Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • Crédito- Paulo Lacerda
    Crédito- Paulo Lacerda
    Exposição " Afirmação Modernista "

    Com base na Coleção Banerj (Banco do Estado do Rio de Janeiro), a exposição A Afirmação Modernista, ocupará as galerias Grande Galeria Alberto da Veiga Guignard, Genesco Murta e Arlinda Corrêa Lima do Palácio das Artes. Com curadoria de Marcus Lontra e Viviane Matesco, a mostra conta com 135 obras, de diversos artistas, produzidas entre os séculos 19 e 20. Os trabalhos destacam a arte modernista e contém obras de grandes nomes como Di Cavalcanti, Cícero Dias, Oswald Goeldi, Djanira, Guignard, dentre outros.

  • Exposição: "A Força Viva da Floresta" de Fabíola Morais
    Exposição: "A Força Viva da Floresta" de Fabíola Morais
    Exposição: "A Força Viva da Floresta" de Fabíola Morais

    O Centro Cultural UFMG convida para a abertura da exposição ‘A Força Viva da Floresta, da artista multimídia goiana Fabíola Morais, na sexta-feira, dia 12 de agosto de 2022, às 19 horas.

    A mostra reúne um conjunto de telas a óleo que figuram a relação entre os povos da floresta diluídos no ambiente urbano e natural em extinção.

    A entrada é gratuita e tem classificação livre. Os desenhos pintados a óleo são ‘mirações’, termo que soma transcendência e visão.

    Possuem sinais de uma arquitetura clássica, cores gestalticas e influências europeias, especialmente de Egon Schiele e Henri de Toulouse-Lautrec, herança de seu tempo de sala de aula.

    Outra fonte igualmente importante é o desenho indígena brasileiro: um código infinito que descreve a floresta como ser com incalculáveis conteúdos não revelados. “O trabalho que apresento é a minha perspectiva construída na medida em que consigo sintonia com a frequência das florestas.

    Se a Amazônia nos apresenta o risco iminente de perda de uma riqueza biotecnológica e tecnoespiritual, viver no cerrado goiano é estar, de fato, sob a perda consumada”, diz a artista. “Toda floresta tem seu código anotado nela mesma, operando em frequências só perceptíveis aos que se expõem a essa força.

    As plantas revelam do cosmos à cultura; em um único segundo, tudo: A Força Viva da Floresta”, completa.

  • Exposição: A forma como variável
    Exposição: A forma como variável
    Exposição: "A Forma como Variável"

    A interação entre a superfície e o espaço geométrico é a base dos estudos da artista plástica Mozileide Neri, que propõe em suas obras a coexistência dos diferentes campos de cor em sobreposições de camadas cromáticas com a criação de elementos e formas irregulares. 

    A série apresenta mais de 340 colagens – obras em pequenos formatos –, que sintetizam as motivações da artista sobre a poética da arte geométrica e o reaproveitamento de materiais. 

    O principal objetivo desta proposta é expandir os estudos e o legado de Maria Leontina, Lygia Clark e Lygia Pape, inspirações para a artista. 

    A exposição se destaca, também, pela acessibilidade que, para além de um recurso, é um conceito que se evidencia na composição expográfica. Legendas das obras em fonte ampliada e braille, um vídeo acessível e um conjunto de obras táteis integram a exposição. 

    Essas obras surgiram a partir dos estudos sobre acessibilidade cultural e apresentam superfícies de diversas texturas e cores, construídas para a interação sensorial de todos os públicos, pessoas com e sem deficiência, que possibilitam também a experiência do toque.

    Uma noite para conhecer a exposição com todos os sentidos. 

    Em uma proposta de acessibilidade cultural, a artista plástica Mozileide Neri irá, em um bate-papo com o público, detalhar todo o processo criativo, inspirações e caminhos para criar as obras.

    Serão apresentados os materiais utilizados, diferentes tipos de papéis e papelão que inspiram e se correlacionam na carreira da artista.