Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • Exposição: "Lastro" do artista Washington da Selva - Memorial vale

    Fotografia, dança, curta-metragens, teatro e performances.

    A primeira quinzena de setembro no Memorial Vale traz espetáculos e apresentações que propõem reflexões sobre o cotidiano e sobre os desafios enfrentados pelas pessoas no processo de superação da pandemia.

    As atrações foram selecionadas pelas Convocatórias de Programação do Memorial Vale 2021 e continuam online, seguindo o planejamento do #MemorialValeEmCasa, feitas pelo Youtube, nas redes sociais do espaço (facebook e instagram) e no site.

    As transmissões feitas pelo Youtube ficam disponíveis permanentemente no canal do Memorial.

    11/09 a 25/10 – EXPOSIÇÃO “LASTRO”, DE WASHINGTON DA SELVA

    De 11 de setembro a 25 de outubro o artista Washington da Selva apresenta no site do Memorial Vale a exposição Lastro.

    O trabalho nasce de uma pesquisa em que Da Selva procura imagens relevantes para uma construção da memória do trabalho de seus familiares como agricultores, recorrendo a acervos digitais.

    O artista utiliza solvente para imprimir as imagens manualmente em cupons de registro de ponto do trabalhador de seu último emprego.

    O evento foi selecionado pela Convocatória de Programação do Memorial Vale 2021, integra o projeto “Mostra de Fotografia” do Memorial e faz parte da Programação especial de 10 anos do Memorial Vale. Washington da Selva é artista e pesquisador.

    Graduado em Artes e Design pela Universidade Federal de Juiz de Fora, e Mestre em Artes, Cultura e Linguagens pela mesma instituição.

    Atualmente, tem se interessado pelos procedimentos de deslocamento e apropriação na paisagem.

    Experimenta a construção de uma poética autoetnográfica, onde utiliza de narrativas de experiências familiares de trabalho na zona rural do Cerrado de Minas Gerais.

    É bolsista do Lab Cultural 2021, programa de incentivo a processos artísticos do BDMG Cultural, onde pesquisa as roupas de proteção utilizadas no trabalho rural da região do Cerrado de Minas Gerais.

  •  Exposição: "Lembra: isto é rio" - Parque Municipal
    Exposição: "Lembra: isto é rio" - Parque Municipal
    Exposição: "Lembra: isto é rio" - Parque Municipal

    Estreia no dia 5 de junho, dia do meio ambiente, a exposição "Lembra: isto é rio" com 19 fotografias de André Carvalho, expostas nas grades do Parque Municipal, no centro de Belo Horizonte. 

    As imagens ficam até o dia 15 de agosto, facilmente acessadas por toda a população que circula pelo centro da cidade, inclusive à noite. Há pontos de iluminação em cada placa que tornam a visita noturna possível. 

    A exposição é uma maneira de compartilhar belezas e potencialidades das águas urbanas e de seus cuidadores, muitas vezes invisibilizados na cidade. 

    Além da poluição por esgotos, hoje grande parte dos rios e córregos das bacias hidrográficas está canalizada e encoberta por ruas e avenidas. Por isso, os lugares e pessoas retratados são também convites a um mergulho demorado nessas águas. 

    A mostra é uma das ações do Projeto de extensão Lembra: isto é rio, da Escola de Arquitetura da UFMG, que busca trazer para o debate público diferentes questões sobre imaginários e vivências com as águas urbanas na Região Metropolitana de Belo Horizonte. 

  • "Lembro das árvores de quando eu ainda era nascido", de Rafael Prado
    "Lembro das árvores de quando eu ainda era nascido", de Rafael Prado
    Exposição "Lembro das árvores de quando eu ainda era nascido", de Rafael Prado | dotART Galeria

    Rafael Prado, natural de Porto Velho, Rondônia, reside atualmente no Rio de Janeiro e aciona uma memória afetiva com a natureza para criar sua nova exposição. 

    O título da mostra individual que chega em Belo Horizonte é “Lembro das árvores de quando eu ainda nem era nascido”. Ele trabalha com pintura e temas de cunho social e revela: “O título vem de uma memória de infância que eu tenho. Lá em Porto Velho tem uma capela, quase que da fundação da cidade e eu lembro que minha mãe um dia me levou para um passeio histórico nessa capela e eu senti que já conhecia aquele lugar. Só que na lembrança que me ocorreu, a capela era de outra cor e tinham muitas árvores grandes em volta. E quando visitei quando criança, já não era assim. É inspirado em uma memória anterior a mim. É uma memória ancestral”.

    Em sua obra, o artista traz imagens do cotidiano da região combinadas com o misticismo. Além de enquadramentos de paisagens da Amazônia, o pintor também vai apresentar uma série de imagens antropomórficas, cujo os personagens são ativistas do meio ambiente desenhados como árvores.