Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • Exibição "E ainda assim se levantar" 20 anos Cia Luna Lunera
    Exibição "E ainda assim se levantar" 20 anos Cia Luna Lunera
    Exibição "E ainda assim se levantar" 20 anos Cia Luna Lunera

    'E Ainda Assim Se Levantar' é o próximo espetáculo das nossas comemorações #Luna20anos. Ele será exibido na quinta, dia 09/09, às 20h, também no canal do Youtube.

    "Três corpos, histórias múltiplas, rompendo o espaço, recriando mundos ainda que exaustos. Como olhar para uma realidade destruída e encontrar nela algum grão de potência, algum ponto de vida, alguma faísca de resistência? Como se refazer a partir do esgotamento? É preciso abrir os olhos e ficar de pé para tentar, mais uma vez, abrir caminho no tempo e no espaço."

    Após a exibição, você participa de um bate-papo ao vivo com o elenco e a diretora, pra trocar um pouco sobre o processo e o projeto do mais recente trabalho!

  • Exibição e debate do filme "Itamaraty"

    Exibição e debate do filme "Itamaraty", sobre a vida e obra de Bernardo Figueiredo, designer e arquiteto brasileiro. Filme dirigido e produzido por Angela Figueiredo, filha de Bernardo Figueiredo, designer e arquiteto brasileiro. Montado a partir de imagens dos arquivos pessoais do arquiteto, desde o ano de 1967, com filmagens de sua filha Angela a partir de 2017, "Itamaraty" é uma obra lúdica sobre as criações de Figueiredo para o Palácio Itamaraty em Brasília nos anos de 1960. E também investiga, com o passar do tempo, onde muito daquele mobiliário modernista foi parar em território brasileiro.

    número de vagas: 60 cadeiras

    necessário fazer inscrição: ingressos no https://www.sympla.com.br/

  • Exibição "Conselheira" - TODA DESEO
    Exibição "Conselheira" - TODA DESEO
    Exibição Espetáculo "Conselheira" - TODA DESEO

    CONSELHEIRA está na programação do Festival Midrash de teatro online.

    O festival, idealizado pelo Rabino Nilton Bonder e com curadoria de Márcio Abreu, será realizado entre os dias 18 e 29 de julho. Neste ano, ele acontece online, gratuito, mas com a possibilidade de contribuição voluntária.

    CONSELHEIRA, solo de Ju Abreu, é baseado em situações da sua rotina com o filho, sobre seus anseios relacionados à maternidade e o trabalho. A personagem em cena é uma mãe, mulher, atriz, brasileira. Ela não é uma figura universal, por mais que as pessoas tendam a achar que "mãe é tudo a mesma coisa, só muda de endereço". Ela se parece com muitas mulheres, mas está longe de poder representá-las em totalidade.

    O espetáculo é uma tentativa de compreensão desse "tornar-se mãe" que envolve a mulher socialmente, politicamente, psicologicamente. Ele é um olhar externo, uma escritura que possui certa distância do que se pode entender sobre a verdade das coisas, uma espécie de relato biográfico delirante-exaurido-inconformado.

    Dessa forma, Conselheira discute a solidão que as mulheres que são mães vivem, o abandono parental, além de uma crítica à romantização da maternidade, as relações entre maternidade e carreira profissional. A narrativa é um desabafo, por isso, chamamos a atriz de Conselheira, como aquela que traz em si a razão.

    Com o auxílio da direção e montagem da cena, o texto converte-se em momentos em que performance, teatro e realidade se misturam e formam uma teia que traz à tona, questões que atravessam o corpo de Ju Abreu e que consideramos atravessar os corpos de outras mulheres, como nossas próprias mães.

    A narrativa acontece em primeira pessoa. Ju Abreu protagoniza a cena, que também marca seu retorno aos palcos após um afastamento provocado pela maternidade. Ela retorna e retoma esse espaço trazendo ética e esteticamente a sua existência e experiência como mulher, atriz e mãe.