Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • Crédito- Amanda Seixas
    Crédito- Amanda Seixas
    Exposição: DESIGUAIS – Seres Únicos e Diversos

     

    O Museu dos Brinquedos apresenta a exposição de brinquedos: DESIGUAIS – Seres Únicos e Diversos , uma exposição de aproximadamente 400 Barbies e outras bonecas que despertam nosso olhar para a diversidade seja quanto ao gênero, à capacidade motora ou cognitiva, raça, idade, religiosidade, cultura e mais tantas outras que revelam a riqueza da humanidade e a importância do respeito.

    Marta Alencar, psicóloga e fotógrafa, ativista do movimento das PCDs e idealizadora da personagem Tina Descolada, e Marcellu Ferraz, designer e estilista da marca paulista Você Simples Assim, colecionado de mais de 500 Barbies, muitas delas customizadas com suas criações são os convidados para dar cor, forma, diversidade e inclusão a essa exposição que ainda terá a companhia de brinquedos tradicionais e antigos e os mais famosos das décadas de 50 e 60 até a famosa coleção dos anos 80 e 90. Uma vitrine de videogames de diferentes décadas conta sobre sua evolução e uma estante dos mais famosos jogos de tabuleiros são destaque a parte. 

    - horário: 18h30 às 21h

    - classificação etária: Livre

    - número de vagas: 100 (durante as 3 horas de funcionamento)

     

     

     

  • Exposição: “Deslimites da Memória” - Encontro do fotógrafo mineiro Cyro Almeida com Júlio Santos
    Exposição: “Deslimites da Memória” - Encontro do fotógrafo mineiro Cyro Almeida com Júlio Santos
    Exposição: “Deslimites da Memória” - Encontro do fotógrafo mineiro Cyro Almeida com Júlio Santos

    Próximo sábado, dia 07 de março, tem exposição nova no Museu Mineiro!

    “Deslimites da Memória” consagra o encontro do fotógrafo mineiro Cyro Almeida com o mestre cearense Júlio Santos, um dos últimos expoentes vivos da fotopintura, técnica muito difundida no interior do país ao longo do século XX, em que o artista dá cor e retoques a retratos feitos originariamente em preto e branco.

    A união desses saberes revela ao público uma troca de técnicas entre o tradicional e o contemporâneo, tendo a imagem como eixo comum. O resultado é uma obra híbrida, formada por múltiplas poéticas visuais.

  • Exposição: Desnorte
    Exposição: Desnorte
    Exposição: Desnorte

    O paulistano Bob Wolfenson, um dos mais respeitados fotógrafos do Brasil, traz para a Galeria de Arte do Centro Cultural Unimed-BH Minas a exposição “Desnorte”, que, segundo o fotógrafo, não tem a ambição de dar conta de seus 50 anos de carreira, “mas é uma leitura desse tempo”.

    Com cerca de 120 imagens produzidas por ele, divididas em retratos, fotos de moda, polaroides, extraídas de seus livros/exposições, fotos de viagens turísticas e de viagens em busca de locações, anotações fotográficas e álbum de família, "Desnorte" aponta os caminhos de Bob no trabalho do registro fotográfico.

    A mostra, que é a primeira de Bob Wolfenson em Belo Horizonte, estará aberta para visitação entre 17 de agosto e 23 de outubro de 2022. A entrada é franca e a Galeria de Arte funciona de terça a sábado, das 10h às 20h; domingos e feriados, das 11h às 19h. A exposição tem patrocínio máster do Instituto Unimed-BH. Não é à toa que a exposição se chama "Desnorte", mesmo nome da publicação de Bob lançada em 2021. “O eixo curador dessa exposição é uma desordem temática, porque isso é exatamente o que me define. Um misto de todos os estilos. Nas exposições das séries que fiz, todas temáticas, sempre foram embaralhamentos não aleatórios com conexões a partir da retrospectiva de cada um”, explica o fotógrafo.

    Há na curadoria da exposição uma espécie de “desordem temática”, que, de acordo com Bob, é onde se percebe o título da exposição. “"Desnorte" também partiu daí: uma grande seleção de muitos trabalhos que fiz e tentativas de ordenar desordenando, mostrando assim um novo resultado”, observa. A exposição da Galeria do Centro Cultural Unimed-BH Minas tem como norte a publicação Desnorte, porém com algumas novas possibilidades. “De certa forma é uma ampliação daquilo [o livro] e uma redução também. Algumas coisas saíram, outras entraram. O ponto de partida foi o livro, mas ele se modificou nas paredes.

    Tem fotografias que funcionam mais na impressão em papel, outras que ficam melhor expostas, e por aí fomos trabalhando”, conta Bob encarnando o curador da exposição. Presente na vida de Bob desde os 16 anos, o artista soma hoje 68, a fotografia se tornou mais que um trabalho, passou a ser vocação e a sua forma de ver. “No começo, foi o meu ofício e ao longo dos anos ela [fotografia] foi entrando na minha vida de uma certa forma que eu não concebo a minha existência sem fotografar, sem olhar para as coisas do ponto de vista de um fotógrafo”, revela Bob.

    O diretor do Cultura do Minas Tênis Clube, André Rubião, entende que Bob Wolfenson não é apenas um artista primordial na cena cultural nacional, mas também é responsável por elevar e levar o nome do Brasil para os grandes espaços dedicados à arte. “Essa é a primeira vez que o trabalho do Bob é apresentado em uma grande exposição na capital mineira e é aqui no Centro Cultural Unimed-BH Minas. Isso nos dá grande alegria e orgulho. Sua técnica refinada de fotografar o legitimou a transitar em meios artísticos e jornalísticos.

    Bob imprimiu seu olhar sensível e técnico na produção de retratos, de grandes nomes da cultura e política nacional, e paisagens que narram a história”. Para a diretora-presidente do Instituto Unimed-BH, Mercês Fróes, é um grande orgulho para o Instituto patrocinar a primeira exposição de Bob Wolfenson em Belo Horizonte. “O Instituto Unimed-BH sempre trabalhou na vanguarda de projetos que estimulassem um outro olhar para a realidade em que vivemos. Na leitura dos 50 anos da carreira de Bob, apreciamos a história permeada por uma crônica de costumes, sob o olhar acurado do artista”, revela.

    Com "Desnorte", Bob diz que vai mostrar possibilidades. “Eu tento oferecer uma viagem pelos caminhos que percorri, mostrando por onde andei e as pessoas que conheci”, conclui o fotógrafo.