Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • Belo Horizonte tem programação para quem não quer pular Carnaval

    Durante a folia momesca, Belo Horizonte fica repleta de festa nas ruas da cidade. Mas, para os moradores e turistas que preferem mais tranquilidade e descanso durante o feriado, a capital também oferece diversas opções de lazer.  

    Dá para passear com a família, visitar atrações ao ar livre, participar de atividades gratuitas. e curtir momentos de esporte, lazer e cultura na capital mineira. Por isso, alguns parques, museus, bibliotecas regionais e equipamentos culturais estarão funcionando durante o feriado.

    No portal de Belo Horizonte você acessa um guia completo de atrativos para o feriado de Carnaval. E para antecipar, veja algumas dicas:         

    Parque Municipal Américo Renné Giannetti
    Avenida Afonso Pena, 1.377 – Centro
    Com seus 182 mil m², o Parque Municipal impressiona por sua diversidade de atrações. Aberto em 1897, antes mesmo da inauguração oficial da capital, é o patrimônio ambiental mais antigo de BH. Abriga o teatro Francisco Nunes e tem ainda parque de diversões, equipamentos de ginástica, pista de caminhada, passeios de barco no lago, quadras poliesportivas e de tênis. 

    Parque Municipal das Mangabeiras
    Avenida José do Patrocínio Pontes, 580 - Mangabeiras
    O projeto paisagístico é de Burle Marx e trata-se da maior área verde da cidade. O espaço conta com quiosques, quadras esportivas, pistas de skate, um mirante interno e brinquedos para as crianças. 

    Mirante do Mangabeiras
    Rua Pedro José Pardo, 1.000 - Mangabeiras
    Uma das mais belas vistas da cidade, o lugar oferece uma experiência singular de observação. Decks de madeira para o conforto e lunetas de alto alcance para curtir o visual. 

    Parque da Serra do Curral
    Avenida José do Patrocínio Pontes, 1.951 - Mangabeiras
    Na transição entre a Mata Atlântica e o Cerrado, o parque tem trilhas, mirantes e praça de convívio. Espaço perfeito para a prática de caminhada, descanso e contemplação. 

    Fundação de Parques Municipais e Zoobotânica:
    Avenida Otacílio Negrão de Lima, 8.000 - Pampulha 
    - Aquário da Bacia do Rio São Francisco: são 22 tanques com espécies típicas da bacia. 
    - Borboletário: são centenas de exemplares de várias espécies, é possível conhecer o processo de desenvolvimento destes animais.        
    - Jardim Botânico: 3.500 espécies de plantas expostas entre árvores, palmeiras brasileiras, bromélias, folhagens, flores e muito mais.   
    - Jardim Japonês: árvores típicas, pontes e lanternas decorativas, lagos e carpas coloridas.
    - Zoológico: cerca de 3 mil animais de mais de 250 espécies.

    Casa do Baile
    Avenida Otacílio Negrão de Lima, 751 -  Pampulha
    A Casa do Baile é um Centro de Referência de Arquitetura, Urbanismo e Design. Produz e abriga exposições, publicações, mostras, seminários, encontros e ações educativas. Projetada por Oscar Niemeyer, a edificação está situada em uma pequena ilha artificial às margens da Lagoa da Pampulha.
    Funcionamento no Carnaval:  sábado e domingo, das 9h às 18h.   

    Museu Casa Kubitschek
    Avenida Otacílio Negrão de Lima, 4.188 - Pampulha
    O museu foi inaugurado em 2013, com o objetivo de oferecer ao público experiências reflexivas e sensíveis no campo do paisagismo, da arquitetura residencial, dos modos de morar e da história da Pampulha. O imóvel foi projetado em 1943 para ser a residência de fim de semana do então prefeito da capital, Juscelino Kubitschek.
    Funcionamento no Carnaval: sábado, domingo, terça e quarta-feira, das 9h às 18h.          

    Museu Histórico Abílio Barreto
    Avenida Prudente de Morais, 202 - Cidade Jardim
    Inaugurado em 1943, dedica-se à história, pesquisa, produção e difusão do conhecimento sobre Belo Horizonte. Seu conjunto arquitetônico compreende o casarão secular, sede da antiga Fazenda do Leitão, edifício-sede, bonde elétrico, locomotiva a vapor e carro de boi. Funcionamento no Carnaval: sábado, domingo e terça-feira, das 10h às 17h, na quarta-feira, das 10h às 18h30.

    Circuito Cultural Praça da Liberdade

    A história do circuito se confunde com a história da própria cidade de Belo Horizonte. A transformação da Praça da Liberdade em um complexo cultural foi feita em 2010, mas sua vocação para atividades voltadas à arte, à cultura e à preservação do patrimônio foi construída bem antes, com o Arquivo Público Mineiro, a Biblioteca Pública, o Museu Mineiro e a ocupação da Praça por diversos movimentos culturais.

    Desde o final do século XIX, quando Belo Horizonte foi planejada para ser a nova capital do estado, a Praça da Liberdade foi projetada para abrigar o centro administrativo, com a construção das secretarias de estado e do Palácio da Liberdade, sede e símbolo do governo. Sua inauguração aconteceu em 1898. Sob a gestão do Instituto Estadual de Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha-MG), o Circuito Liberdade é composto por 16 espaços culturais, entre museus, arquivo público, biblioteca, centros de cultura e de formação.  

    Não se esqueça de acessar a página da BHTrans para conferir as interdições no trânsito e no transporte coletivo.

  • Belo Horizonte vista de cima: onde o nome da cidade ganha sentido

    O nome Belo Horizonte nasceu da paisagem e segue sendo a sua melhor definição. Cercada pela Serra do Curral, a cidade se desenha entre morros e vales, com pontos de observação que revelam tanto a geografia quanto a alma de quem vive aqui. Do alto, é possível compreender o equilíbrio entre o verde e o concreto, a convivência entre tradição e inovação e o ritmo próprio de uma capital que consegue ser, ao mesmo tempo, vibrante e acolhedora. A síntese da mineiridade.

    Contemplar a cidade de cima é uma forma de perceber sua harmonia. Cada bairro parece contar uma parte da história: o centro e sua eterna inquietação, a Pampulha e conjunto das curvas modernistas de Niemeyer, o Parque das Mangabeiras com o horizonte que se estende até onde a vista alcança. Belo Horizonte é uma cidade que se deixa admirar e que sempre oferece um novo horizonte para quem decide observá-la com a calma de quem não tem pressa para vivenciar o belo.

    Entre mirantes e memórias

    Os mirantes de Belo Horizonte estão entre os espaços mais simbólicos da cidade. O Mirante do Mangabeiras é o ponto mais alto aberto ao público, de onde se enxerga o horizonte que inspirou o nome da capital. Lá de cima, a paisagem se abre em um panorama que vai das montanhas que cercam a cidade às luzes que, à noite, desenham seu contorno urbano. O som da natureza se mistura à vibração da cidade, criando uma experiência que é, ao mesmo tempo, contemplativa e viva um retrato fiel da identidade belo-horizontina.

    Outros mirantes também guardam o encanto dessa vista privilegiada. A Praça do Papa, recentemente reformada, com sua cruz de metal, é cenário de caminhadas ao pôr do sol, piqueniques e celebrações espontâneas. Cada visita é um reencontro com o que há de mais belo em Belo Horizonte: sua capacidade de reunir pessoas em torno de paisagens que inspiram e acolhem.

    Mirante da Praça do Cristo do Barreiro
    Foto: Qu4rto Studio/Acervo Belotur 

    O pôr do sol mais bonito é em BH

    Poucas cidades traduzem tão bem o encontro entre urbanidade e natureza quanto Belo Horizonte ao entardecer. Quando o sol começa a se esconder atrás da Serra do Curral, a cidade muda de cor: o céu se pinta de tons alaranjados e tudo é banhado em reflexos dourados e a rotina parece desacelerar para dar espaço à contemplação. É o momento em que moradores e turistas redescobrem a beleza que dá nome à capital.

    Vista do P7 Criativo
    Foto: Acervo Belotur

    Há quem diga que o pôr do sol é o espetáculo mais democrático da cidade e talvez seja verdade. Na Pampulha, o reflexo da luz no espelho d'água cria um cenário quase mágico. No Mirante do Mangabeiras, é possível ver Belo Horizonte de cima, com o céu se colorindo em camadas de laranja e lilás. Do alto do Edifício Acaiaca, o centro se transforma em poesia. Na Rua Sapucaí, a vista para as pinturas do Cura e os bares cheios tornam o momento ainda mais especial, dando vida à cidade conhecida como a capital dos bares. Já o Parque Amílcar Vianna Martins é um refúgio tranquilo, ideal para quem prefere assistir à despedida do dia em meio ao verde e o Mirante da charmosa Praça Zigue-Zague, no Bairro Carlos Prates, é um convite à contemplação.

    Cafés, bares e o prazer de apreciar a vista

    Belo Horizonte é conhecida por sua hospitalidade e os cafés e bares com vista panorâmica são uma extensão desse modo de receber. Em diferentes regiões da cidade, novos espaços têm se reinventado para oferecer não apenas boa gastronomia, mas também a oportunidade de apreciar o horizonte enquanto se vive o cotidiano com calma. O sabor do café, o brinde na happy hour entre amigos ou o simples gesto de observar o movimento lá embaixo tornam-se experiências sensoriais que conectam quem está ali ao espírito da cidade.

    Do bairro Ouro Preto ao Santa Lúcia, passando pelo Mirante do Belvedere e as varandas do Centro, há sempre um local onde a paisagem é o principal ingrediente. A vista é parte da conversa, um convite a desacelerar e reconhecer o privilégio de viver ou visitar uma capital que faz jus ao seu nome. Cada mesa com vista é uma celebração da beleza cotidiana e da vida urbana que pulsa em harmonia com as montanhas.

    Um horizonte que inspira

    Mais do que um cenário, as vistas panorâmicas de Belo Horizonte são uma expressão da identidade local. Elas revelam uma cidade em constante movimento, que cresce sem perder o vínculo com sua paisagem natural e com o olhar acolhedor de quem a habita. Mirantes, bares, praças e serras se transformam em espaços de pertencimento, onde cada visitante encontra um motivo para se encantar novamente.

    Observar Belo Horizonte do alto é um exercício de reconhecimento: o horizonte que nomeia a cidade continua sendo seu maior símbolo. E é nessa mistura de natureza, urbanidade e afeto que a capital mineira reafirma seu lugar entre os destinos mais inspiradores do Brasil.

    Belo Horizonte, a cidade onde cada vista conta uma história.

    Vista do Mirante das Mangabeiras 
    Foto: Marcelo Rosa / Acervo Belotur

    Te encontro em BH!  

  • Belo Hostel
    Belo Hostel
    Belô Hostel

     O Belô Hostel está localizado próximo aos principais pontos turísticos da capital mineira, estando ao lado da Avenida Afonso Pena e Praça Tiradentes. Possui ambiente moderno e acolhedor, acomodações privativas e compartilhadas, coworking, mercadinho, loja de souvenir, área de convivência, bar, café da manhã e wifi.