Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • Exposição: "A gente é muita gente"
    Exposição: "A gente é muita gente"
    Exposição: "A gente é muita gente"

    “A gente é muita gente”, primeira exposição individual da artista, que abre no dia 17 de março na Funarte, em Belo Horizonte, nasce da fricção entre pergunta e silêncio. Entre o que se sente e o que não se sabe. Entre a história individual e o projeto de nação que a atravessa.

    Durante o período expositivo, o público também terá acesso ao ateliê da artista montado dentro da Funarte, onde documentos, anotações e referências históricas aparecem como pistas de uma investigação que não se encerra na obra.

    Abertura: 17/03, a partir das 19h
    Performance: 20h (com libras)
    Encerramento: 21h30

    21/03 – 19h
    Roda de conversa com Leonardo Alves e artistas convidados (com libras)

    27/03 – 19h30
    Roda de conversa com Giulia Giovani
    Tema: Restauração e arte contemporânea

  • Exposição: ‘Água-desenho: paisagens de mundo’
    Exposição: ‘Água-desenho: paisagens de mundo’
    Exposição: ‘Água-desenho: paisagens de mundo’

    O Centro Cultural UFMG convida para a abertura da exposição ‘Água-desenho: paisagens de mundo’, da artista paulista Maria Mendes, na sexta-feira, dia 25 de agosto de 2023, às 19 horas.

    A mostra reúne produções a partir de imagens e narrativas da água, que poderão ser vistas até 24 de setembro de 2023.

    A entrada é gratuita e tem classificação livre.

  • Exposição: Água mansa, vista brava
    Exposição: Água mansa, vista brava
    Exposição: Água mansa, vista brava

    "Água mansa, vista brava" é uma reflexão sobre as relações entre os povos do cerrado e as águas que sustentam esse bioma. A exposição propõe uma visão ampliada, intimista e poética das ações temporais que moldam vínculos, memórias e esquecimentos dentro destas paisagens. Com dez trabalhos inéditos que exploram diversas linguagens, como pintura, fotografia, texto, cestaria e colagem, eles buscam ativar memórias aquáticas de Goiás. São obras conectadas à identidade do artista André Felipe Cardoso e as paisagens do Vale do Lago Serra da Mesa, Vale do Rio Vermelho e Vale do Rio Araguaia, todos em território goiano, terra natal do artista.

     Desenvolvidas ao longo de cinco anos, as obras se baseiam em memórias individuais e coletivas das terras do cerrado, bem como em rituais ancestrais ligados às águas, seu uso e suas transformações ao longo do tempo. A mostra cria uma tensão entre a paisagem real e aquela evocada pela memória, conectando técnicas ancestrais de cestarias e intervenções sobre imagens do livro “Encantos do Oeste” (1945), de Agenor Couto de Magalhães, além do uso da palavra como forma de interpretar o entorno, despertando memórias individuais e coletivas nos espectadores.

    O artista goiano, remanescente quilombola, André Felipe Cardoso, irá compartilhar com o público as referências que usa para criar sua arte. O vínculo do artista com o território é a base para suas criações. O rio de água mansa, comum no Centro-Oeste brasileiro, não tem correntezas fortes, mas permite que, como observador, o ser humano consiga ter uma visão estratégica e vigilante. Na abertura da exposição “Água mansa, vista brava”, André vai contar sobre o seu processo de criação, inspirações e técnicas utilizadas, além de revelar suas pesquisas sobre o imaginário e suas memórias. Após o bate-papo, o artista conduzirá uma visita à exposição. Inscreva-se gratuitamente pela Sympla.