Noturno Museus - 2022 - Museus

Content Builder
  • Espetáculo: "Dorotéia"
    Espetáculo: "Dorotéia"
    Espetáculo: "Dorotéia"

    De 18 a 20 de julho, sexta e sábado, às 20h e domingo, às 19h, o Fócu - Grupo de Teatro leva sua montagem da obra "Dorotéia", de Nelson Rodrigues, aos palcos do Complexo Cultural Funarte MG. 

    Os ingressos podem ser adquiridos pelo sympla. Inspirados pela irreverência, humor e tragicidade hereditários do texto, o grupo derrama o vanguardismo do teatro físico sobre essa “farsa irresponsável" que facilmente se confunde com uma tragédia clássica.

     Goles de surrealismo, garfadas de mitos fugazes e pedaços de epopéias épicas, servidos ao molho da inexorável vitória da morte sobre a vida. Em cena, os atores dançam entre o fatídico, o risível e o grotesco.

    Seria uma chanchada, sem tirar nem pôr, se não fosse um Teatro Desagradável de Nelson.

  • Espetáculo: "Dos Filhos deste Solo"
    Espetáculo: "Dos Filhos deste Solo"
    Espetáculo: "Dos Filhos deste Solo"

    O Centro de Formação Artística e Tecnológica (Cefart) apresenta o espetáculo de formatura do Curso Técnico de Dança, intitulado “Dos filhos deste solo”. Sob a direção coreográfica dos professores Patrícia Werneck e Rodrigo Gièse, a apresentação ocorrerá no dia 25 de junho, terça-feira, às 19h, no Teatro Feluma. A entrada é gratuita, e “Dos filhos deste solo” é o resultado do trabalho de conclusão da turma de formandos do 3º Ano Técnico do Curso de Dança.

    O espetáculo é fruto de um intenso processo de pesquisa coreográfica que envolve criação de textos, exploração de movimento, voz e texturas sonoras. Os intérpretes-criadores Ana Zolini, Duda Saturnino, Késia Noemy, Lucas Mendes, Lucy Teles, Luiz Marques, Marina Machado, Meryellen, Pedro Demétrio, Sanielle Leal, Tamires Dantas e Vitória Oliveira trazem ao palco uma reflexão sobre os aspectos simbólicos e vividos da existência dos corpos na sociedade brasileira contemporânea.

    Sobre o espetáculo:

    “Dos filhos deste solo” surgiu a partir das sugestões e vivências da turma, que é composta por doze integrantes, de 18 a 26 anos. “Durante o processo, os alunos vieram com imagens de cenas, falavam de calor e frescor, de cores, brasilidades e críticas. Eles queriam incluir coisas que tivessem a ver com o povo, além de não ficar preso a nenhum tipo de música específica. A ideia era fazer um espetáculo de abordagem contemporânea, mas que pudesse ter várias possibilidades de danças e ainda falar um pouco da vivência de cada um nesses três anos do curso”, explica a professora Patrícia Werneck. Ela, que foi a responsável pela direção coreográfica juntamente com Rodrigo Gièse, conta que, na medida em que o processo de elaboração do espetáculo foi caminhando, o que apareceu e ficou muito forte foram críticas ao Brasil. “Os alunos falaram que queriam fazer uma crítica. Eu falei ‘tá, qual crítica cada um de vocês tem?’. Então eles trouxeram a primeira versão em forma de texto e aí esse texto foi virando corpo, foi virando movimento”, conta. 

    O espetáculo tem um caráter coletivo muito forte, apesar de ter também momentos de solo pequenos e mais individuais. Na maior parte do tempo, a turma está junta. “Estamos transitando por essas questões da crítica e de qual o mundo que eu quero. A gente fala do Brasil, mas algumas coisas que o espetáculo traz são gerais”, conta a professora Patrícia Werneck. Para ela, o maior desafio foi dar início à elaboração da apresentação, diante dessa amplitude de desejos dos alunos. “Eram muitas coisas, porque eles compilaram, de fato, os desejos dos doze. A gente tinha um desafio que era começar e ver o que vem. Em muitos momentos, eu e o Rodrigo falávamos ‘nossa, eles estão falando de festa, mas estão trazendo uma coisa mais pesada’. Isso mais lá para trás. Depois chegamos num ponto em que a gente transita pelo delicado. Tem uma cena, inclusive, que se chama Delicada, e tem outras coisas que são mais de protesto, de indignação”, adianta.

  • Espetáculo: “Do sopro do outro” - Quik Cia de Dança
    Espetáculo: “Do sopro do outro” - Quik Cia de Dança
    Espetáculo: “Do sopro do outro” - Quik Cia de Dança

    Em setembro e outubro deste ano, quem passar por parques e praças da capital mineira, pode se surpreender com o movimento dos performers/bailarinos de “O Sopro do Outro” - novo trabalho da Quik. Cia de Dança, com direção de Marcelo Castro (Ex-Espanca!), que estreia no dia 14.09, sábado, às 16h, na Praça JK (Sion).

     Em seguida, a performance circula por mais sete espaços de BH:

     19/09, quinta, às 14h30, no Centro Cultural Venda Nova (Jardim dos Comerciários)

    21/09, sábado, às 16h, no Parque Municipal (Centro)

    22/09, domingo, às 15h30, no CRCP – Lagoa do Nado (Itapoã)

    25/09, quarta, às 19h15, no Centro Cultural Salgado Filho

    26/09, quinta, às 14h, no Centro de Referência da Pessoa Idosa (Caiçara)

    05/10, sábado, às 16h, na Praça Floriano Peixoto (Santa Efigênia), e, por fim, no dia 06/10, domingo, às 16h, no Parque Jacques Cousteau (Betânia). 

    O acesso é gratuito.