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  • Espetáculo: E ainda assim se levantar – Cia. Luna Lunera – Verão Arte Contemporânea
    Espetáculo: E ainda assim se levantar – Cia. Luna Lunera – Verão Arte Contemporânea
    Espetáculo: E ainda assim se levantar – Cia. Luna Lunera – Verão Arte Contemporânea

    O Centro Cultural Minas Tênis Clube apresenta E ainda assim se levantar – Cia. Luna Lunera – Verão Arte Contemporânea.

    Com direção de Isabela Paes, o ponto de partida para a criação do espetáculo, que celebra a maioridade da Companhia, foi o projeto de pesquisa “a potência da precariedade”, que durante todo o processo de criação levantou questões que buscam identificar como podemos encontrar força em situações de iminente esgotamento, pessoal, social ou político.

    Com atuação de Anderson Luri, Cláudio Dias e Letícia Castilho, o espetáculo aposta na reconfiguração da proposta de história, personagens e cenário para dar lugar à potência dos corpos como principal instrumento de criação.


    Classificação: 16 anos

  • Espetáculo: "Ecos" | Espaço Comum Luiz Estrela
    Espetáculo: "Ecos" | Espaço Comum Luiz Estrela
    Espetáculo: "Ecos" | Espaço Comum Luiz Estrela

    Na próxima segunda, dia 29, as 20h, o Espaço Comum Luiz Estrela tem a honra de receber em seu pátio a Cia de Dança Garopaba Atitude, vinda de Santa Catarina, com o espetáculo ECOS!

    O espetáculo conta histórias a partir das relações entre a cultura afro-diaspórica e o Breaking, principal linguagem expressiva da companhia.

    Ecos é inspirado na relação entre a presença e a invisibilidade de duas comunidades quilombolas situados em Garopaba, cidade sede da Companhia Atitude. 

    Nesta peça, a dança se torna um ritual sincrético que convoca a dança de rua, incorpora a sinuosidade das danças africanas e invoca os simbolismos de cultos afro-brasileiros, para criar uma corporeidade que recusa uma definição única.

    Mais que um simples espetáculo, Ecos é um rito que reconhece a força da ancestralidade e honra a resistência de um povo historicamente marcado por violências e opressões.

    *O espetáculo é gratuito e terá uma única apresentação em Belo Horizonte.

     

  • Espetáculo: "Édipo eu" Militantes em cena
    Espetáculo: "Édipo eu" Militantes em cena
    Espetáculo: "Édipo eu" Jitman Vibranovski

    O ator e diretor Jitman Vibranovski comemora 60 anos de carreira militando em cena com Édipo, tragédia da imortalizada trilogia tebana de Sófocles.

    Dirigido, adaptado e interpretado por Jitman, Édipo estreou em março deste ano no Rio de Janeiro, onde segue em cartaz, e o sucesso da peça de quase dois mil e quinhentos anos está na preservação do texto original com a habilidade de a ele ser adicionado o eu. Mas não só.

    Sozinho, Jitman encena sete personagens. Do mesmo corpo-cena falam Jocasta, Creonte, Tirésias, o próprio Édipo, e mais o sacerdote do povo, o mensageiro e o criado. Tudo junto numa só pessoa, mas não misturado. Cada um materializado e marcado em gestos e prosódias que expressam, sem corte, a razão e a paixão, em ambiente sem cenário e figurino performático. Apenas um terno para vestir a nudez do eu desse Édipo peculiar elaborado a partir das essencialidades.

    Como declarou uma espectadora no debate que acontece a todo final de sessão, “Jitman consegue nos levar não só para Tebas, mas para o encontro de nós mesmos com a nossa história”.