Espetáculo: Ronald Rios e Bento Ribeiro - "Humoristas Tristes"
Os humoristas se uniram pra um espetáculo biográfico, ácido e interativo. Eles falam coisas bonitas com vulgaridade e falam vulgaridade dum jeito bonito.

Os humoristas se uniram pra um espetáculo biográfico, ácido e interativo. Eles falam coisas bonitas com vulgaridade e falam vulgaridade dum jeito bonito.
Rose, a Doméstica do Brasil.
Depois do enorme sucesso de cinco temporadas em SP e importantes cidades do Brasil, espetáculo volta aos palcos.
Rose é uma mulher batalhadora que ficou famosa por se tornar a doméstica dos gays depois que postou vídeos na internet cantando paródias das músicas da consagrada cantora pop Beyoncé.
No espetáculo ela relembra sua história antes de ficar famosa: a infância, seus filhos, suas desilusões amorosas e sonhos, contados com muita música ao vivo.
Entre os dias 15/8 e 1º/9, de sexta a segunda-feira, às 21h, o Teatro I do Centro Cultural Banco do Brasil de Belo Horizonte, CCBB-BH, recebe o espetáculo Ruth & Léa, estrelado por Bárbara Reis e Ivy Souza. A peça é um tributo às duas grandes damas do teatro brasileiro e um convite à sensibilidade e à reflexão: como honrar quem abriu caminhos? Como dançar, amar e sonhar em um país que tantas vezes nega sua própria história? A narrativa se entrelaça com cenas projetadas, números musicais que incluem canções de Tom e Vinícius, Milton Nascimento e Debussy, e a presença simbólica de figuras marcantes como Mercedes Baptista, Grande Otelo e Abdias do Nascimento.
No dia 16/8, após a sessão do espetáculo, as atrizes e o diretor da peça farão um bate-papo com o público falando sobre a montagem, suas curiosidades e sobre Ruth de Souza e Léa Garcia. Três mulheres se encontram em um estúdio de cinema para criar, rever memórias e imaginar futuros. As atrizes Zezé e Elisa, nomes inspirados em Zezé Motta e Elisa Lucinda, iniciam o ensaio para um filme musical sobre Ruth de Souza e Léa Garcia e mergulham nas trajetórias dessas figuras fundamentais da história do teatro e do audiovisual brasileiro. Acompanhadas por Naná (vivida por Gláucia Negreiros), diretora e musicista do filme, elas constroem uma jornada de escuta, troca e provocação.