Noturno Museus - 2022 - Museus

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  •  Exposição “Instante Invisível", Eugênio Sávio - MTCC
    Exposição “Instante Invisível", Eugênio Sávio - MTCC
    Exposição “Instante Invisível", Eugênio Sávio - MTCC

    O MINISTÉRIO DO TURISMO E O INSTITUTO UNIMED-BH APRESENTAM: INSTANTE INVISÍVEL, EUGÊNIO SÁVIO⠀ ⠀

    O movimento captado na hora certa. O show que a imagem pode ser.

    O instante eternizado pelo obturador da câmera. A memória preservada.

    O Instante Invisível.

    A partir de amanhã (15/7), você pode reviver os grandes momentos que o esporte proporcionou na exposição de fotos de @eugeniosavio ⠀ ⠀

    A mostra Instante Invisível conta com o patrocínio máster do Instituto Unimed-BH, patrocínio de Tora, Bioextratus, Macrotec, Data Engenharia, Carbel e Fortebanco; e apoio do Circuito Liberdade e da Secretária de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais.⠀ ⠀

    Curadoria: João Castilho e Pedro David.⠀ ⠀

    Patrocinador máster: @institutounimedbh e @Unimedbh⠀

  • Exposição interativa: Arte Cibernética – Obras da Coleção Itaú Cultural
    Exposição interativa: Arte Cibernética – Obras da Coleção Itaú Cultural
    Exposição Interativa: Arte Cibernética – Obras da Coleção Itaú Cultural

    Fomentar e difundir o diálogo da arte contemporânea com o universo tecnológico.

    Esse é um dos motes da mostra gratuita Arte Cibernética – Obras da Coleção Itaú Cultural, que será aberta a visitações em 15 de junho (quinta-feira), nas galerias Genesco Murta, Arlinda Corrêa e Mari’Stella Tristão, do Palácio das Artes.

    A exposição traz obras interativas, e promove o encontro do espectador com a linguagem presente em produções tecnológicas, oferecendo ao público mineiro outras formas de pensar o fazer artístico.

    Com curadoria do Instituto Itaú Cultural, a exibição reúne onze obras de diversos artistas e reforça a parceria da Fundação Clóvis Salgado (FCS) com a instituição.

    A mostra aponta para as novas possibilidades criativas da cena contemporânea a partir de um olhar das novas mídias e dispositivos que expandem a própria percepção da interação entre as obras expostas e a recepção.

    Para fruir os conceitos que permeiam a Arte Cibernética – Obras da Coleção Itaú Cultural , a curadoria selecionou trabalhos dos artistas brasileiros Regina Silveira, Gilbertto Prado, Rejane Cantoni e Leonardo Crescent. Além deles, a exposição conta com o grupo de artistas belgas LAb[au], Camille Utterback (EUA) e Romy Achituv (Itália), Miguel Chevalier (México), Christa Sommerer (Austria) e Laurent Mignonneau (França), Jon McCormack (Austrália) e Edmond Couchot e Michel Bret (ambos franceses).

    De acordo com Sofia Fan, gerente do Núcleo de Artes Visuais do Itaú Cultural, a instituição “mantém o propósito de circular este acervo entre os diferentes públicos e promover ações que permitam conhecer a produção e pesquisa dos diversos artistas que trabalham com a arte e tecnologia trazendo a poética como foco e linguagem e assim expandir o acesso a este campo da produção artística”.

    As 11 obras que o Palácio das Artes recebe não são apenas para contemplação.

    Exigem a presença, o toque, o sopro e até mesmo a troca de dados para revelar as suas verdadeiras poéticas.

    Funcionam por meio da interação tanto com visitantes – como em Odisseia, da brasileira Regina Silveira – quanto entre os seus próprios softwares, a exemplo de Eden, do irlandês baseado na Austrália Jon McCormack, ambas recém incorporadas à itinerância.

    Para Sérgio Rodrigo Reis, presidente da Fundação Clovis Salgado, a exposição apresenta um panorama diverso e importante da arte cibernética produzida no Brasil e no mundo. “A curadoria permite um panorama diverso da produção contemporânea e leva aos espectadores trabalhos considerados de referência no segmento”, ressalta o presidente da instituição.

    A relação entre tecnologia e cultura busca transportar os espectadores a uma compreensão histórica dessa linguagem artística, que segue em constante modificação. “A mostra tem por objetivo facilitar o acesso à diversidade cultural, além de contribuir para a formação de novos públicos, uma diretriz permanente da Fundação Clóvis Salgado”, explica Sérgio Rodrigo Reis.

  • Exposição interativa: ‘Cada Esquina um Horizonte’, do artista Belo-Horizontino Mau
    Exposição interativa: ‘Cada Esquina um Horizonte’, do artista Belo-Horizontino Mau
    Exposição interativa: ‘Cada Esquina um Horizonte’, do artista Belo-Horizontino Mau

    Com obras visualmente marcantes que trazem uma interpretação contemporânea de temas e motivos atemporais, além de valorizar pontos turísticos da capital mineira, a mostra interativa ‘Cada Esquina um Horizonte’ está exposta no hall Aarão Reis, na sede da Belotur.

    A exposição, que conta com 16 telas, está aberta ao público de 9h às 18h, de segunda a sexta-feira, ainda sem data de encerramento. ‘Cada Esquina um Horizonte’ é uma exposição de arte que reúne 15 anos de trabalhos do artista belo-horizontino Mau (Mauricio Cascemiro).

    As obras remetem à natureza cíclica da existência, o potencial de crescimento e renovação e o poder da mente inconsciente, sempre com referências à cultura da capital mineira.

    Os trabalhos são produzidos com um estilo próprio do autor, utilizando figuras de alto contraste feitas com tintas de nanquim, instigando a percepção e a imaginação do observador.

    A exposição é híbrida e, além de acontecer no espaço físico da Belotur, está disponível também no metaverso criado por Mau. A apresentação virtual pode ser conferida no site do artista. No ambiente virtual é possível se aventurar por pontos turísticos de Belo Horizonte em que o artista já expôs suas obras através de um tour guiado. Os locais são: o Aglomerado da Serra, o Mercado Central, o Viaduto Santa Tereza e a sede da Belotur.

    Na exposição presencial é possível interagir com as obras através de telas interativas e códigos de QR code que estão no local. “Esta é uma boa oportunidade para o público de Belo Horizonte ter contato com minha arte e com todas as possibilidades que eu crio em torno da minha produção.

    Após passar por pontos icônicos da capital, como o Mercado Central e o Aglomerado da Serra, estar na região do hipercentro, na sede da Belotur, local de grande circulação de moradores e turistas, é um privilégio muito grande, pois é importante para mim apresentar à cidade o trabalho que estou fazendo sobre nossa BH", comenta o artista Mau.

    Gilberto Castro, presidente da Belotur, convida turistas e moradores da cidade a visitarem a exposição na sede da empresa municipal. ”O prédio da Belotur, que é um patrimônio da capital mineira, recebe a exposição ‘Cada Esquina é um Horizonte', que valoriza a cultura urbana de Belo Horizonte.

    Estão todos convidados a visitarem nossa sede e acompanhar a mostra muito bem trabalhada pelo artista belo-horizontino Mau”, afirma Gilberto.

    Esta é a segunda vez que o hall Aarão Reis, na sede da Belotur, recebe uma mostra de artes.

    Em julho do ano passado foi exposto no local a exibição ‘Copo Lagoinha’, que valorizou o patrimônio boêmio da cultura belo-horizontina.

    O artista

    Autodidata e belo-horizontino, o artista plástico Maurício Cascemiro, conhecido como Mau, desenvolveu ao longo de 15 anos uma técnica própria para produzir no papel figuras de alto contraste que trazem uma interpretação contemporânea de temas e motivos atemporais, através de suas formas, traços e texturas característicos, que compõem obras marcantes que instigam a percepção e a imaginação do observador.