Noturno Museus - 2022 - Museus

Content Builder
  • Exposição: Na Cozinha do Fim do Mundo - Casa Gal
    Exposição: Na Cozinha do Fim do Mundo - Casa Gal
    Exposição: Na Cozinha do Fim do Mundo - Casa Gal

    A partir de ingredientes “do fim do mundo” da Pan-Asia (Turquia, Índia, China, Coreia do Sul, Indonésia e Japão) encontrados em São Paulo (nos bairros da Liberdade e Bom Retiro) e trazidos à Belo Horizonte, para a cozinha da GAL, inicia-se a residência artística “Cozinha do Fim do Mundo” que tem como proposta integrar-se à paisagem da cidade, miscigenando os ingredientes estrangeiros com os produtos locais (agrícolas ou industriais, endêmicos ou imigrados) juntamente com um laboratório de fermentações instalado na cozinha, para encontrar uma “Cozinha do Fim do Mundo”. “Alimentar-se é fazer com que o universo exterior transite o universo interior, criando uma presentificação impermanente e uma sincronia efêmera no instante da refeição.

    Se somos aquilo que comemos, nosso discurso sustenta-se diante daquilo que fortalece nossa voz, ou entramos em contradição? Que lições diárias aprendemos com a ingestão, digestão e dejeção de um universo de consumo com data de validade?

    Quais as possibilidades de hackear nossos corpos com alterações (radicais ou progressivas) daquilo que nos compõe diariamente?” indaga Shima.

    O Código de Barras é uma representação gráfica de uma sequência numérica sintetizada em barras paralelas brancas e pretas de espessuras variadas.

    A leitura, semelhante à lógica binária, traduz os “cheios e vazios” do código em uma sequência numérica única para identificar um produto. Todo produto industrial carrega em sua identidade um código de barras.

    A lógica capitalista neoliberal e os inúmeros discursos cerceados por idéias politizadas e posicionamentos éticos criaram uma miríade de produtos (lê-se também “código de barras”) para atender inúmeras demandas, fazendo que o consumo seja o próprio discurso do existir, pertencer e habitar este mundo, causando ojeriza para uns, e idolatria para outros. Vivemos um período de polarização proporcional à globalização do mundo.

    Se em 1960 um navio levava cerca de 8 semanas para cruzar metade do planeta, hoje a média de tempo é de no máximo 21 dias, com o dobro de paradas do itinerário de 60 anos atrás.

    A facilidade de acesso a produtos “do outro lado do mundo” é a mesma que países do extremo oriente tem a produtos agrícolas brasileiros, como carnes (aves, bovinos e suínos), frutas (banana, laranja) e matérias-primas (açúcar, petróleo, café).

  • Imagem ilustrativa divulgando o nome da exposição
    Imagem ilustrativa divulgando o nome da exposição
    Exposição: "Não Basta Remover os Escombros"

    A mostra reúne pinturas e uma instalação criadas entre 2018 e 2025, incluindo obras inéditas e peças da série “Frequentes Conclusões Falsas”, que marcam a investigação contínua do artista sobre memória, paisagem urbana e o cotidiano reorganizado por meio da pintura. 

    Natural de São Caetano do Sul (SP), Magila reside atualmente em Belo Horizonte, onde desenvolve sua produção artística e acadêmica. É mestre em Artes Plásticas pela EBA-UFRJ e graduado em Artes Visuais pelo IA-UNESP. Com trajetória nacional e internacional, o artista já participou da Bienal de Coimbra (Portugal), da Bienal Internacional de Cerveira e de diversas exposições coletivas em instituições como o Museu Lasar Segall, Galeria Mamute e FGV Arte. 

    Segundo Magila, a exposição foi concebida como um espaço de diálogo entre diferentes tempos de sua produção, em que a pintur e a tridimensionalidade se encontram. A curadoria propõe um olhar atento para as transformações nas obras ao longo do tempo, evidenciando a evolução estética e conceitual do artista.

  • Exposição: Não sou idêntica a mim mesma: mulheres artistas no acervo do BDMG Cultural“
    Exposição: Não sou idêntica a mim mesma: mulheres artistas no acervo do BDMG Cultural“
    Exposição: Não sou idêntica a mim mesma: mulheres artistas no acervo do BDMG Cultural“

    Para celebrar e visibilizar o Dia Internacional da Mulher, comemorado em 8 de março, no dia 7 de março, quinta-feira, às 18h30, ocorre o lançamento do catálogo da exposição Não sou idêntica a mim mesma: mulheres artistas no acervo do BDMG Cultural“, em cartaz na Galeria de Arte. 

    A mostra foi inaugurada em dezembro para celebrar os 35 anos da instituição e, agora, tem nova data de término: até 24 de março.