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  • Espetáculo: Deus da Carnificina
    Espetáculo: Deus da Carnificina
    Espetáculo: Deus da Carnificina

    “Deus da Carnificina” estreia no dia 23, sexta-feira, às 20h, no Teatro Feluma.

    O espetáculo da Cia da Farsa retrata a história de dois casais que se encontram para tentar resolver um pequeno incidente: o filho de um quebrou os dois dentes do filho do outro. O encontro começa bem, dentro da polidez que caracteriza os casais modernos e educados. Mas aos poucos a conversa toma caminhos inesperados.

    A direção é de Sérgio Abritta, a produção executiva de Alexandre Toledo. Cenários e iluminação de Yuri Simon e a trilha musical originalmente composta por Márcio Monteiro. Em cena: Alexandre Toledo, Andrea Quaresma, Fafá Fernandes e Marcus Labatti.

  • Divulgação Espetáculo Deus da Carnificina
    Divulgação Espetáculo Deus da Carnificina
    Espetáculo: Deus da Carnificina, com Cia da Farsa

    Teatro Marília recebe o espetáculo "Deus Carnificina", com a Cia da Farsa. 

    Dois casais se encontram para tentar resolver um pequeno incidente: o filho de um quebrou os dois dentes do filho do outro. O encontro começa bem, dentro da polidez que caracteriza os casais modernos e educados. Mas aos poucos a conversa toma caminhos inesperados e o que era cortesia e refinamento se torna intimidação e violência.

    A linha tênue entre a civilidade e a barbárie está prestes a ser ultrapassada. É a segunda vez que Alexandre Toledo e Sérgio Abritta se debruçam sobre a obra de Yasmina Reza. A aclamada autora francesa montada em todo o mundo já teve algumas de suas obras montadas no Rio e em São Paulo. Em Minas Gerais, o texto “Arte”, foi montado em 2019 também por Sérgio Abritta e Alexandre Toledo na produção. O espetáculo recebeu cinco indicações para o prêmio Copasa/Sinparc de 2020, incluindo a de melhor espetáculo adulto do ano. Agora é a vez de levar ao palco o mais famoso dos textos de Yasmina Reza, “Deus da Carnificina”.

    A direção é de Sérgio Abritta, a produção executiva de Alexandre Toledo. Cenários e iluminação de Yuri Simon e a trilha musical originalmente composta por Márcio Monteiro. Em cena: Alexandre Toledo, Andrea Quaresma, Fafá Fernandes e Marcus Labatti. Produção: Alexandre Toledo Produções Artísticas/Cia da Farsa

    • Cia da Farsa
    • Produção: Alexandre Toledo
    • Datas:   16,17,18 e 19 de junho
    • Dias e Horários: Quinta a sábado ás 20:00hs e domingo ás 19:00hs
    • Gênero: Comédia Dramática
    • Duração: 80 minutos
    • Classificação: 14 anos
    • Ingressos:R$40,00 (Inteira), R$20,00 (Meia) ou pelo site www.diskingressos.com.br
    • Obs.: Retirada ou compra na bilheteria do Teatro 2h antes do espetáculo

    *Espetáculo selecionado por meio do Edital de Chamamento para Uso e Ocupação dos Teatros Públicos Municipais.

     

  • Espetáculo: "Deus da Carnificina"
    Espetáculo: "Deus da Carnificina"
    Espetáculo: “Deus da Carnificina” | Palácio das Artes

    No dia 22 de outubro, sábado, o espetáculo “Deus da Carnificina”, montagem que celebra os 20 anos da Cia da Farsa, volta ao Palácio das Artes. Com direção de Sérgio Abritta, o espetáculo traz texto inédito da roteirista, romancista e atriz francesa Yasmina Reza. O drama contemporâneo tem classificação indicativa de 12 anos.

    “Fazer 20 anos de companhia é o mesmo que um casamento. No nosso caso, com o teatro, e numa perspectiva centrada em apresentar, aos espectadores, textos de qualidade, bem construídos, com personagens definidas, que tragam um debate numa perspectiva contemporânea. Para nós, mais que a forma, o conteúdo é importante”, explica Alexandre Toledo, ator e fundador da Cia. da Farsa.

    Atualmente formada por Toledo, Marcus Labatti e Alex Zanon, a Cia da Farsa nasce em 2002 com a montagem do texto Tribobó City, e pouco depois, estreia “A Farsa da boa preguiça” (2003), espetáculo que rende prêmios ao grupo. Desde então, passa por diversas formações, estéticas, diretores e autores – muitos deles nacionais, como Maria Clara Machado, Ariano Suassuna, Nelson Rodrigues, e mais recentemente, Sérgio Abritta. “Sérgio é um namoro antigo que começa com ‘Adultérios e outras pequenas traições’ (2014) – comédia da companhia escrita e dirigida por ele. Temos muito em comum: gostamos de um teatro de texto com discussões atuais que abordam as relações humanas, amorosas, políticas. Daí o desejo de montar ‘Arte’ (2019), também de Yasmina Reza, e, logo após, ‘Wilde.Re/Construído’, com o qual ganhamos o ‘Prêmio Palco em Cena’, do Brasil Valourec, em 2020. ‘Deus da Carnificina’ veio, em seguida, como caminho natural”, conta Toledo.

    Em “Deus da Carnificina”, dois casais se reúnem para tentar resolver um pequeno incidente: o filho de um quebrou os dentes do filho do outro. Tudo começa bem, dentro da polidez que caracteriza os casais modernos e educados. Aos poucos, a conversa toma caminhos inesperados e o que era cortesia e refinamento se torna intimidação e violência. A linha tênue entre a civilidade e a barbárie está prestes a ser ultrapassada. “Yasmina faz uma reflexão sobre a sociedade ocidental e sua capa de civilidade, da necessidade urgente de repensarmos nossas relações em comunidade, antes que a violência se instaure definitivamente”, comenta Sérgio Abritta.

    Em cena, os atores Alexandre Toledo, Andréia Quaresma, Flávia Fernandes e Marcus Labatti são separados do público por estruturas metálicas que lembram uma grande gaiola. Segundo o cenógrafo Yuri Simon, “o elenco queria que tivesse algum elemento visual que provocasse o público. Além disso, a autora sugere uma cenografia não realista. Daí me ocorreu a ideia de propor uma identificação dessas personagens como feras que estão presas nesta gaiola”, explica.

    Aprisionados em suas questões, durante 85 minutos as personagens conduzem o espectador a experimentar climas diversos que vão da comicidade à violência. “Há uma constante tentativa de finalizar uma discussão iniciada, mas são incapazes de chegar a uma conclusão. Vivem uma constante necessidade de retorno ao conflito. Todo mobiliário cênico, que figurativamente representa uma sala de estar, adota um estilo industrial, e conforme sua configuração, insinua uma neutralidade e um despojamento estético que também nos remetem às peças de um viveiro de metal”, acrescenta.

    Além do cenário, Yuri também assina a iluminação. “A proposta é criar uma cena mais clara, com uma tonalidade branco quente que escurece, em alguns momentos, dando maior visibilidade aos recortes e efeitos das marcações dramáticas. Além disso a iluminação se aproveita da projeção em vídeo de Antonionne Leone para criar texturas e composições rítmicas, em diálogo com a sonoplastia de Márcio Monteiro”, conclui.