Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • Cartaz da Exposição
    Cartaz da Exposição
    Exposição: Negro Brio: Azeviche de Yan Nicolas

    A exposição Negro Brio: Azeviche, que acontece do dia 11 de Outubro ao dia 24 de Novembro, apresenta uma seleção do acervo de Yan Nicolas, destacando sua pesquisa sobre as representações abstratas das culturas negras ao redor do mundo. 

    Com os temas Luz e Negridão, o artista propõe uma interconexão, criando alegorias conceituais que refletem a influência das culturas africanas em sua vivência e léxico visual.


    Yan Nicolas explora a ideia de que cada abstração negra possui um brilho interno, representando a luminosidade da melanina e sua relação com a Luz do Sol. 

    Durante o período de visitação, os visitantes poderão participar de oficinas e experimentações em uma sala dedicada.

    Explore a riqueza das narrativas que desafiam estereótipos históricos, em um espaço que promove diálogo e reflexão. 

  • Exposição: Nem tudo é o que se vê
    Exposição: Nem tudo é o que se vê
    Exposição: Nem tudo é o que se vê

    Exposição “Nem tudo é o que se vê” leva paisagens urbanas e o olhar sensibilidade para o Centro de Arte Popular.

    Na próxima terça-feira (9), o Centro de Arte Popular inaugura, às 19h, a exposição “Nem tudo é o que se vê”, do artista Helton Bicalho Brandão, o Bigu. 

    Com uma instalação da artista Eliane Freitas, a mostra propõe uma reflexão sobre as camadas visíveis e invisíveis entre formas e cores.

     Até o dia 4 de agosto, o público poderá apreciar as séries “Lugar Comum” e “Fósseis Modernos”, compostas de 14 quadros de técnicas mista sobre madeira, inspiradas pelas garatujas urbanas, e a instalação “Recortes”, que explora a alegria e a alegoria gráfica das cores. 

    A entrada é gratuita

  • Exposição NGOMAS: SARAVANU TAMBU - Memorial Vale
    Exposição NGOMAS: SARAVANU TAMBU - Memorial Vale
    Exposição NGOMAS: SARAVANU TAMBU - Memorial Vale

    Até 31/01 – EXPOSIÇÃO NGOMAS: SARAVANO TAMBUS, PEÇO LICENÇA PRA MEU CANTO FIRMÁ, POR RIDALVO FÉLIX

    Até o dia 31 de janeiro o Memorial Vale apresenta a exposição “NGomas: Saravano Tambus, peço licença pra meu canto firmá”, de Ridalvo Félix. Ngoma, termo encontrado na língua kimbundo, significa tambor. É utilizado nas tradições afro-brasileiras de matrizes Bantu para se referir aos tambores e às expressões de cantantes dançantes.

    O tambor é feito de tronco de árvore escavado, coberto com pele de animal, e sua afinação é realizada numa fogueira. Aqui, os ngomas confluem expressões que matizam e geram cantos dançados.

    A intenção dessa expografia (e afrografias) é entoar os constructos sistêmicos e epistêmicos a partir das Famílias de Ngomas dos Candombes mineiros, em que as espirais do tempo/espaço traduzem modos de ser/estar em cada uma delas.

    O evento faz parte do projeto Novos Pesquisadores do Educativo do Memorial Vale.