Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • Exposição: "Caboclos da Amazônia - Arquitetura, Design e Música"
    Exposição: "Caboclos da Amazônia - Arquitetura, Design e Música"
    Exposição: "Caboclos da Amazônia - Arquitetura, Design e Música"

    Está oficialmente em cartaz em Belo Horizonte, no Museu Inimá de Paula, onde faz uma curta temporada a  Exposição:  "Caboclos da Amazônia - Arquitetura, Design e Música" 

    Conheça, pelo ângulo da estética, o modo de vida dos habitantes de uma das regiões mais singulares do Brasil.

     A mostra "Caboclos da Amazônia" focaliza o modo de vida, arquitetura, design e música dos povos ribeirinhos da Amazônia.

    Até 31 de março de 2024. 

    Terça, quarta, sexta e sábado, das 10h às 18h30; quinta, de meio-dia às 20h30; domingo e feriado, das 10h às 16h30.

  • Cartaz do Evento
    Cartaz do Evento
    Exposição: “Caça às Palavras” de Márcia Charnizon

    O Galpão Cine Horto receberá a exposição “Caça às Palavras”, da fotógrafa e artista visual Márcia Charnizon, a partir do dia 24 de outubro, às 20h.

    A obra se trata de uma reflexão sobre a violência oculta que precede agressões físicas.  A artista discute como os crimes de ódio são frequentemente precedidos por discursos de ódio e questiona o impacto das palavras não reconhecidas como violentas.

    Na exposição, Charnizon busca romper o silêncio ao reunir mulheres que já foram vítimas do machismo e do preconceito e que, como protagonistas de suas histórias, se despem e revelam suas marcas por meio de frases violentas que fazem parte de suas trajetórias. Cada fotografia representa um capítulo da vida de cada mulher.

    Este trabalho integra a Coleção de Fotografia Contemporânea da Bibliothèque Nationale de France (BnF) e busca reafirmar o compromisso da artista com a investigação crítica das opressões de gênero, além de promover perspectivas plurais e inclusivas. Márcia Charnizon desenvolve sua obra de forma colaborativa, criando um espaço íntimo com as pessoas que fotografa.

    A mostra ficará em cartaz de 24 de outubro a 30 de dezembro, com entrada gratuita.

     

  • Exposição: ‘Cacos e ruínas’ de Maria do Carmo Freitas - Centro Cultural UFMG
    Exposição: ‘Cacos e ruínas’ de Maria do Carmo Freitas - Centro Cultural UFMG
    Exposição: ‘Cacos e ruínas’ de Maria do Carmo Freitas - Centro Cultural UFMG

    O Centro Cultural UFMG convida para a abertura da exposição ‘Cacos e ruínas’, da artista, pesquisadora e professora da Escola de Belas Artes da UFMG Maria do Carmo Freitas, Cacau, na sexta-feira, dia 07 de outubro de 2022, às 19 horas.

    A mostra reúne obras que exploram relações entre coleção e memória e poderá ser vista até o dia 15 de novembro de 2022.

    A entrada é gratuita com classificação livre.

    Os cacos possuem uma estranha qualidade que os tornam únicos, uma vez que não têm a mesma forma e configuração.

    Pode-se pensar no caco como algo que foi uno, completo e se tornou fragmentado.

    Quando colados, continuam sendo cacos e não é possível esconder essa evidência. Na maioria das vezes, à medida que os cacos de uma peça são fixados, nota-se a falta de alguma parte. Ainda que se tente disfarçar e retornar sua condição original, isso não será possível.

    Os cacos remetem à memória de objetos que já foram inteiros e não são mais, e é essa ideia de incompletude que permeia todo o trabalho da artista.

    Ao lidar com cacos, móveis e objetos, Maria do Carmo dedica-se a ressignificá-los, retirando-os de seu contexto original e recontextualizando-os, como explora nas mesas de jantar e nas relações tecidas em torno delas, concebidas em Cacos e ruínas.

    Partindo de heranças familiares, a artista se debruça sobre a temática da memória e traz a reflexão sobre esse tema que continua presente, no entanto, através de uma abordagem complementar, que explora também a tridimensionalidade.

    Sua produção artística abrange várias linguagens gráficas envolvendo processos de impressão analógicos e digitais, como a litografia, a gravura em metal, a gravura digital, vários tipos de colagens e livros de artista, pesquisando um campo ampliado da gravura.

    Tem investigado os diálogos entre diferentes linguagens, como as relações entre arte e literatura, analisando interseções entre palavra e imagem, tanto na sua produção teórica quanto plástica.

    Lida com arquivos da memória, principalmente fotografias do álbum de família, textos e livros que aprecia colecionar, criando um arquivo onde busca material para sua arte.

    Recentemente tem trabalhado também com instalações que envolvem objetos, móveis e uma coleção de cacos de porcelanas e cristais, explorando as relações entre arte e história.