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  • Evento "Arvorela e a Selva Mágica" - Minas Shopping
    Evento "Arvorela e a Selva Mágica" - Minas Shopping
    Evento "Arvorela e a Selva Mágica" - Minas Shopping

    A partir desta semana, até 14 de junho, o Minas Shopping entra no clima de floresta com a atração "Arvorela e a Selva Mágica". Instalado na Praça de Evento (Piso 1), o evento promete muita aventura para as crianças em uma grande piscina de bolinhas, que inclui escorregador, cordas e outros brinquedos. O espaço vai funcionar todos os dias da semana: de segunda-feira a sábado, das 10h às 22h, e, aos domingos e feriados, das 14h às 20h.

    Para dar um toque especial à diversão, os brinquedos são temáticos e coloridos, com divertidos personagens para alegrar os pequenos. Entre eles, a cobra Longilda vai levar as crianças para brincar de equilibrar e atravessar uma ponte, e a Matina, personagem que apresenta uma divertida brincadeira com cordas. Crianças menores deverão estar acompanhadas pelos pais ou responsáveis.

    Segundo a gerente de Marketing do Minas Shopping, Ana Paula Alkmim, o espaço oferece diversão garantida para toda família. "É um ambiente lúdico que vai proporcionar muitas opções de brincadeiras, onde as crianças vão se divertir", afirma. Além disso, quem encontrar frutos mágicos entre as bolinhas da piscina ganhará um período extra para brincar na atração. O espaço terá 180 metros quadrados com mais de 135 mil bolinhas.

    Para se jogar no universo da selva e aproveitar todos os brinquedos, é necessário adquirir ingressos na bilheteria: R$ 40 (30 minutos) e R$ 50 (por 1 hora – promoção por tempo limitado, de segunda-feira a quinta-feira, exceto feriados).  A atração promove, ainda, uma ação nas mídias sociais. Os clientes que publicarem uma foto brincando na Arvorela, pelo Instagram ou Facebook, com a hashtag #Arvorela, ganham mais 5 minutos para brincar.

  • Evento: "Bracher/Brasília" - Ateliê Casa Bracher
    Evento: "Bracher/Brasília" - Ateliê Casa Bracher
    Evento: "Bracher/Brasília" - Ateliê Casa Bracher

    No próximo dia 21 de abril, quando se completam 61 anos de sua fundação, Brasília será homenageada pelo pintor mineiro Carlos Bracher.

    Trata-se de uma celebração da cidade que o encantou em sua primeira visita, nos anos 60 – e cuja arquitetura e monumentos ele retrataria em suas pinturas quarenta anos mais tarde.

    Como parte da programação do Ateliê Casa Bracher, a live “Bracher/Brasília” exibirá o documentário “Âncoras aos céus”, dirigido por Blima Bracher, que registrou de perto a jornada do artista em sua temporada brasiliense.

    Em seguida, Silvestre Gorgulho (jornalista e ex-secretário de Estado de Cultura de Brasília) conversa ao vivo com o artista sobre sua forte ligação com a capital federal.

    O evento começa às 19h, com transmissão pelos canais oficiais (YouTube, Instagram e Facebook) do Ateliê Casa Bracher.

    O Ateliê Casa Bracher tem patrocínio do SESI. Carlos Bracher recorda que o desejo de pintar Brasília foi despertado em 1962, quando viajou para a cidade pela primeira vez, aos 21 anos. “Fiquei maravilhado com aquela cidade nova, diferente de tudo que havia visto antes.

    Os palácios pousando num só ponto, tudo elevado como que flutuando, a ausência de cruzamentos de carros.

    Aquilo me deu muita vontade de pintar.” Entre 2006 e 2007, Bracher colocou o sonho em prática e dedicou uma série à capital federal, em uma homenagem a Juscelino Kubistchek (presidente do Brasil à época da fundação da cidade) e Oscar Niemeyer, arquiteto responsável pelo projeto ao lado de Lúcio Costa.

    Os 66 quadros da série “Brasília” foram pintados por Bracher ao ar livre, na frente de monumentos e no meio de praças, com o vaivém das pessoas em volta.

    Em suas telas, estão lugares emblemáticos como Congresso Nacional, Catedral de Brasília, Ponte Juscelino Kubitschek, Praça dos Três Poderes, Memorial JK, Esplanada dos Ministérios, Supremo Tribunal Federal e Embaixada da Itália. A série também traz 30 gravuras feitas, posteriormente, no Castelinho dos Bracher (Juiz de Fora).

    “Sou um pintor de rua, assim como os impressionistas que realizavam suas obras fora dos ateliês.

    Pretendi que em Brasília fosse dessa maneira, pintada ao vivo, junto da natureza, da arquitetura, diante das árvores e das nuvens. Há um outro componente que são as pessoas, que chegam e vão, se integrando àquele momento”, diz Bracher.

    Diretora de “Âncoras ao Céu”, a jornalista Blima Bracher, filha de Bracher, recorda que a série dedicada à Brasília marcou o início de uma parceria com seu pai. “A documentação do trabalho do meu pai começou ali.

    Eu havia sido repórter de TV durante dez anos e tinha alguma experiência com a câmera.

    Como temos muita intimidade, consegui ângulos que seriam difíceis para outro cinegrafista.

    Fiz experimentações, tentei gravar as sombras, a palheta, o suor. É um filme de amor”, conta Blima, que teve o documentário exibido no Canal Brasil e premiado na CineOP – Mostra de Cinema de Ouro Preto.

    Parte das obras da série “Brasília” podem ser vistas no tour virtual do projeto Ateliê Casa Bracher (www.ateliecasabracher.com) onde, desde dezembro, mais de 150 obras da coleção pessoal do casal de artistas Carlos e Fani Bracher estão disponíveis online.

    O acervo fica localizado anexo ao casarão onde ambos residem há cinco décadas, em Ouro Preto.

    Em homenagem ao lançamento do projeto, uma série de eventos com a participação dos artistas e de convidados acontecerá no site e nas redes sociais do Ateliê durante este ano.

  • Cartaz do evento
    Cartaz do evento
    Evento: Ciclo de Formação Filmes de Plástico - Sesi Multilinguagens

    O Ciclo de Formação Filmes de Plástico estrutura-se como uma série de cinco masterclasses focadas nas principais áreas da realização audiovisual: direção, roteiro, produção, direção de fotografia e direção de arte. O projeto adota uma dinâmica metodológica integrada, na qual as exposições teóricas são intercaladas com a exibição e análise comentada de trechos de obras cinematográficas em tempo real. Essa abordagem visa descortinar os bastidores do fazer cinematográfico, permitindo que o público compreenda as tomadas de decisão, as estratégias técnicas e as escolhas estéticas que fundamentam a construção da linguagem visual e narrativa.

    A atividade formativa baseia-se no repertório da Filmes de Plástico, produtora independente que acumula mais de quinze anos de atuação no mercado audiovisual, com um catálogo que abrange cerca de dezenove curtas e sete longas-metragens premiados em festivais de prestígio internacional, como Cannes, Locarno e o Festival de Brasília. Os encontros promovem o intercâmbio direto com os profissionais da produtora, articulando a teoria técnica às vivências práticas acumuladas no desenvolvimento do cinema autoral brasileiro contemporâneo.

    O corpo docente do ciclo é composto por realizadores que lideram os diferentes eixos temáticos das aulas magnas. Gabriel Martins conduz o módulo de direção cinematográfica, debruçando-se sobre a decupagem de cenas, a linguagem estética e a direção de atores. André Novais Oliveira assume a masterclass de roteiro, na qual investiga as estruturas da dramaturgia, a construção de personagens e a transposição de elementos do cotidiano para o texto fílmico. Maurílio Martins, diretor com inserção em projetos para plataformas de streaming e novas produções em andamento, aborda os processos gerais de criação e direção de projetos de ficção.

    A dimensão visual e plástica dos filmes é analisada nas duas masterclasses técnicas complementares. O diretor de fotografia Leonardo Feliciano, responsável pela identidade visual de longas consagrados como Marte Um, ministra o módulo dedicado à luz, enquadramento, operação de câmera e criação de atmosferas sensoriais através da imagem. Fechando o panorama de funções, a diretora de arte, cenógrafa e figurinista Rimena Procópio comanda o encontro focado na construção estética do espaço, investigando como o uso de paletas de cor, texturas, cenários e vestuários atua de forma ativa na composição do arco narrativo das histórias.