Exposição de Rosângela Dorazio - Celma Albuquerque
Com muita felicidade anunciamos representação da artista Rosângela Dorazio!
A exposição individual da artista já está em cartaz, a partir de hoje, para visitação no espaço mezanino da galeria.

Com muita felicidade anunciamos representação da artista Rosângela Dorazio!
A exposição individual da artista já está em cartaz, a partir de hoje, para visitação no espaço mezanino da galeria.
Diálogo entre gerações e a riqueza das expressões artísticas mineiras.
É isso o que o público vai ver na exposição “Descendência: alteridade e transformação do olhar”, recém-inaugurada no Centro de Arte Popular e que fica aberta ao público até o dia 23 de fevereiro, com entrada gratuita.
A mostra reúne as criações de Cristiana Nepomuceno e Rodrigo Soares, mãe e filho, em uma conversa única entre tradição e modernidade.
Com paisagens vibrantes e livres, Cristiana evoca a essência das artes populares de Minas, enquanto Rodrigo transforma o olhar em uma narrativa visual cheia de emoção, ao explorar retratos como janelas da alma.
A exposição faz parte do programa Minas Criativa, da @culturaeturismomg.
Esperamos por todos vocês!
A artista Lu Simão apresenta no Parque do Palácio a instalação "Des Culpa", um convite bem-humorado e poético para transformar o peso da maternidade em arte. A mostra propõe um olhar afetuoso — e também libertador — sobre a culpa materna, um sentimento tão universal quanto exaustivo.
Pintora, ilustradora e escritora, Lu parte das experiências da própria maternidade para criar uma obra sensorial, que mistura texto, cor e leveza. Em "Des Culpa", o erro vira invenção, o cansaço vira poesia cotidiana e o riso surge como gesto de libertação.
“Tornar-se mãe é um acontecimento que vem acompanhado de emoções que não escolhemos — exaustão, amor, entrega, admiração e, invariavelmente, culpa. No meu trabalho, a culpa é tirada deste pedestal, derretida, redesenhada”, explica a artista.
Com humor e delicadeza, Lu Simão propõe um percurso de reconhecimento e acolhimento, no qual a vulnerabilidade se transforma em potência criativa. A exposição é um lembrete de que rir da própria culpa pode ser o primeiro passo para deixá-la ir.