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  • Exposição: “Boi de piranha“ Brazilian Zodiac
    Exposição: “Boi de piranha“ Brazilian Zodiac
    Exposição: “Boi de piranha“ Brazilian Zodiac

    A Rodrigo Ratton Galeria sedia até 9 de abril a exposição ‘Boi de Piranha – Brazilian Zodiac’.

    Com a curadoria de Júlio Martins, serão exibidas 25 obras do artista plástico Froiid, que poderão ser visitadas gratuitamente mediante agendamento prévio pelo WhatsApp 31 99981 9281.

    O jogo do bicho é a temática da mostra e cada peça corresponde a um animal representado no “jogo de azar brasileiro”.

    De acordo com o artista, cada pintura adquirida enquanto ‘Boi de Piranha – Brazilian Zodiac’ estiver em cartaz deverá ser retirada, assim desmontando a exposição, diferente das mostras tradicionais onde os trabalhos são retirados apenas ao final.

    “Podemos dizer que se tivéssemos um zodíaco brasileiro, nosso horóscopo seria representado pelos 25 animais do jogo do bicho. Ser brasileiro muitas vezes é jogo de sorte ou azar.

    Nesta exposição, busquei criar trabalhos baseados na tradição construtivista brasileira junto tipografia vernacular (desenhos de letras populares feitas manualmente) vistas nas carrocerias de caminhão.

    Compõe-se uma instalação que deve ser desmontada conforme o desejo do público visitante da galeria, criando uma instalação em movimento como um jogo de formas e contraformas”, explica.

    Formado em Artes Plásticas pela Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG) e mestrando no Programa de Pós-Graduação em Artes (PPGARTES/UEMG). Como artista, participou de diversas exposições individuais e coletivas, tais como: "Boi de Piranha, Brazilian Zodiac" (2021); "É Hora da onça beber água" (Palácio das Artes, 2020-2021); "Onde a coruja dorme" (Galeria de Arte BDMG Cultural, 2019-2020); na exposição "EmMeio" (Museu Nacional de Brasília, 2018); Festival Internacional de Fotografia (2017); e "Copa do Mundo" (Sesc Palladium, 2014).

    A exposição “ Boi de piranha “ Braziliian Zodiac, do artista multi disciplinar Froiid (@froiidaodamassa ), traz uma instalação que tem o jogo do bicho como temática.

    São exibidos 25 trabalhos, cada um correspondendo a um animal do tradicional jogo brasileiro.

    Froiid vem desde 2011 relacionando arte e jogo, criando diversas intervenções; e recentemente foi um dos ganhadores do prêmio Décio Noviello 2020, com uma exposição individual no Palácio das Artes em Belo Horizonte.

  • Exposição: “Bonecas de barro: o viver do Vale”
    Exposição: “Bonecas de barro: o viver do Vale”
    Exposição: “Bonecas de barro: o viver do Vale”

    Centro de Arte Popular destaca bonequeiras do Vale do Jequitinhonha em nova exposição temporária “Bonecas de barro: o viver do Vale”

    Nesta quinta-feira, 21 de setembro, a partir das 19h, o Centro de Arte Popular inaugura a nova exposição temporária “Bonecas de barro: o viver do Vale”.

    O público poderá conferir de perto os trabalhos de Gloria Maria Andrade, Andreia Andrade e Mercinda Severa Braga, filha, neta e nora de Dona Isabel, precursora na produção das bonecas de barro. Maurina Pereira dos Santos (Teca) e Aneli Brandão, de Santana do Araçuaí, Ponto dos Volantes; Maria José Gomes da Silva (Zezinha) e Irene Gomes, do município de Coqueiro Campo, em Minas Novas, também integram a mostra.

    Período de Visitação: 21 de setembro a 22 de outubro.

  • Exposição: “Bonecos Giramundo”
    Exposição: “Bonecos Giramundo”
    Exposição: “Bonecos Giramundo”

    O Giramundo – uma das mais atuantes companhias de teatro de bonecos do Brasil – e a Fundação Clóvis Salgado celebram 55 anos de história com a Ocupação Giramundo, no Palácio das Artes. A programação reúne uma exposição inédita de bonecos, atividades educativas, mostra de cinema, espetáculo e visitas guiadas. Intitulada “Bonecos Giramundo”, a exposição poderá ser conferida na Grande Galeria Alberto da Veiga Guignard. 

    A mostra apresenta cerca de 600 peças — entre bonecos, máscaras, objetos de cena e elementos cenográficos — que marcaram a trajetória do grupo no teatro, no cinema de animação e na televisão. A programação inclui também a apresentação de “Alice no País das Maravilhas”, no Grande Teatro Cemig Palácio das Artes, em celebração ao Dia das Crianças. 

    Fundado em 1970, o Giramundo surgiu a partir da iniciativa dos artistas plásticos Álvaro Apocalypse, Tereza Veloso e Madu. O coletivo mineiro é conhecido no teatro de bonecos pela qualidade de suas produções e pelo nível de experimentação que seus artistas trazem à cena. Ao longo de 55 anos, já estrelaram mais de 40 espetáculos, utilizando bonecos que podem ser manuseados de diferentes formas — por meio de fios, varas, luvas ou até vestidos. Suas produções perpassam temas variados, com destaque para a cultura brasileira (autores, personagens, história e etnias formadoras), clássicos da literatura mundial (com títulos como “Pinóquio”, “Alice no País das Maravilhas”, “Vinte Mil Léguas Submarinas”) e música erudita (com adaptações de obras de Mozart, Prokofiev, Carlos Gomes, Saint-Saëns e Manuel de Falla). Atualmente, dirigido por Bia Apocalypse, Marcos Malafaia e Ulisses Tavares, o grupo amplia as suas atividades, passando dos palcos para um núcleo multimídia, em que o teatro e o cinema de animação se juntam.