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  • Espetáculo: "Ô de casa! - uma peça-áudio-interativa"
    Espetáculo: "Ô de casa! - uma peça-áudio-interativa"
    Espetáculo: "Ô de casa! - uma peça-áudio-interativa"

    A Cia mineira Juntaostrem apresenta o espetáculo "Ô de casa! - uma peça-áudio-interativa", realizada com recursos da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte, que expõe e aprofunda elementos da rica cultura mineira, como a gastronomia, a oralidade, a religiosidade, as características do linguajar, as histórias, cantigas, brincadeiras e o imaginário popular dos “causos”.

    A peça, que tem a proposta de acessibilidade e tem como objetivo aguçar os sentidos, é também para o público que não possui deficiência, que receberá vendas para que temporariamente privados do sentido da visão, possa experimentar de forma mais intensa os elementos presentes na obra áudio-interativa ligados aos demais sentidos.

    O espetáculo será apresentado na Funarte, dia 21/12, quarta-feira, às 19h. Os ingressos para as sessões são gratuitos e a classificação é livre. “Ô de casa! Uma peça-audio-interativa” é o recorte de um dia na vida do povo da roça, em plena pandemia de coronavirus: a angústia de esperar, a ansiedade pelo fim dos tempos sombrios, tudo retratado no universo da mineiridade.

    O espetáculo é composto pela relação entre a dramaturgia audiodescritiva autoral e aspectos físicos e sensoriais (olfato, tato e paladar) em conjunto com os elementos do cenário, sons e aromas oriundos de alimentos e flores.

    A dramaturgia traz à baila as angústias oriundas daquele período, o relacionando com a nova realidade vivida por uma parte da população, que é público alvo do espetáculo: deficientes visuais e idosos moradores de casas de apoio.

    A peça é uma criação da Cia Juntaostrem, resultado de pesquisa sobre como a pandemia afetou a vida de cada um, mas com linguagem contextualizada nesse cenário da mineiridade e particularidades da tão rica cultura típica do interior de Minas Gerais, gerando proximidade com o público e imprimindo leveza a um tema tão carregado.

    A concepção da peça contou com orientações cênicas de Dayse Belico, reconhecida atriz, produtora, diretora e atualmente Técnica de Nível Superior em Artes Cênicas do Centro de Referência da Pessoa Idosa – CRPI.

    A produção passou também pela mentoria de Luciane Kattaoui, Coordenadora Executiva do Crepúsculo - organização social de atendimento a pessoas com deficiência a partir de 14 anos, que oferece atividades de desenvolvimento humano integral com sede em Belo Horizonte - e Dudu Melo, ator da Pigmentar Companhia, dos espetáculos Glauco e Cabra-cega, e que é deficiente visual.

  • Espetáculo: "O Dia em que a Minha Vida Mudou por Causa de um Chocolate Comprado nas Ilhas Maldivas"
    Espetáculo: "O Dia em que a Minha Vida Mudou por Causa de um Chocolate Comprado nas Ilhas Maldivas"
    Espetáculo: "O Dia em que a Minha Vida Mudou por Causa de um Chocolate Comprado nas Ilhas Maldivas"

    Sábado tem mais live com um convidado especial na página da O Trem Cia de Teatro no Facebook!

    "O Dia em que a Minha Vida Mudou por Causa de um Chocolate Comprado nas Ilhas Maldivas" é a peça que a cia vai levar para a sua casa. 

    Inspirado no livro de Keka Reis indicado ao Prêmio Jabuti, o espetáculo aborda as mudanças da pré-adolescência.

    Com bom humor e uma pitada de drama, a história gira em torno de Mia, uma garota de 11 anos que recebe um chocolate com um bilhete anônimo: “Quer sentar do meu lado hoje na perua?”. Com a suspeita de que o autor seja seu melhor amigo, ela inicia uma jornada emocional em busca de sua verdadeira identidade.

    Vamos marcar esse encontro e conferir o final dessa história? No sábado, às 11h,

  • Espetáculo: "O Farol"
    Espetáculo: "O Farol"
    Espetáculo: "O Farol"

    Alguém poderia entrar por aquela porta para nos lembrar das vítimas da ditadura, do rompimento da barragem ou da tempestade. Mas, longe de casa, você já sentiu a angústia da dúvida de ter deixado ou não o fogão ligado, as luzes acesas ou as portas de casa destrancadas? 

    O Farol parte da fragilidade da lembrança individual para perseguir a potência da construção de uma memória social, histórica e coletiva. Uma luz em meio ao breu é a alegoria de um mergulho na lembrança, buscando iluminar um passado esquecido ou intencionalmente ofuscado.