Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • Com a Palavra em “Man Ray em Paris” - por Angélica Adverse
    Com a Palavra em “Man Ray em Paris” - por Angélica Adverse
    Com a Palavra em “Man Ray em Paris” - por Angélica Adverse

    Voltado para o público espontâneo, o Com a Palavra consiste em visitas mediadas realizadas por especialistas ou profissionais referência em temas diversos.

    Nesta edição, Angélica Adverse percorre as galerias da exposição “Man Ray em Paris” considerando as aproximações que o artista fez entre a arte e a moda. O objetivo da visita, portanto, é compreender a moda à maneira de Man Ray, ou seja, como uma experiência trans-histórica a partir da qual podem ser encadeadas inúmeras correspondências entre passado e presente, por intermédio do movimento dos gestos e das imagens.

    A partir de quase 250 obras, a proposta é refletir sobre como a criação de imagens e objetos integram o aspecto da artesania ao pensamento conceitual e reflexivo na arte.

  • Com a Palavra – “Eu sou o meu estilo” c/ Pedro Castilho
    Com a Palavra – “Eu sou o meu estilo” c/ Pedro Castilho
    Com a Palavra – “Eu sou o meu estilo” c/ Pedro Castilho

    Voltado para o público espontâneo, o Com a Palavra consiste em visitas mediadas realizadas por especialistas ou profissionais referência em temas diversos. Na edição de setembro, o Programa CCBB Educativo recebe o convidado Pedro Castilho para uma visita especial à exposição “Paul Klee – Equilíbrio Instável”. A proposta é estabelecer um diálogo com a obra do artista suíço. A ação inspira-se na frase “eu sou o meu estilo” – dita por Klee – para percorrer as expressões do artista considerando a época de sua produção. A diversidade das obras expostas, seus grandes formatos, esculturas, desenhos e bonecos, bem como pinturas pouco conhecidas, fazem da exposição um testemunho da diversidade e do alcance das reflexões artísticas de Paul Klee. A influência das artes plásticas, da teoria da estética e da psicanálise marcaram a busca incessante de Klee na criação de seu estilo.

    Pedro Castilho é psicanalista e professor da UFMG. Mestre em psicanálise e literatura (UFMG), doutor em teoria psicanalítica (UFRJ) e pós-doutor em Psicologia Clínica (USP), vem trabalhando e pesquisando sobre a interface entre arte, psicanálise e cultura.

  • Com a premiada montagem "De Tempo Somos", do Grupo Galpão, Circuito Municipal de Cultura de BH inicia seu terceiro ano de atividades

    Com entrada gratuita, espetáculo será apresentado na edição especial do “Movimento Belo Horizonte +  Feliz”, no Barreiro. Outras atividades do Movimento Belo Horizonte + Feliz acontecem a partir de 15h

    A Prefeitura de Belo Horizonte realiza, em parceria com o Instituto Odeon e o Grupo Galpão, a estreia da programação do terceiro ano do Circuito Municipal de Cultura com apresentação do espetáculo De Tempo Somos. O projeto celebra a retomada das atividades presenciais desde o início da pandemia da Covid-19 e lança a nova programação com a apresentação de um dos mais célebres espetáculos do Grupo Galpão, integrando a programação especial do Movimento Belo Horizonte + Feliz.  Referência nacional das artes cênicas, o Grupo Galpão levará seu sarau “De Tempos Somos” para apresentação na Praça José Verano (antiga Praça da Febem), no Barreiro, dia 11 de setembro (domingo), às 18h. O espetáculo tem classificação livre e interpretação em libras. Mais informações: portalbelohorizonte.com.br/circuitomunicipaldecultura.

    A Secretária Municipal de Cultura, Eliane Parreiras, ressalta que o espetáculo do Grupo Galpão abre um novo ciclo do Circuito Municipal de Cultura de Belo Horizonte, com a retomada das atividades culturais presenciais. “Projeto estratégico da Prefeitura de Belo Horizonte, o Circuito vem fortalecendo e difundindo a produção artística dos territórios e agora tem a missão de contribuir na reocupação dos espaços públicos da cidade, junto ao Movimento Belo Horizonte + Feliz. É com muita alegria que começamos uma nova etapa do projeto com o Grupo Galpão, um dos grupos mais importantes do país e que é parte da história de Belo Horizonte”, celebra Eliane Parreiras. 

    A presidente da Fundação Municipal de Cultura, Luciana Féres, ressalta o simbolismo em ter o Grupo Galpão na abertura do Circuito Municipal de Cultura. “Primeiro porque neste ano o grupo mineiro celebra seus 40 anos de trajetória, com toda sua relevância dentro do teatro brasileiro. Além disso, por trazer, em sua história, a tradição do teatro popular e de rua, indo ao encontro também com o propósito do Circuito Municipal de Cultura de democratizar a cultura na cidade, em uma apresentação descentralizada, que ocupará a Praça José Verano, na regional Barreiro”, destaca.

    Antes da apresentação do Grupo Galpão, a partir das 15h, a praça receberá outras ações do Movimento Belo Horizonte + Feliz. A Trupe Circense Circo LAR fará uma oficina de bambolês e uma apresentação de palhaço e contorcionista. O evento também contará com Feirinha de Artesanato e Alimentação, pula-pula e máquina de algodão doce, além de outras atividades com monitores pra crianças.

     

    Encontro da música com o teatro

    Dirigido por Lydia Del Picchia e Simone Ordones, “De Tempo Somos – um sarau do Grupo Galpão” celebra o encontro da música com o teatro, que se tornou marca registrada do grupo em seus 40 anos de história. Reunindo canções, poesia e festa, o espetáculo apresenta 25 músicas do repertório do grupo – de montagens antigas até trabalhos recentes, incluindo canções de workshops –, além de textos sobre a passagem do tempo e o processo de criação artística. O sarau, cuja estreia aconteceu em 2014, lança aos atores o desafio de se reinventarem em cena, se aproximando ainda mais do público, a quem são dedicadas algumas das canções.

    Com direção musical e arranjos de Luiz Rocha, os atores cantam e executam, ao vivo, 25 canções de trabalhos mais antigos como “Corra enquanto é tempo” (1988) e “Álbum de Família” (1990); passando também por “Romeu e Julieta” (1992), “Um Moliére Imaginário” (1997) e “Partido” (1999), chegando até a espetáculos mais recentes como “Tio Vânia” e “Eclipse” (ambos de 2011), além de músicas que surgiram em workshops internos e que chegam a público pela primeira vez. No repertório, as músicas autorais se entrelaçam a versões de Chiquinha Gonzaga, Lamartine Babo, Kurt Weil, Fito Páez, Caetano e Gil, entre outras.

    A programação completa das atividades do Circuito Municipal de Cultura do mês de setembro será divulgada em breve, nos canais da PBH, e conta com espetáculos de dança, shows musicais, sessões de cinema, teatro e atividades relacionadas aos Mestres e Mestras da cultura popular de Belo Horizonte.

     

    Cadastramento

    O Circuito Municipal de Cultura está com cadastramento aberto para propostas artísticas e culturais que poderão compor a programação de 2022 e 2023. As inscrições acontecem até as 23h59 do dia 2 de outubro, por meio de formulário on-line disponível no site www.circuitomunicipaldecultura.com.br.

    Por meio de chamamento público, serão selecionadas, no mínimo, 70 atrações. As linguagens artísticas compreendem artes visuais, cinema, circo, cultura popular e urbana, dança, literatura, música e teatro. Presencias e, em alguns casos híbridas, as apresentações poderão integrar as agendas dos equipamentos culturais municipais e dos sete centros culturais de BH. Os cachês podem chegar a R$3.100 (três mil e cem reais).

     

    Sobre o Circuito Municipal de Cultura

    O Circuito Municipal de Cultura, projeto estratégico da Prefeitura Municipal de Belo Horizonte, tem como objetivo promover a descentralização e a democratização do acesso a uma ampla programação artístico-cultural, atendendo a todas as regionais da cidade, valorizando e fomentando a produção cultural local dos diversos territórios da cidade. 

    O Circuito Municipal de Cultura oferece programação contínua, em diversos formatos, a partir de ações descentralizadas nas nove regionais da PBH. São realizados shows, espetáculos cênicos, intervenções urbanas, exibição de filmes e mostras temáticas, além de atividades de reflexão e formação.

    Lançado em dezembro de 2019, o Circuito Municipal de Cultura mantém, nesta nova etapa, iniciada em julho de 2022, o compromisso de oferecer programação cultural de plural, com atrações gratuitas para todas as faixas etárias, destacando a produção cultural local em todos os seus territórios e manifestações. O Circuito já realizou 628 apresentações nos espaços públicos das nove regionais da cidade, alcançando um público de mais de 700 mil pessoas, e contou com a participação de mais de 3.700 trabalhadores, entre artistas, Mestres da cultura popular, produtores e técnicos, reforçando seu importante papel de fomento, principalmente no período da pandemia de Covid-19. 

     

    Sobre o Movimento Belo Horizonte + Feliz

    O Movimento Belo Horizonte + Feliz busca dinamizar a vida cultural, social, turística, urbana e econômica da cidade. O projeto foi criado para estimular a realização de atividades regulares e regionalizadas de lazer, arte, cultura, turismo, gastronomia e esportes em espaços públicos de Belo Horizonte, como praças e parques. O principal objetivo é promover uma ação democrática e participativa, com o fomento da economia criativa e local, estimulando o convívio, o senso de comunidade e o desenvolvimento da cidadania em toda a capital.

     


    SERVIÇO

    Lançamento programação Circuito Municipal de Cultura - Ano III

    Grupo Galpão apresenta “De Tempo Somos”

    Quando? Dia 11/9, domingo, às 18h

    Onde? Praça José Verano, S/N - Barreiro de Cima 

    Quanto? Gratuito 

    Circuito nas redes: Site | Instagram | Facebook | YouTube