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  • Espetáculo: "Barnum – “O Rei do Show” - Minascentro
    Espetáculo: "Barnum – “O Rei do Show” - Minascentro
    Espetáculo: "Barnum – “O Rei do Show” - Minascentro

    “Barnum – O Rei do Show” se apresenta em Belo Horizonte após conquistar público e crítica em São Paulo e Rio de Janeiro.

    Com Guilherme Logullo na corda bamba e Kiara Sasso no elenco, musical circense aterrissa pela primeira vez no País com versão brasileira de Claudio Botelho.

    “Barnum – O Rei do Show”, um dos mais cultuados musicais da história – que recebeu desde sua estreia, na década de 1980, uma dezena de prêmios Tony e até versão para o cinema – finalmente ganha uma versão brasileira.

    Para a empreitada – que aqui ganha versão brasileira de Claudio Botelho, direção de Gustavo Barchilon, coreografia/direção de movimento de Alonso Barros e direção musical de Thiago Gimenes – foram escalados Guilherme Logullo para o papel-título e Kiara Sasso na pele da poderosa Charity – outros destaques são as atrizes Renata Ricci dando vida a antagonista Jenny Lind e Valéria Barcelos no papel da mítica Joice Heth.

    O elenco estelar dará vida a uma história real que ganhou, no decorrer de sua história, fãs, lendas e muita especulação. Enredo este que nos dias atuais ainda levanta debates importantes que ajudam a contar e a refletir sobre a humanidade, a igualdade e, claro, a inclusão.

    Barnum, como o nome aponta, é o musical baseado na vida do showman e empresário do ramo do entretenimento Phineas Taylor Barnum, cujo mais famoso empreendimento foi um museu itinerante que era uma mistura de circo, zoológico e personagens freaks, com destaque, por exemplo, para uma mulher de 160 anos.

  • Espetáculo: Barravento - Grupo Corpolítico
    Espetáculo: Barravento - Grupo Corpolítico
    Espetáculo: "Barravento" - Grupo Corpolítico

    Com uma narrativa musical composta por dança contemporânea e releituras dos movimentos Soul e Passinho de BH, o grupo Corpolitico apresenta o espetáculo Barravento que traz uma linha cronológica das sonoridades afro brasileiras até chegar ao funk nacional da atualidade, enfatizando suas raízes nos ritmos do candomblé, Barravento e o Congo de Ouro.

    A estreia de Barravento será na sexta-feira (19/05), às 20h, no Teatro Francisco Nunes.

    Antes disso, diferentes espaços culturais receberão uma prévia com recortes do espetáculo.

    A entrada é gratuita. Barravento surgiu da proposta do evento Ocupar Espaços em 2019, realizado no Centro de Referência das Juventudes (CRJ).

    A convite da ONG Oficina de Imagens, o grupo CorpolItico traçou um diálogo entre dança e tecnologias experimentais de iluminação, tendo o funk como tema central, com o intuito de trazer protagonismo às emergentes manifestações das juventudes.

    “O espetáculo Barravento vem pra ser algo divertido, pra quem dança e pra quem assiste, e principalmente dar protagonismo a diversidade de corpos, ritmos, expressões, vistas a margem muitas vezes, e de forma muito séria propomos a despretensão.

    A cena artística precisa entender que o público se sente distante, e pouco representado, a juventude se interessa por aquilo que está próximo e essa foi a maior inspiração para a criação do espetáculo: algo que despertasse o interesse dos jovens que ocupam o Centro de Referência de Juventudes”, explica um dos diretores artísticos, Leonardo Molina.

    Com nove bailarinos em cena, Barravento remonta a um percurso transatlântico dos ritmos e gestos, trazidos do povo Bantu, Malê, Yoruba, Nagô.

    Inspirado nos ritmos do candomblé que originou o funk como é conhecido hoje, os bailarinos mergulham em sonoridades, demonstrando profundo respeito à natureza, aos ancestrais, e à infinita possibilidade das juventudes.

    A produção faz uma linha abstrata homenageando culturas periféricas e dando palco às singularidades emergentes.

    O projeto é realizado pelo Edital Lmic 2020 – Fundo Municipal de Cultura. “Além das sonoridades africanas, também referenciamos o espetáculo no filme Barravento, do diretor Glauber Rocha, que conta o romance de um pescador que recebe a benção da Iemanjá para navegar nos mares com a tripulação e garantir alimentação e renda da população local.

    O pescador abençoado não pode se relacionar com outras pessoas, senão perde a bênção e se torna vulnerável aos males que podem ocorrer quando em alto-mar.

    O pescador cai em tentação e se relaciona carnalmente com uma moradora local, perdendo a benção e trazendo vulnerabilidade para toda vila”, explica Rudson Rocha, um dos diretores artísticos da montagem.

  • Espetáculo: "Batalha" - Espaço Comum Luiz Estrela/ Casa Circo Gamarra
    Espetáculo: "Batalha" - Espaço Comum Luiz Estrela/ Casa Circo Gamarra
    Espetáculo: "Batalha" - Espaço Comum Luiz Estrela/ Casa Circo Gamarra

    Dagmar Bedê estreia “Batalha”, o seu novo solo, de 8 a 11 de setembro de 2022 em BH.

    O espetáculo traz referências da palhaçaria e da arte drag. O cenário é um ringue de luta livre. Em cena, uma personagem que dribla a própria ruína e está se preparando para uma grande batalha.

    Este é o mote da dramaturgia do novo espetáculo da multiartista Dagmar Bedê. Com direção de Rafael Bacellar, assistência de direção de David Maurity e dramaturgia de Idylla Silmarovi, o solo “Batalha”, foi criado em diálogo com Dagmar, que há mais de 14 anos atua na cena mineira e nacional, como a palhaça Titica, sendo uma das artistas de referência no movimento de palhaças mulheres na Grande BH.

    O espetáculo mergulha nas referências da palhaçaria, do faquirismo, do universo feminino e da comicidade drag, numa pesquisa da direção e dramaturgia em torno do universo LGBTQIA+.

    A peça tem apresentações nos dias 8 e 9 de setembro, no Espaço Comum Luiz Estrela, e nos dias 10 e 11 de setembro, na Casa Circo Gamarra. Os ingressos gratuitos podem ser retirados sempre 1 hora antes da apresentação em cada local. Nas sessões dos dias 8 e 10, haverá acessibilidade, com a presença de intérprete de libras.

    O processo de criação do espetáculo começou em 2021, através de uma residência artística entre atriz, dramaturgia e direção. Os ensaios continuaram a partir de abril de 2022 e há na pesquisa do trabalho uma busca pela desconstrução das formas tradicionais e eruditas de se fazer arte. A trilha sonora de Davi Fonseca traz referências do universo pop e o figurino da montagem é assinado pelo artista Luiz Dias.

    “Tenho uma pesquisa forte sobre a linguagem de cabaré e para o Batalha fizemos duas residências. A primeira com a Ana Luiza Bellacosta, palhaça, atriz e diretora de Brasília e a outra com a Daniela Rocha-Rosa, circense, excêntrica e diretora”, conta Dagmar, que completa ainda que viveu algumas experimentações, mas encara o espetáculo como uma grande homenagem às mulheres e a comunidade LGBTQIA+, que a ajudou a se reconhecer como artista, mulher e drag.

    “Eu sempre quis estar em cena solo, mas não imaginava que um trabalho com este caráter viria tão cedo. Tenho uma trajetória muito embasada no coletivo, dentro do movimento de mulheres palhaças em BH e também nos coletivos que faço parte, Divinas Tetas, Cia Circunstância e Espaço Comum Luiz Estrela.

    Sou muito fruto do meio. E só sou o que sou porque convivo com essas artistas e todo esse ambiente. Se estou fazendo um espetáculo solo, é porque tenho uma equipe enorme e competente por trás”, finaliza.