Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • Foto de divulgação para exposição individual ‘Brasilidade: memória viva da arte e cultura popular’, da artista visual Beatriz Coelho
    Foto de divulgação para exposição individual ‘Brasilidade: memória viva da arte e cultura popular’, da artista visual Beatriz Coelho
    Exposição: Brasilidade "Memória viva da arte e cultura popular"

    A exposição Brasilidade: memória viva da arte e cultura popular, da artista visual Beatriz Coelho, apresenta ao público, na Grande Galeria do Centro Cultural UFMG, um conjunto de 45 pinturas em aquarela, no formato 23 x 31 cm, divididas em três séries temáticas que exploram a religiosidade, a corporalidade e a festividade.

     

    O agrupamento das três temáticas coloca em evidência uma profusão de ritmos e cores que marcam a diversidade e remontam à ancestralidade do país. Nesse sentido, a exposição atua como revelação visual e afirmação identitária da brasilidade, contribuindo diretamente para a preservação do patrimônio imaterial e da memória artística e cultural brasileira.

     

    A mostra presta uma homenagem à artista Beatriz Coelho, primeira Professora Emérita da Escola de Belas Artes da UFMG, fundadora do Cecor e diretora da EBA na década de 1970. Uma mulher empreendedora e inspiradora que, posicionando-se à frente de seu tempo, sempre defendeu a arte como exercício da criatividade e da liberdade, dedicando-se firmemente à preservação da memória cultural brasileira, tanto nos aspectos materiais quanto imateriais.

     

    Na ocasião, no dia 17/06,  haverá também o lançamento do livro ‘Travessia: uma pernambucana em Minas Gerais’, de autoria da artista, além de uma apresentação especial do grupo Capoeira Baobá.

  • Exposição | Brasil precioso: a riqueza dos minerais-gema - MM Gerdau
    Exposição | Brasil precioso: a riqueza dos minerais-gema - MM Gerdau
    Exposição | Brasil Precioso: A Riqueza dos Minerais-Gema

    O MM Gerdau - Museu de Minas e do Metal abre seu acervo e apresenta uma seleção com alguns dos minerais-gema mais icônicos do Brasil. Explore suas curiosidades, ocorrências, cores e formas em detalhes, disponível na plataforma Google Arts & Culture.

  • Exposição: Brecheret Modernista - Museu Inimá de Paula
    Exposição: Brecheret Modernista - Museu Inimá de Paula
    Exposição: Brecheret Modernista - Museu Inimá de Paula

    Mostra "Brecheret Modernista - A Imagem Indígena como Símbolo de Brasilidade” fica em cartaz de 5 de abril a 25 de junho, no Museu Inimá de Paula.

    Um dos mais renomados expoentes do universo da escultura no país, Victor Brecheret (1894 - 1955) tem seu talento exibido na capital mineira com a exposição "Brecheret Modernista - A Imagem Indígena como Símbolo de Brasilidade", que será inaugurada em 5 de abril, no Museu Inimá de Paula (rua da Bahia, 1201, Centro), com entrada gratuita e segue até o dia 25 de junho. Na data de abertura (5/4), às 19h, haverá visita guiada pela curadora da exposição, a professora e historiadora da arte, Maria Izabel Branco Ribeiro.

    A mostra é patrocinada pelo Instituto Cultural Vale via Lei Federal de Incentivo à Cultura, um projeto do Instituto Victor Brecheret, e reúne cerca de 30 esculturas e 20 desenhos originais, além de obras e reproduções assinadas por outros artistas, formando, no conjunto, um painel que permitirá ao visitante fruir a trajetória do ítalo-brasileiro em diferentes épocas e cenários, ressaltando seu viés modernista, sempre integrado às vanguardas. A exposição reserva um enfoque especial à última fase do artista, quando a referência ao universo indígena ganha destaque, resultando em obras de uma magnitude ímpar.

    De acordo com a curadora, Maria Izabel Branco Ribeiro, ao ressaltar a faceta do Modernismo de Brecheret, a mostra também se propõe a reverberar, num espectro mais amplo, a preocupação de vários artistas que, no início do século XX, ansiavam por uma arte com características brasileiras, num movimento que teve seu momento mais emblemático com o advento da icônica Semana de 22. Nesse contexto, a mostra traz, de Brecheret, obras como "Sóror Dolorosa" (1919), exposta na citada efeméride, no Theatro Municipal de São Paulo. Do mesmo ano, e igualmente mostrada na Semana, exposição que ocupa o Inimá de Paula também inclui a escultura em bronze "Ídolo".

    A temática indígena já aparece na obra de Brecheret no princípio da década de 1920, quando, ao compor a maquete para o Monumento às Bandeiras, decide incluir grupos de indígenas e mamelucos. Após uma temporada no exterior, Brecheret retorna para o Brasil em 1936. É nesse período que o escultor passa a realizar pesquisas mais aprofundadas sobre grupos originários do Brasil Central e da Amazônia, com o intuito de adentrar no universo de costumes, lendas e interações daquelas sociedades com a natureza."Essa linguagem que ele desenvolve se revela tão eficiente e expressiva que Brecheret passa a usá-la em outras figuras, como em um São Francisco", exemplifica Maria Izabel.

    Sobre o artista

    Victor Brecheret (1894-1955) foi um escultor ítalo-brasileiro, considerado o introdutor da arte moderna na escultura brasileira. No ano de 1922, participou da emblemática Semana de Arte Moderna. É também o autor da obra “Monumento às Bandeiras”, localizada no Parque do Ibirapuera (capital paulista). Em 1955, expõe na 3ª Bienal Internacional de São Paulo e, em 1957, é homenageado postumamente com sala especial na 4ª Bienal.