Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • Imagem de um homem apontando pra cima
    Imagem de um homem apontando pra cima
    Espetáculo: O Céu da Língua

    Quem tem medo de poesia? Gregorio Duvivier não faz parte deste grupo e, como um apaixonado, faz de tudo para persuadir os outros das qualidades do seu objeto de encanto – até mesmo criar um espetáculo sobre o assunto. No monólogo cômico “O Céu da Língua”, o artista usa o seu discurso sedutor para convencer o público de que tropeçamos diariamente na poesia e o assunto é prazeroso e divertido.

    O espetáculo estreou em Portugal em 2024, chegou no Brasil em fevereiro de 2025, onde cumpriu uma extensa turnê que já acumula cerca de 218 mil espectadores em 33 cidades do Brasil e atualmente faz turnê por 12 cidades na Europa, sempre com sessões extras e lotação esgotada. O trabalho rendeu a Gregorio o troféu de Melhor Ator na última edição do Prêmio Bibi Ferreira.

  • Espetáculo: O Céu da Língua, com Gregório Duvivier
    Espetáculo: O Céu da Língua, com Gregório Duvivier
    Espetáculo: O Céu da Língua, com Gregório Duvivier

    Gregorio Duvivier tem na língua portuguesa não somente uma pátria mas uma obsessão. Ou, como dizem os jovens, um hiperfoco. 

    Afinal a palavra é uma fonte inesgotável de humor, desde os primórdios. No Princípio era o Verbo, disse Deus. E logo em seguida vieram os erros de concordância. O mesmo Deus disse: Faça-se a Luz. 

    Mas disse pra quem? E por que? Disse porque a palavra inaugura um mundo. Daí o termo o Céu da Língua: foi a língua, afinal, que nos pariu. Nos pariu como povo, mas também como humanidade.

  • Cartaz promocional do espetáculo "O Choro Desta Cidade Sou Eu", com fundo terracota e ilustrações em amarelo de instrumentos musicais na base, como saxofone, flauta, violão e bandolim. No topo, o título aparece em letras grandes amarelas e marrons. Uma faixa centralizada detalha o evento: terça-feira, 9 de junho, às 19 horas, no Clube do Choro de Belo Horizonte, com ingressos via Sympla. O rodapé traz logotipos institucionais do TRT-MG e da Justiça do Trabalho.
    Cartaz promocional do espetáculo "O Choro Desta Cidade Sou Eu", com fundo terracota e ilustrações em amarelo de instrumentos musicais na base, como saxofone, flauta, violão e bandolim. No topo, o título aparece em letras grandes amarelas e marrons. Uma faixa centralizada detalha o evento: terça-feira, 9 de junho, às 19 horas, no Clube do Choro de Belo Horizonte, com ingressos via Sympla. O rodapé traz logotipos institucionais do TRT-MG e da Justiça do Trabalho.
    Espetaculo: O Choro desta Cidade Sou Eu

    O espetáculo apresenta história e memória do Choro, resultando em um show com o formato de concerto lúdico/didático, permitindo maior aproximação do público com este gênero musical autenticamente brasileiro. 

    O repertório tem seu início com os pioneiros, dentre eles, Joaquim Antônio da Silva Calado, Ernesto Nazaré e Chiquinha Gonzaga. A trajetória continua com a obra imortal de Pixinguinha, seguida das composições de dois gênios do Choro, Waldir Azevedo e Jacob do Bandolim. O encerramento, como não poderia deixar de ser, com Carinhoso de Pixinguinha e Braguinha. Programa para todos, os que são apaixonados pelo gênero e os que ainda não conhecem. O grupo musical será composto por acordeom, bandolim, violão de sete cordas, cavaquinho, pandeiro e flauta. 

    O Clube do Choro de Belo Horizonte nasceu a partir de encontros semanais entre músicos amadores e profissionais em rodas de choro, em 1993. 

    Em 31 de maio de 2006, 23 dos participantes regulares dos encontros fundaram uma associação sem fins lucrativos com o propósito de divulgar o Choro na cidade. Em fevereiro de 2024, o Choro foi declarado Patrimônio Cultural Imaterial Brasileiro pelo IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional).