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  • Exposição: “Geometrias Emotivas” - Centro Cultural UFMG
    Exposição: “Geometrias Emotivas” - Centro Cultural UFMG
    Exposição: “Geometrias Emotivas” - Centro Cultural UFMG

    O Centro Cultural UFMG convida para a abertura da exposição “Geometrias Emotivas”, da artista Daniela Moser, na quinta-feira, dia 14 de abril de 2022, às 19 horas.

    A mostra reúne obras que misturam técnicas de pintura, desenho, fotografia e colagem e poderá ser vista até o dia 24 de maio de 2022.

    A entrada é gratuita. Multiplicidade, espontaneidade e fluidez. Essas são algumas palavras que podem ser associadas ao trabalho da artista mineira Daniela Moser. Misturando técnicas de pintura, desenho, fotografia e colagem, as obras trazem composições pensadas através da modulação de cor, uma das principais assinaturas de seu trabalho.

    Ao olharmos para a obra de Daniela Moser, podemos perceber como a colagem possibilita uma poética do imaginário, especificamente sobre o corpo e a cidade, que se materializam em mosaicos de composições geométricas.

    Essa poética é repleta de paradoxos entre a tradução do mundo interno e externo, macro e micro composições, limites e espaços públicos e o íntimo ocupado pelo corpo.

    Nessa perspectiva, as colagens de Moser apontam, em sua multiplicidade, pequenos mundos de diferentes indivíduos que se manifestam e se constroem em interações sutis, surgindo novas variedades, fazendo com que essas cidades coladas sejam constituídas a partir da mistura do entrelaçamento de indivíduos e grupos – semelhantes em suas distinções.

    Essa é a preciosidade da obra.

  • Exposição “Geometrias Emotivas: (des) construção e (de) composição”, da artista Daniela Moser
    Exposição “Geometrias Emotivas: (des) construção e (de) composição”, da artista Daniela Moser
    Exposição “Geometrias Emotivas: (des) construção e (de) composição”, da artista Daniela Moser

    O Centro Cultural UFMG convida para a abertura da exposição “Geometrias Emotivas: (des) construção e (de) composição”, da artista Daniela Moser, na sexta-feira, dia 06 de março de 2020, às 18 horas. A mostra reúne obras que misturam técnicas de pintura, desenho, fotografia e colagem e poderá ser vista até o dia 05 de abril de 2020. Entrada gratuita. Multiplicidade, espontaneidade e fluidez. Estas são algumas palavras que podem ser associadas ao trabalho da artista mineira Daniela Moser. Misturando técnicas de pintura, desenho, fotografia e colagem, as obras trazem composições pensadas através da modulação de cor, uma das principais assinaturas de seu trabalho. As composições se dão tanto por formas geométricas planas – como retângulos e quadrados –, quanto por formas orgânicas fluidas; sempre numa proposição de partir do pequeno e, dele, expandir espontaneamente.

    A questão da espontaneidade é para Moser uma construção: há um esforço das composições não serem construídas racionalmente, de serem efetivamente formações de um acaso, que surgem como surpresas. Esses acasos formados aparecem primeiramente no papel – o principal suporte utilizado –, que, pela sua materialidade, permite uma constante modificação das composições e, nisso, uma multiplicidade de recortes e fragmentações; sendo na forma de adensamento, no agrupar de massas de cores, ou na espacialização dos fragmentos aplicados pelo suporte. A criação das obras, assim, parte de um entendimento da colagem não só como técnica, mas como linguagem, expandindo esta forma artística para além de elementos tradicionalmente associados a ela, como a cola.

    As duas séries Enxertos e Modulações são obras que levam a colagem para agrupamentos em camadas soltas, permitindo também que o papel aja de acordo com suas próprias características: dobras, entortamentos e eventuais separações que podem acontecer – espontaneamente. Estas séries desdobram noutra obra, que surge na proposta de um contato do espectador com o trabalho. Livros Interativos foi disparado por esta questão, sendo um convite sensorial e criativo, de desde sentir as texturas das páginas até de estar – ao folheá-las – num ato contínuo de (des)construção de composições, onde retira-se uma forma de um espaço para o outro; cria-se um outro em variações múltiplas, o corpo daquele que manipula sendo uma outra forma – orgânica – presente, que instaura uma nova dinâmica. O orgânico na obra de Moser, aliás, aparece pelo experimento de fotografar anônimos no espaço urbano.

    Nisso, a artista traçou Cartografia do Corpo II, desenhando sobre os contornos e as curvas de pessoas captadas num momento de lazer; depois sobrepostos e esvaziados de identidade, numa mistura quadriculada, modulada e fluida de corpos relocados. Estas formas perpassam por diversos outros trabalhos, como Corpocidade e (DE)forma, emprestando suas curvas às geometrias emotivas das demais obras, coladas subjetivamente entre si. O mais interessante, entretanto, é como essas formas não podem ser reduzidas à uniformidade – são uma diferença que se mantém diferente, em singularidades plurais de multidão; e aqui está a potencialidade do trabalho.

  • Exposição “Gesto, tecendo um tapete de memórias”
    Exposição “Gesto, tecendo um tapete de memórias”
    Exposição “Gesto, tecendo um tapete de memórias”

    A exposição Gesto, tecendo um tapete de memórias, estreia do arquiteto e engenheiro Renato Cesar José de Souza nas artes visuais, ficará em cartaz na Galeria Patrícia de Deus – Ideias e Papéis (Rua Fernandes Tourinho, 145) até o dia 5 de setembro. A mostra foi prorrogada devido à grande aceitação do público pelas obras. Utilizando o papel como base para colagens, Renato faz uso de diferentes intervenções para montar uma costura simbólica, marcada pela simplicidade do gesto e pela escolha consciente por deixar rastros, vestígios do processo. O artista produziu, inicialmente, 23 obras para a exposição, a maioria em formato de 21x 29,7 cm. Para a comemoração dos nove anos da galeria PdD, Renato exibiu novos trabalhos durante um bate-papo em que comentou sobre o seu processo criativo e as técnicas que utiliza. As obras de Renato César costuram memórias, situações e referências, que de alguma forma o marcaram, substituindo a linha e a agulha pelo recorte e a cola. O gesto, produzindo e combinando cada recorte, é decidido e consciente, atento aos detalhes minuciosos que levam a uma composição, ao mesmo tempo, harmônica e desestabilizadora. A entrada para a mostra é gratuita.