Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • Espetáculo: Desesperados
    Espetáculo: Desesperados
    Espetáculo: Desesperados

    A comédia que é sucesso de público e crítica no Rio de Janeiro e em São Paulo chega a Belo Horizonte no mês de junho em curtíssima temporada.

    Intitulada pelo público como "comédia inteligente", Desesperados aborda temas socialmente importantes: ansiedade, depressão e solidão.

    O espetáculo gira em torno de três personagens principais: Bia, Marcondes e Ricardo, todos sofrem de depressão e carência. De tão problemáticos que são, a situação vivida por cada um deles acaba se tornando uma hilária comédia que promete arrancar boas gargalhadas da plateia.

    Sucesso de público na última Campanha de Popularização do Teatro e da Dança de Minas Gerais, Desesperados volta em cartaz em Belo Horizonte no Sesc Palladium.

  • Espetáculo: Desesperados
    Espetáculo: Desesperados
    Espetáculo: Desesperados

    Desesperados é uma comédia que aborda temas socialmente importantes: ansiedade, depressão e solidão. 

    O espetáculo gira em torno de três personagens principais: Bia, Marcondes e Ricardo, todos eles sofrem de depressão e carência. 

    De tão problemáticos que são, a tragédia vivida por cada um deles acaba se tornando uma hilária comédia que promete arrancar boas risadas da plateia.

  • Espetáculo: “Desesperados (o jogo) ou um número poético em meio à multidão”
    Espetáculo: “Desesperados (o jogo) ou um número poético em meio à multidão”
    Espetáculo: “Desesperados (o jogo) ou um número poético em meio à multidão”

    O Complexo Cultural Funarte MG recebe, entre os dias 04 e 08 de julho, de sexta a terça-feira, os graduandos do curso de Teatro da Escola de Belas Artes da UFMG com o espetáculo “Desesperados (o jogo) ou um número poético em meio à multidão”. Os ingressos custam R$20,00 (inteira) e podem ser adquiridos através do sympla ou na portaria do teatro 1 hora antes do início da apresentação. O espetáculo foi construído a partir de pesquisas realizadas sobre o universo da música eletrônica - com suas raves e festivais - e de um recorte contextual das boates e baladas a partir da década de 70. 

    Agregado a isso, foi utilizada a premissa da obra “The shoot horses, Don’t they?”, de Horace McCoy, como livre inspiração. Através de metáforas - sutis ou escancaradas - e de diálogos regados a “batidas sonoras pulsantes", objetiva-se suscitar uma reflexão sobre as relações humanas na contemporaneidade e as dificuldades enfrentadas por quem escolhe ser artista em nossa sociedade. Com direção e dramaturgia de Júlio Vianna, o espetáculo mescla as linguagens do teatro e do vídeo, dando continuidade à pesquisa realizada pelo diretor - tanto em sua carreira artística quanto acadêmica - nos últimos anos. A dramaturgia do espetáculo foi construída durante o processo de ensaios, a partir de experimentações e laboratórios, envolvendo estilos musicais diversos, principalmente música eletrônica, e vertentes que dialogam ou são influenciadas por esse gênero.

    Para o processo de pesquisa e criação da caracterização das personagens, da Iluminação e da cenografia foram convidados alunos da Graduação em Teatro e de outros cursos da universidade - como o Design de Moda, e alunos da Pós-graduação da Escola de Belas Artes, que desenvolveram o trabalho sob a orientação dos professores Júlio Vianna e Ed Andrade. Para a criação videográfica, Vianna criou um roteiro que mescla projeção de cenas transmitidas ao vivo e gravadas. Foi convidado o videomaker Rafael Sandim que, além de operar a câmera durante as apresentações, também cria, em diálogo com o diretor, a fotografia das cenas.