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  • Espetáculo: Poderia Ser Rosa
    Espetáculo: Poderia Ser Rosa
    Espetáculo: Poderia Ser Rosa

    Suscitado pelo crescente número de mulheres assassinadas na região do Anel Rodoviário de Belo Horizonte no final da década de 1990, o espetáculo Poderia ser Rosa, da Cia de Dança Palácio das Artes, estreou em 2001.

    Mais de 20 anos depois, a violência contra as mulheres segue sendo um tema urgente na sociedade brasileira.

    Dados do 17º Anuário Brasileiro de Segurança Pública mostram que os crimes motivados por gênero cresceram em 2022, quando comparados ao ano anterior.

    É o caso dos feminicídios, que subiram 6,1%, e também das agressões em contexto de violência doméstica, cujos registros aumentaram em 2,9%.

    É neste quadro alarmante que a Cia de Dança Palácio das Artes (CDPA) apresenta, na Praça da Estação, região central de Belo Horizonte, uma nova versão de Poderia ser Rosa.

    Com coreografia novamente assinada por Henrique Rodovalho, o espetáculo será encenado na quinta-feira (31/8), a partir das 16h, de forma gratuita.

    A classificação indicativa é de 14 anos.

    A apresentação contém cenas que simulam violência.

  • Espetáculo: "Poderia Ser Rosa" 2025
    Espetáculo: "Poderia Ser Rosa" 2025
    Espetáculo: "Poderia Ser Rosa" 2025

    Espetáculo "Poderia Ser Rosa" no Centro Cultural do TRT-MG 

    No dia 18 de março, o palco do Centro Cultural do TRT-MG recebe Poderia Ser Rosa, criação de Henrique Rodovalho. 

    Após a apresentação, uma roda de conversa abordará temas de prevenção à violência doméstica, com a participação da equipe da Patrulha de Prevenção à Violência Doméstica da Polícia Militar.

    Uma realização do Ministério da Cultura, Governo de Minas Gerais, Palácio das Artes e Circuito Liberdade, com patrocínio de grandes parceiros.

  • Espetáculo: "Ponto a Ponto - 4000 Milhas"
    Espetáculo: "Ponto a Ponto - 4000 Milhas"
    Espetáculo: "Ponto a Ponto - 4000 Milhas" | Palácio das Artes

    O que distancia duas pessoas? E o que as aproxima? O diálogo entre Vera, uma idosa, que vive sozinha na cidade grande, e Léo, um jovem que gosta de se aventurar de bicicleta pelas montanhas e chega ao apartamento da avó depois de passar por uma situação traumática, traz à tona diferentes temas e pontos de vista que transformam aquela relação, tão próxima e tão distante ao mesmo tempo. Esse é o enredo de “Ponto a Ponto – 4000 Milhas”, montagem do premiado texto da americana Amy Herzog, que traz Luiz Fernando Guimarães de modo surpreendente: no papel de Vera.

    Depois de estrear no Rio de Janeiro com todas as sessões esgotadas, o espetáculo sai em turnê pelo país, passando por Belo Horizonte para apresentações nos dias 27 e 28 de agosto (sábado, às 20h30, e domingo, às 19h), no Grande Teatro Cemig Palácio das Artes, na programação do Palco Instituto Unimed-BH.

    “4000 Miles” (nome original da peça) teve sua primeira montagem nos Estados Unidos, na Broadway, em 2011. Em 2013, foi finalista do Prêmio Pulitzer na categoria Drama. No ano anterior, foi vencedora do Obie Award. O espetáculo já foi montado em diversos países e chega ao Brasil com roteiro adaptado e direção de Gustavo Barchilon.

    A primeira versão brasileira do espetáculo traz ao lado de Luiz Fernando Guimarães o ator Bruno Gissoni, interpretando Léo, o neto de Vera. A montagem, estruturada principalmente a partir do diálogo entre os dois personagens, ganha novos contornos com a entrada em cena da atriz Renata Ricci, que interpreta dois papéis na história: Rebeca e Amanda. Com a ajuda dessas duas mulheres tão diferentes, avó e neto se reconhecem em vários aspectos da vida, mesmo tendo pontos de vista divergentes. O texto, diga-se, é premiado mundo afora desde sua estreia na Broadway em 2011, sendo finalista do prêmio Pulitzer de 2013.

    “Ponto a Ponto” é sobre relacionamentos e aborda como um assunto é visto por duas pessoas de modo oposto”, adianta Barchilon, que, ao adaptar o roteiro, foi fiel às marcações da autora. No entanto, ele deixa sua marca ao colocar, pela primeira vez, um ator no papel de Vera e convocando mulheres para a equipe criativa, tais quais Natália Lana que assina o cenário, Graziela Bastos, responsável pelos figurinos, e Graziele Saraiva, no comando da produção executiva, para citar algumas.

    “Distância, idade, família, morte e política são alguns tópicos que fazem qualquer plateia rir e refletir”, explica o diretor, que promete repetir o êxito que alcançou em sua estreia na direção do premiadíssimo musical “Barnum – O Rei do Show”, que ultrapassou 100 mil espectadores nas curtas temporadas realizadas em São Paulo e no Rio de Janeiro.