Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • Espetáculo: Gustavo Mendes “Aliviado”
    Espetáculo: Gustavo Mendes “Aliviado”
    Espetáculo: Gustavo Mendes “Aliviado”

    Pela primeira vez em Belo Horizonte, o novo espetáculo do artista Gustavo Mendes.

    “Aliviado” é um espetáculo de humor stand-up que celebra o alívio em estarmos vivos depois de alguns anos vivendo situações tão desfavoráveis a nós humanos e a natureza, diz o artista.

    Nesse novo espetáculo, público e comediante comemoram um novo tempo que vivemos, brindando com muito humor, música e gargalhadas.

    São 70 minutos de risadas, com piadas sobre relacionamento, vida no interior, o Brasil de hoje e alguns absurdos dos quais sobrevivemos.

  • Espetáculo: “Habanera” - Coaduna Cia de Dança
    Espetáculo: “Habanera” - Coaduna Cia de Dança
    Espetáculo: “Habanera” - Coaduna Cia de Dança

    O Complexo Cultural Funarte MG recebe, nos dias 18 e 19 de outubro, respectivamente, às 20h e 18h, o espetáculo “Habanera”, que recria um baile de salão da segunda metade do século XIX em Cuba e o transporta para os dias atuais. 

    Os ingressos  podem ser adquiridos no Sympla. 

    Dirigido pelo artista cubano Dadyer Aguilera, “Habanera” incorpora elementos espaciais e movimentos contemporâneos, provocando reflexões sobre questões urgentes: o lugar das mulheres, pessoas LGBTQIAP+, dos corpos negros e das diversas formas de se relacionar. A obra se constrói a partir de relatos pessoais traduzidos nos corpos de sete dançarinas, em uma dramaturgia fluida em que cada artista ora assume o protagonismo, ora a posição de espectadora. 

    No palco, não há simetria ou paridade, mas singularidades que se afinam em um mesmo compasso. Coreografias em pares e em grupo exploram perguntas e respostas corporais que transcendem o estímulo musical, revelando sentimentos, experiências amorosas e vivências que reverberam no contexto sociocultural. 

    Assim como Bizet se inspirou na música El Arreglito, de Sebastián Iradier, para compor a célebre ária Habanera da ópera Carmen, Aguilera toma como referência o álbum En un salón de La Habana: Habaneras y Contradanzas (1830–1855), do grupo espanhol Axivil Criollo, e a própria ópera Carmen — marcada por polêmicas ao questionar o papel da mulher e o ser feminino — para dar vida a esta criação dançante. Junto à Coaduna Cia de Dança, o diretor desenvolve um trabalho investigativo e autoral, somando a contribuição de sete mulheres, artistas de diferentes regiões da Região Metropolitana de Belo Horizonte. 

    Com diversidade de corpos, vivências e contextos socioeconômicos, elas utilizam a dança como ferramenta de questionamento e transformação. 

    Baile-Oficina 

    Ao fim de cada apresentação, o público poderá participar de um baile-oficina, conduzido por Dadyer Aguilera. A atividade, aberta a todas as idades, compartilha parte do processo criativo do espetáculo. Nela, os participantes terão a oportunidade de experimentar passos dos bailes de salão, alternando entre as funções de conduzir e ser conduzido, em um jogo de inversões e descobertas corporais.

  • Imagem de divulgação do teatro
    Imagem de divulgação do teatro
    Espetáculo: Haicais para Diadorim "Para os Amantes Tornados Invisíveis"

    “Haicais para Diadorim – para os amantes tornados invisíveis” é uma criação teatral a partir do texto homônimo do autor mineiro, sertanejo d’Abadia, Carlos Viegas, que apresenta uma poética forte, sensível e inédita. 

    Na cena, como em uma tradução do haicai para a linguagem teatral, a peça se compõe em ritmos e dinâmicas para falar sobre a relação de Diadorim e Riobaldo: se o texto revela a alma de um sertanejo invadida pelo amor e pelo desejo, a cena tece o cotidiano entre os personagens, buscando a mais concisa e poética apreensão do presente. 

    O autor, Carlos Viegas, apreende , em seu texto, a delicadeza dos sentimentos e, ao mesmo tempo a crueza do amor impossível e é precisamente concentrada neste ponto que a cena se constitui.