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  • Foto de capa para o show de Gilberto Mauro, no dia 25 de julho, no Parque lagoa do nado
    Foto de capa para o show de Gilberto Mauro, no dia 25 de julho, no Parque lagoa do nado
    Espetáculo: "As Sete Cirandas Místicas" de Gilberto Mauro

    Mais de três décadas de pesquisa e criação musical resultam em um espetáculo que une música de concerto, canção, rock progressivo e experimentação sonora. É essa trajetória que o compositor mineiro Gilberto Mauro apresenta ao público em As Sete Cirandas Místicas, projeto que estreia  Teatro de Arena do Parque Lagoa do Nado. 

    Com entrada gratuita, o espetáculo reúne 14 músicos em cena e marca o lançamento de um álbum duplo, que apresenta uma mesma obra em duas linguagens musicais: uma concebida para quarteto de cordas e outra em formato de banda, ampliando as possibilidades estéticas da composição.

    Mais do que lançar dois discos, o projeto convida o público a acompanhar o percurso criativo de uma mesma composição sob perspectivas distintas. Enquanto a versão camerística evidencia a arquitetura melódica e contrapontística da escrita musical, a formação em grupo incorpora voz, guitarras, instrumentos populares e novas texturas sonoras, estabelecendo um diálogo entre diferentes tradições musicais.

  • Espetáculo - Assombração sabe para quem aparece
    Espetáculo - Assombração sabe para quem aparece
    Espetáculo - Assombração sabe para quem aparece

    Nos dias 21 e 22 de setembro, vai acontecer no Teatro da Biblioteca Pública Estadual de Minas Gerais, o espetáculo "Assombração sabe pra quem aparece". A peça é um show de humor e suspense com causos do tempo em que as famílias se reuniam em volta da fogueira e do fogão a lenha, com a linguagem regional e uma trilha de arrepiar, levando o espectador a se ver no meio do mato, em uma noite de lua cheia. Essa peça é inspirada raízes e tradições mineiras, com personagens hilários e suas assombrações, Saci, Lobisomem, Homem Bicho, Curupira e outros seres do imaginário popular que vagam nas noites de lua cheia e nos alertam sobre os valores perenes, a natureza e a responsabilidade quanto à preservação do mundo atual. Além de proporcionar muitos risos e sustos, o show é carregado de valores e lembranças que reforçam a memória afetiva de Minas. 

  • Créditos: Igor Cerqueira
    Créditos: Igor Cerqueira
    Espetáculo: “Assuviá pra Chamar o Vento”


    Parque Municipal — Teatro Francisco Nunes


    A Breve Cia comemora dez anos de existência com a estreia do novo espetáculo “Assuviá pra Chamar o Vento”. A peça, que conta com atuação de Anair Patrícia e Renata Paz, aborda questões como infâncias, masculinidades e afeto. Permeada por pagode e funk, a peça dança com as sonoridades do vento que faz curva nos becos e caixinhas de som que ecoam memórias. Dirigido por Eli Nunes e com dramaturgia de Amora Tito, o espetáculo faz parte do projeto da Maldita Cia, a Cena 3x4, junto a outros grupos de Belo Horizonte, como a Cia da Farsa, Conjunto Vazio e Coletivo Contraponto Experiência.


    CLASSIFICAÇÃO: 14 anos


    ACESSIBILIDADE: LIBRAS (dupla 1); Monitoria; Audiodescrição


    A Breve Cia, composta das artistas fundadoras Anair Patrícia e Renata Paz, desenvolve ações culturais por meio do teatro, pedagogias e poéticas negrorreferenciadas com ênfase em dramaturgias negras, escrevivências, oralituras e o teatro de ocupação. Assentada desde 2016, a companhia se dedica à ampliação das narrativas negras e de corpos dissidentes a partir da afirmação de identidades plurais, celebração afetiva e política de corpos negros femininos, evidenciando protagonismos, memórias ancestrais e processos de reinvenção, fabulação e continuidade na diáspora negra brasileira.

    Por meio da Breve Cursos Livres, realiza formações, oficinas e cursos com bolsas sociais para mulheres negras e pessoas trans, promovendo democratização do acesso à arte, fortalecimento identitário e formação crítica. Com a cena curta “Aparecida”, venceu o 1° lugar do júri popular no 12° Niterói em Cena – Festival Internacional de Teatro, esteve entre as cenas vencedoras do 19° Festival Cenas Curtas do Galpão Cine Horto, recebeu o reconhecimento de melhor texto na Mostra CAW Nacional de Teatro e foi premiada na categoria “Afrografias – atuação” no Prêmio Leda Maria Martins. Com “Uma, Outra”, foi vencedora do Cena Espetáculo Galpão em 2020. Com “Dar à Luz”, recebeu o Prêmio Leda Maria Martins na categoria “Afrografias – atuação”. O espetáculo “Querença” foi vencedor do Festival de Cenas Curtas do Galpão Cine Horto e circulou por três Centros Culturais de Belo Horizonte pelo edital Descentra, além de apresentações na Mostra TU da UFMG e no Teatro Francisco Nunes.