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  • Exposição: ‘Arte e Cotidiano’ de Fabiana Lorentz
    Exposição: ‘Arte e Cotidiano’ de Fabiana Lorentz
    Exposição: ‘Arte e Cotidiano’ de Fabiana Lorentz

    O Centro Cultural UFMG convida para a abertura da exposição ‘Arte e Cotidiano’, da artista Fabiana Lorentz – Binha – na sexta-feira, dia 10 de março de 2023, às 19 horas.

    A mostra reúne obras que exploram as relações entre o cotidiano dito feminino e a arte e poderá ser vista até o dia 16 de abril de 2023.

    A entrada é gratuita, com classificação livre.

    A artista propõe uma nova dimensão expressiva para objetos utilizados no cotidiano, sugerindo reflexões sobre a importância da família, a valorização da mulher na sociedade e os seus ditos papéis sociais – mãe e principalmente mulher artista – que na maioria das vezes tem sua subjetividade e criação inviabilizada ou subjugada por não se encontrar em completa disponibilidade do fazer artístico e suas implicações.

    Para além das reflexões Binha aborda, ainda, situações de sustentabilidade nos dias atuais, como destaca na materialidade dos objetos utilizados no desenvolvimento de seu trabalho.

    Em seu processo criativo Lorentz recolhe objetos de uso doméstico que seriam descartados, como caixas de alimentos, de produtos farmacêuticos e de limpeza, onde desenvolve suas pinturas, utilizando dos elementos estético-formais que são a eles vinculados.

    “A reunião, reformulação e deslocamento desses objetos no espaço, no tempo e na função são maneiras de criar e dar consciência e visibilidade à composição de suas formas”, diz a artista.

    Ela reelabora as imagens originais das embalagens através do desdobramento de significados, supressão de palavras e superposição de figuras do seu repertório poético, que abriga sentimentos e afetividade. Fabiana Lorentz é artista plástica, pintora e escultora.

    Nasceu em Belém do Pará, reside e trabalha em Belo Horizonte.

    É formada em Administração de Empresas e Artes Visuais (2004) pela Escola de Belas Artes da UFMG.

    Atualmente se dedica às pesquisas artísticas.

  • Foto de capa contendo uma foto da obra da exposição, data e local
    Foto de capa contendo uma foto da obra da exposição, data e local
    Exposição: Arte em movimento: traço, memória e a liberdade do gesto

    Exposição coletiva celebra o legado de Guignard e dos mestres que moldaram a Escola de Belas Artes da UFMG

     

    O Centro Cultural UFMG convida para a abertura da exposição coletiva ‘Arte em movimento: traço, memória e a liberdade do gesto’, que reúne obras de Álvaro Apocalypse, Beatriz Coelho, Eduardo de Paula, Haroldo Mattos, Herculano Campos, Jarbas Juarez, Jefferson Lodi, Pompeia Brito, Wilde Lacerda e Yara Tupynambá, com curadoria de Daniele de Sá Alves e Fabrício Fernandino.

     

    A mostra presta homenagem aos artistas e professores pioneiros da Escola de Belas Artes da UFMG, reconhecendo a relevância de suas trajetórias para a consolidação da instituição e para o desenvolvimento das artes visuais em Minas Gerais e no Brasil. Reunindo obras que atravessam diferentes linguagens, poéticas e gerações, a exposição evidencia um legado que permanece vivo, inspirando processos de criação, pesquisa e formação artística na contemporaneidade.

  • Exposição: Arte Gravada
    Exposição: Arte Gravada
    Exposição: Arte Gravada

    A exposição apresenta um conjunto de 10 impressões em xilogravura, configuradas como estandartes, criadas por Yara Tupynambá, Sandra Bianchi, Glaura Mary e Júlio Espíndola.

    Cinquenta anos depois da sua produção, as obras poderão ser apreciadas pelo público após passarem por restauro decorrente da parceria entre a Casa Fiat de Cultura e o Museu de Arte da Pampulha (MAP). 

    Os estandartes são fruto de um trabalho de pesquisa dos artistas, realizado em 1974, na Escola de Belas Artes da UFMG, e exploram temas sagrados de maneira visceral e inovadora, humanizando figuras de santas e santos. 

    A técnica da xilogravura, com cortes precisos e expressivos na madeira, revela músculos, veias e uma força emocional que reinterpreta o figurativo sagrado sob uma perspectiva moderna. 

    Esse diálogo entre tradição e inovação rompe com o academicismo e imprime uma identidade única às obras. 

    Com curadoria de Rafael Perpétuo, a exposição inclui um minidocumentário inédito, que registra todas as etapas do processo de restauro, e uma sala de leitura, convidando o público a se aprofundar no tema. 

    A mostra reafirma o compromisso das duas instituições em preservar, ressignificar e difundir o patrimônio artístico e cultural de Minas Gerais, conectando passado e presente por meio da força transformadora da arte.