Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • Exposição Energia – Mandalas

    Exposição da artista Carol Bobylly. As mandalas estão presentes na história do
    mundo, são encontradas em várias culturas e épocas diferentes, como na arte
    rupestre, na arte sacra, na arte indígena, nas porcelanas chinesas, em rituais com
    danças circulares, rituais de cura, na magia.
     

    Público: livre.
    Visitação: no horário de funcionamento do CCJG

  • Exposição: É noite de Natal: pinturas do artista Hélio Faria
    Exposição: É noite de Natal: pinturas do artista Hélio Faria
    Exposição: É noite de Natal de Hélio Faria

    A delicada arte sacra de Hélio Faria ganha destaque no Palácio da Liberdade em dezembro, promovendo um encontro entre a tradição natalina e a cultura mineira. 

    A exposição É noite de Natal: pinturas do artista Hélio Faria, com nove obras realizadas a partir da técnica óleo sobre tela, tem curadoria da Fundação Clóvis Salgado (FCS) e integra a programação do Natal da Mineiridade. 

    Reunindo quadros que compõem o acervo do Palácio da Liberdade, a mostra promove um passeio por obras do artista belo-horizontino que recriam o nascimento do menino Jesus. 

    Com abertura na terça-feira (5/12), às 17h, a exposição poderá ser visitada de 6/12/23 (quarta-feira) a 7/1/24 (domingo), de quarta a sexta-feira, entre 12h e 17h, e aos sábados, domingos e feriados, das 10h às 17h. 

    A entrada no Palácio da Liberdade é gratuita, e a classificação é livre.

  • Exposição: Enquanto aguardava a solidão
    Exposição: Enquanto aguardava a solidão
    Exposição: Enquanto aguardava a solidão

    Casa Fiat de Cultura inaugura "Enquanto aguardava a solidão", exposição que traz uma reflexão poética em imagens do cotidiano.

    Artista sul-mato-grossense Alice Yura registra efemeridades que falam sobre tempo, ausência e espera

     

    A solidão, muitas vezes, se revela nos detalhes: na cama desfeita, no travesseiro fora do lugar, na luz que atravessa as frestas. É nesse território íntimo e silencioso que a artista sul-mato-grossense Alice Yura apresenta a exposição inédita “Enquanto aguardava a solidão”. 

    Em cartaz na Casa Fiat de Cultura entre os dias 6 de maio e 29 de junho, a mostra traz cinco séries fotográficas que nascem do cotidiano íntimo da artista, revelando fragmentos de um tempo suspenso em que a casa e o corpo tornam-se territórios de sensibilidade e reflexão. 

    A exposição foi escolhida no 7º Programa de Seleção da Piccola Galleria e terá sua abertura marcada por um bate-papo com a artista, seguido de visita mediada pela galeria, no dia 6 de maio, às 19h, na Casa Fiat de Cultura. Toda a programação é gratuita.

    Com obras produzidas a partir de 2021, a exposição parte de um recorte temporal que atravessa o período da pandemia — momento em que a reclusão intensificou as experiências de solidão e transformou o ambiente doméstico no centro da vida. As imagens registradas por Alice, muitas vezes borradas ou sobrepostas, registram cenas corriqueiras. A partir daí, a artista constrói uma narrativa visual que é profundamente pessoal e, ao mesmo tempo, reconhecível pelo outro.

    Natural de Aparecida do Taboado (MS), Alice Yura desenvolve uma produção centrada na articulação entre arte e vida. Seu trabalho investiga temas como identidade, alteridade, vulnerabilidade, intimidade, gênero e permanência, sempre a partir da experiência vivida. 

    Embora seja uma artista trans, Alice não coloca essa identidade como ponto central da sua narrativa. Em vez disso, cria pontos de conexão com o espectador a partir de objetos e situações simples, como um canto de casa ou a desordem deixada por alguém que ali vive. Sua obra propõe, então, um espaço de identificação no qual o íntimo e o coletivo se entrelaçam. 

     

    Abertura

    Para marcar a abertura da exposição, no dia 6 de maio, terça-feira, às 19h, a artista Alice Yura convida o público para um bate-papo na Casa Fiat de Cultura. A artista trará reflexões sobre o seu processo de pesquisa e de como a fotografia se torna um veículo para guardar instantes. Além de debater sobre a escolha dos diferentes suportes e formatos de apresentação de suas obras, como papel fotográfico, fotos instantâneas (instax) e impressões sobre tecido. Fugindo de narrativas fechadas, Alice Yura irá revelar como compõe e constrói esses fragmentos de um percurso, instâncias de uma experiência vivida que se apresentam sem a necessidade de edição ou adorno. O bate-papo também contará com a participação da curadora da mostra, Ana Carla Soler, que contará do processo de criação e execução desta exposição inédita. 

    Os interessados em participar podem se inscrever gratuitamente pela Sympla.