Noturno Museus - 2022 - Museus

Content Builder
  • Espetáculo: “A Última Entrevista de Marília Gabriela”
    Espetáculo: “A Última Entrevista de Marília Gabriela”
    Espetáculo: “A Última Entrevista de Marília Gabriela”

    Marília Gabriela encara sua última entrevista, desta vez como entrevistada de seu filho caçula, Theodoro Cochrane.

    Em “A Última Entrevista de Marília Gabriela”, ficção e realidade se confundem em um programa ao vivo no teatro.

    Feminismo, etarismo e conflitos geracionais permeiam a trama, que explora, com brutal honestidade, a complexa relação entre mãe e filho.

    Sem a quarta parede, o público participa ativamente, incluindo o icônico bate-bola, em uma experiência que emociona e provoca reflexões.

  • Flyer de divulgação do evento, fotografia ao fundo do grupo teatral e texto com informações
    Flyer de divulgação do evento, fotografia ao fundo do grupo teatral e texto com informações
    Espetáculo: “A Última Ópera”

    Após quatro temporadas de sucesso e consolidado como uma das produções mais impactantes da cena mineira contemporânea, o espetáculo “A Última Ópera” (também conhecido como Ópera Massacre) retorna aos palcos para uma apresentação única. No dia 31 de janeiro, às 20h, o Grande Teatro Sesiminas recebe a montagem, que integra a 51ª Campanha de Popularização do Teatro e da Dança de Belo Horizonte.

    Com texto e direção de Gustavo Des, a obra transita pelo Teatro do Absurdo e propõe uma experiência sensorial intensa e provocadora. A trama acompanha uma família disfuncional confrontada pelo retorno improvável de sua matriarca — uma diva da ópera outrora celebrada, dada como morta, que ressurge em estado de extrema vulnerabilidade.

    A peça aborda temas como etarismo, machismo e saúde mental, equilibrando densidade dramática com humor ácido e irreverente, que provoca o riso ao mesmo tempo em que gera desconforto. A encenação amplia a experiência do público por meio de estímulos sensoriais, incluindo aromas específicos e uma paisagem sonora desconcertante. Embora não seja um musical, a trilha sonora — com obras de Vivaldi, Chopin e Mozart — assume papel dramatúrgico, evocando o glamour decadente e a tensão constante da narrativa.

    Desde sua estreia, em 2022, “A Última Ópera” vem sendo amplamente elogiada pela crítica especializada. O espetáculo recebeu avaliação máxima do crítico Ivo Costa, foi definido pelo autor Vander André Araújo como um “show de interpretação teatral” e figurou por dois anos consecutivos nas listas de recomendações do portal Culturadoria. A montagem também ganhou destaque no jornal Estado de Minas por sua ousadia estética e potência cênica.

    A apresentação no Sesiminas será a única oportunidade de conferir o espetáculo nesta edição da Campanha de Popularização.

  • Espetáculo: A Última Ópera
    Espetáculo: A Última Ópera
    Espetáculo: A Última Ópera

    Após conquistar crítica e público, o espetáculo “A Última Ópera” retorna a Belo Horizonte para mais uma temporada de apresentações impactantes. Aclamada por sua ousadia estética e temática, a montagem escrita e dirigida por Gustavo Des é uma tragicomédia sensorial que mergulha nos dilemas mais profundos da condição humana. Inspirada no Teatro do Absurdo, a peça aborda temas como etarismo, abandono de incapaz, machismo, guerras e transtornos mentais, propondo reflexões urgentes sobre a sociedade contemporânea.

    No palco, sete artistas dão vida a uma família disfuncional, confrontada pelo retorno inesperado da matriarca, antes dada como morta. A partilha de bens, a agonia da espera e os conflitos não resolvidos se transformam em um jogo cênico inquietante, recheado de aromas, tique-taques sombrios e ironia fina — um espetáculo que mexe com os sentidos e provoca profundas reflexões. “A Última Ópera” se desenrola no interior de uma casa onde o tempo parece estagnado. O reaparecimento de uma figura materna que todos acreditavam ter enterrado — literal e simbolicamente — implode qualquer possibilidade de harmonia. Vulnerável e em silêncio, a matriarca torna-se símbolo de tudo aquilo que os filhos tentaram esquecer. 

    Em vez de acolhimento, o que se vê é uma luta por herança, memórias distorcidas e espaços de poder. O cotidiano vira pesadelo: a linguagem falha, o afeto escapa, e os personagens afundam num ciclo de absurdos — entre o cômico e o trágico. Com forte carga simbólica e sensorial, a peça brinca com o desconforto, revelando como as relações familiares, muitas vezes, escondem feridas que insistem em não cicatrizar. Com temporadas esgotadas, presença destacada na Campanha de Popularização do Teatro e da Dança de BH e repercussão em grandes veículos da imprensa mineira, “A Última Ópera” se firma como uma das produções mais potentes da cena teatral recente em Minas.