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  • Exibição dos curtas “Azul Escuro” e “Eterno – um capítulo incontestável”
    Exibição dos curtas “Azul Escuro” e “Eterno – um capítulo incontestável”
    Exibição dos curtas “Azul Escuro” e “Eterno – um capítulo incontestável”

    O Teatro do Centro Cultural Minas Tênis Clube (CCMTC) exibirá, nesta sexta-feira (1º de novembro), às 20h, dois curtas-metragens produzidos pelo Coletivo 1921. Vencedor do Festival Cinefoot, o curta “Azul escuro” conta a história de um torcedor cego que vive na Amazônia. O outro filme, “Eterno – um capítulo incontestável”, relata o dia em que uma família participou do recorde de torcedores do Cruzeiro no Mineirão. Os ingressos são gratuitos (quatro por pessoa) e podem ser retirados na bilheteria do Teatro, a partir das 18h. Os organizadores sugerem ao público a doação de um pacote de fraldas geriátricas, que serão destinadas, pelo Programa Minas Tênis Solidário, a instituições assistenciais. Com duração de 25 minutos, “Azul escuro” conta a história de Seu Lúcio, um cruzeirense que vive na Amazônia. Após ficar cego e quase suicidar, Seu Lúcio passou a produzir um livro sobre o Cruzeiro, sua paixão acalentada desde a infância de órfão. Por um surpreendente acaso, sua história de menino escondido no interior da floresta chegou à imensa torcida em Belo Horizonte, levando a vida do torcedor solitário a um desfecho emocionante. Para produzir o filme, o Coletivo 1921 fez um financiamento coletivo, e cerca de 330 torcedores doaram a quantia necessária para as gravações na Amazônia e em Belo Horizonte. Produzido em 2017, “Eterno – Um capítulo incontestável” tem duração de 7 minutos e mostra a história da família Ribeiro, que, no dia 22 de julho de 1997, lotou uma Kombi, em Betim, e foi assistir à partida do Cruzeiro contra o Villa Nova, no Estádio Governador Magalhães Pinto, o Mineirão, integrando a multidão de 132.834 torcedores. Aquele seria o “eterno recorde” de público do segundo maior estádio do Brasil. Vinte anos depois, a família Ribeiro se reuniu novamente para reviver aquele dia em que a torcida do Cruzeiro escreveu um dos capítulos mais importantes de sua história. 

  • Cena do curta-metragem “Konãgxeka - O Dilúvio Maxakali” (MG)
    Cena do curta-metragem “Konãgxeka - O Dilúvio Maxakali” (MG)
    Exibição dos curtas “Konãgxeka - O Dilúvio Maxakali”, “Caminho dos Gigantes” e “Mitos Indígenas em Travessia”

    A mostra de curtas-metragens tem a temática das Culturas Indígenas e reúne a exibição de três produções 

    Na língua indígena maxakali, Konãgxeka quer dizer “água grande”. Trata-se da versão maxakali da história do dilúvio. Como um castigo, por causa do egoísmo e da ganância dos homens, os espíritos yãmîy enviam a “grande água”. Um dos diretores é representante do povo indígena Maxakali, de Minas Gerais. Filme falado em língua Maxakali, com legenda. O argumento do filme é o mito diluviano do povo Maxakali. As ilustrações para o filme foram feitas por indígenas Maxakali, durante oficina realizada na Aldeia Verde Maxakali, no município de Ladainha, em Minas Gerais.

    “Caminho dos Gigantes” é um curta-metragem de Alois Di Leo e Sinlogo Animation. O filme é uma busca poética pela razão e propósito da vida, que conta a história de Oquirá, uma menina indígena de seis anos, que enfrenta o ciclo da vida e o conceito de destino. O filme explora as forças da natureza e a nossa conexão com a terra e os seus elementos. A música tem um papel importante na história. O mestre de música andina, Tito La Rosa, foi trazido do Peru até São Paulo para compor e tocar a música, utilizando instrumentos musicais andinos e incas – muitos dos quais ele e o seu filho confeccionaram manualmente, seguindo tradições andinas.

    Já o curta-metragem de animação “Mitos Indígenas em Travessia” reúne seis histórias indígenas dos tempos antigos das etnias Kuikuro (Aldeia Afukuri, Terra Indígena Parque do Xingu, no Mato Grosso), Javaé (Aldeia São João, Terra Indígena Parque do Araguaia, Ilha do Bananal, Tocantins) e Kadiwéu (Aldeia São João, Terra Indígena Kadiwéu, Mato Grosso do Sul). Entre as histórias: A Ema, O Menino-Peixe, As Mulheres Sem Rosto, A Via Láctea, A Menina Cobra, e O Urubu-Rei. A produção é dirigida por Julia Vellutini e Wesley Rodrigues. 

    Classificação: livre

    Forma de veiculação: YouTube da Fundação Municipal de Cultura: youtube.com/canalfmc
     

  • EXIBIÇÃO DO VÍDEO “O AQUÁRIO DO RIO SÃO FRANCISCO”

    Exibição do vídeo “O Aquário do Rio São Francisco” (duração 4min). Acontece de 18h30 às 21h30 no auditório com capacidade para 100 pessoas de todas as idades. Consiste em breve apresentação dos principais objetivos do Aquário, os projetos de conservação de espécies ameaçadas de extinção nos quais está envolvido, pesquisas e infraestrutura. Além disso, são abordados os aspectos relacionados ao monitoramento da qualidade da água, filtragem, limpeza dos tanques, cuidados diários da saúde e alimentação dos animais que estão sob cuidados da instituição.