Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • Cartaz oficial
    Cartaz oficial
    Exposição: “Natureza Imaginária” de Maria Ignez Biagioni

    Na Galeria de Arte do Minas II, a artista Maria Ignez Biagioni apresenta sua mostra “Natureza Imaginária”, que conta com uma série de obras em desenhos e pinturas que representam a natureza. 

    A artista explora sua técnica mista, combinando guache e tinta acrílica, que revelam a presença e a ausência de cores, cativando o observador por meio das formas distintas que remetem a harmonia e tranquilidade.

    "Nesta série de desenhos/pinturas que apresento, sugiro ao observador que penetre em jardins imaginários. As flores não são representações, são metáforas da harmonia e tranquilidade inerentes à Natureza", conta a artista.

    A exposição foi selecionada por meio de edital e pode ser visitada na Galeria do Minas II gratuitamente.

    Não perca!

  • Exposição: Natureza Transformada
    Exposição: Natureza Transformada
    Exposição: Natureza Transformada

    A exposição “Natureza Transformada: atravessamentos espaciais na Casa Fiat de Cultura” é um encontro entre a arte, a natureza e a arquitetura. Os artistas italianos Paolo Albertelli e Mariagrazia Abbaldo, e a brasileira Márcia Xavier exploram a fluidez da vida e os diálogos entre o mundo natural e o espaço urbano, criando instalações que transformam o ambiente expositivo. 

    Materiais como aço, vidro, estruturas metálicas e o elemento água se entrelaçam para dar forma a obras que revelam distorções, reflexos, preenchimentos e vazios, que convidam o público para uma experiência sensorial e reflexiva. Destaque para a obra que imersiva que vem do Museu do Jardim Botânico “Copa, Casa, Cosmos”, de Estevão Ciavatta com narração de Regina Casé, em que o público poderá acompanhar em 360º o crescimento da simbólica árvore amazônica Sumaúma. 

    Com curadoria de Guilherme Wisnik, a mostra propõe um olhar sobre a constante reinvenção da natureza, que atravessa e ressignifica as cidades, sugerindo um equilíbrio sempre instável, mas necessário. Entre Brasil e Itália, arte e ecologia, sólido e etéreo, estimulam conexões entre o visível e o oculto, o humano e o natural, o presente e o futuro.

    Para desvendar os mistérios da exposição “Natureza Transformada: atravessamentos espaciais na Casa Fiat de Cultura”, o Programa Educativo oferece visitas temáticas abordando aspectos técnicos-estéticos e de concepção das obras. A arte contemporânea tem rompido com os limites conceituais das categorias artísticas e oferecido para o público uma imensidão de experiências, sensações e reflexões. Os artistas Paolo Albertelli, Mariagrazia Abbaldo e Marcia Xavier trabalham rompendo com as técnicas tradicionais de escultura para criar instalações espaciais diversas, que expõem o público a um encantamento técnico, reflexões inquietantes e um deslumbre estético. Venha conversar sobre as ideias propostas pela exposição, as técnicas e a biografia dos artistas. As vagas são limitadas e a inscrição é feita na galeria da exposição Natureza Transformada.

  • Exposição: “Natureza Viva: a arte por trás da memória” , de Lucas Ksenhuk
    Exposição: “Natureza Viva: a arte por trás da memória” , de Lucas Ksenhuk
    Exposição: “Natureza Viva: a arte por trás da memória” , de Lucas Ksenhuk

    No mês da conscientização sobre autismo, uma exposição em Belo Horizonte ganha destaque e incentiva a inclusão de artistas neurodiversos na cena cultural da capital mineira. “Natureza Viva: a arte por trás da memória” apresenta obras de Lucas Ksenhuk, que retrata, por meio de pinceladas marcantes e precisas, histórias e memórias sob seu olhar.

    Com entrada gratuita, a mostra fica em cartaz até o próximo domingo na sede da Fiemg (avenida do Contorno, 4.456, Funcionários), em uma iniciativa da Empresa 1, Consulado do Canadá no Brasil, Clínica Florescer e Fiemg.

    O horário de visitação é das 8h às 18h, com entrada gratuita e retirada de ingressos via Sympla. Diagnosticado com Transtorno do Espectro Autista (TEA) aos dois anos, Lucas Ksenhuk encontrou na pintura uma nova forma de se expressar. Com mais de 15 obras em exibição, “Natureza Viva” é um tributo à vida e aos elementos naturais existentes no mundo.

    A mostra traz obras criadas a partir de observações da natureza, sob a perspectiva do artista. Com suas cores e traços autênticos, o artista retrata o movimento da natureza com intensidade ao mesmo tempo em que mostra a sutileza da arte e da vida. Em cada peça, ele expressa de forma potente seus sentimentos e emoções. “São obras abstratas e figurativas que criei a partir das minhas observações da terra, do céu e do mar.

    O que vejo e sinto estão expostos nas telas e espero que o público possa entrar nesse meu universo e sentir a potência da arte na minha trajetória como artista e pessoa”, explica Lucas Ksenhuk.Para Fábio Ferreira Juvenal, CEO da Empresa 1, idealizadora da exposição, é essencial ampliar as oportunidades para pessoas com neurodiversidade, seja ela qual for, em todas as áreas, potencializando o que têm de melhor. “Incluir os neurodiversos na sociedade é primordial.

    A diversidade, em vez de nos separar, deve nos unir e temos muito o que aprender para estarmos aptos tanto naquilo que produzimos como empresa de tecnologia assim como estarmos preparados para o acolhimento no nosso ambiente. Incentivar ações como a mostra do Lucas permite que mais pessoas entendam isso e possam fomentar mais diversidade e inclusão em seu entorno”, reforça.

    A mostra busca refletir sobre a importância da conscientização da inclusão de pessoas neurodiversas dentro de um contexto educacional na sociedade.

    Durante a semana de exibição da exposição, a Empresa 1, que se destaca no mercado com soluções para mobilidade urbana, também fará imersões com seus colaboradores, mostrando como a organização pode ser fonte de apoio para famílias com crianças neurodiversas. “Quanto mais as ações forem multiplicadas, mais força ganham para promover inclusão e apoio necessários.

    A Empresa 1 já tem em seu DNA esse olhar cuidadoso para a sociedade e embora o assunto ganhe destaque durante o mês de abril, continuamos com outras imersões e debates ao longo do ano, para que seja algo recorrente e participemos ativamente das mudanças sociais”, conclui a gerente de marketing da Empresa 1, Christine Lana.Lucas Ksenhuk, de 21 anos, tem um traço inconfundível que extrapolou seus cadernos e vem conquistando as principais exposições de rua de São Paulo.

    Começou a desenhar aos 9 anos e desenvolveu sua técnica de listras coloridas. Aos 11, já havia criado uma coleção com 30 cadernos e seus pais o incentivaram a desenvolver seus desenhos em telas.

    Ele encara sua arte como um trabalho que pode transformar muito mais do que sua própria vida, trazendo independência e reconhecimento. “Minha arte pode ajudar pessoas e tenho visto isso através de relacionamentos e conversas em cada exposição ou mesmo contatos virtuais com pessoas que apreciam minha arte”, conta.