Astronomia no museu e uma das idealizadoras da sessão, o momento será de encantamento com o universo e celebração dos avanços na compreensão dos cosmos após o século decorrido. Segundo ela, “em 1925, Plutão ainda não havia sido descoberto e havia um intenso debate na comunidade científica sobre a natureza das nebulosas espirais observadas no céu, que hoje sabemos que são galáxias distantes”. “Também pouco sabíamos sobre a dimensão do universo e o nosso lugar nele”, completa.

    O Planetário do Espaço do Conhecimento UFMG, o primeiro fixo do estado de Minas Gerais, garante uma visão ampla de uma simulação do céu noturno: todo o ambiente se torna imersivo, com sensação de profundidade e total envolvimento, com sessões que acontecem diariamente e abordam variadas temáticas astronômicas. Nathalia reforça que o espaço é um recurso essencial de divulgação científica, uma vez que “permite que os visitantes tenham uma experiência única e inspiradora de observação de um céu estrelado sem a poluição luminosa das cidades, descobrindo mais sobre as maravilhas do universo, o que pode incentivar a curiosidade e o interesse por outros conhecimentos científicos e culturais”.

    Para participar da sessão especial, é necessário adquirir ingressos na recepção do Espaço do Conhecimento UFMG no dia em questão, a partir das 10h. Eles têm valor de R$14 (inteira) e R$5 (meia entrada), com gratuidade garantida para professores e alunos da rede pública. O Planetário conta com 65 assentos e oferece uma experiência com estímulos visuais e sonoros. 

    Recomenda-se o uso de agasalho durante a exibição. O pagamento é exclusivo via pix e cartão de débito

  • Sessão de Planetário: “Perdendo o Céu Escuro” - Espaço do Conhecimento UFMG
    Sessão de Planetário: “Perdendo o Céu Escuro” - Espaço do Conhecimento UFMG
    Sessão de Planetário: “Perdendo o Céu Escuro” - Espaço do Conhecimento UFMG

    Escondido pela forte luminosidade emitida por postes, holofotes, faróis, painéis e lâmpadas que permeiam os meios urbanos, um verdadeiro espetáculo da natureza se perde nas noites das nossas cidades e metrópoles. Galáxias, aglomerados, nebulosas, estrelas e a própria Via Láctea têm sua visibilidade afetada pelas milhares de luzes artificiais que iluminam o céu, impossibilitando o contraste necessário para que estes objetos celestes de brilho difuso possam se destacar na paisagem noturna. 

    Segundo o estudo publicado em 2023 pela Globe at Night, um programa de ciência cidadã da Fundação Nacional de Ciência dos Estados Unidos, em todos os anos, há um aumento da luminosidade no céu de cerca de 9,6%, ocasionado pela iluminação artificial das cidades. Com o crescimento populacional, as novas tecnologias e a expansão dos municípios, o número de lugares onde se é possível presenciar um céu verdadeiramente escuro diminui em um ritmo acelerado, o que tem efeito direto sobre as formas de vida na Terra. 

    Com o intuito de destacar os objetos celestes e sua visualização no céu como uma importante herança cultural da história humana, bem como compartilhar os efeitos da poluição luminosa na astronomia, a sessão “Perdendo o Céu Escuro” chega à programação do Planetário do Espaço do Conhecimento. 

    De acordo com Nathalia Fonseca, assessora do núcleo de astronomia do museu, a sessão “busca conscientizar as pessoas sobre o impacto da poluição luminosa não só na visualização dos objetos celestes, mas também sobre as formas de vida na Terra.” Para a doutora em física, “estamos tão imersos na vida urbana e acostumados a realizar diversas tarefas durante a noite com a iluminação artificial que não nos damos conta que isso afeta diversos aspectos da nossa vida.”

     Em uma experiência imersiva nesta sessão comentada pela equipe do Núcleo de Astronomia do museu, a partir de janeiro de 2024, às terças e sextas-feiras sempre às 16h, os visitantes poderão tirar suas dúvidas e se encantar com corpos celestes passíveis de identificação apenas em locais de baixa iluminação artificial. Alguns deles, como Via Láctea, Grande Nuvem de Magalhães e Plêiades, são Objetos de Céu Profundo que compõem o Calendário Astronômico 2023-2024, produção inédita do museu, e podem ser explorados pelo público em seus aparelhos eletrônicos.