Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • Um menino joga futebol em um campo de terra. Ele está chutando a bola com o pé levantado, usando camiseta branca e shorts escuros. Ao fundo, há um muro com tijolos e pichações. Na parte de cima, está escrito: “04 a 30 de novembro de 2025 – Exposição X Um Olhar, Uma Luz – Secretaria Municipal de Educação de Belo Horizonte.” Abaixo, diz: “MM Gerdau – Museu das Minas e do Metal, Praça da Liberdade, número 680, Prédio Rosa, Belo Horizonte/MG.”
    Um menino joga futebol em um campo de terra. Ele está chutando a bola com o pé levantado, usando camiseta branca e shorts escuros. Ao fundo, há um muro com tijolos e pichações. Na parte de cima, está escrito: “04 a 30 de novembro de 2025 – Exposição X Um Olhar, Uma Luz – Secretaria Municipal de Educação de Belo Horizonte.” Abaixo, diz: “MM Gerdau – Museu das Minas e do Metal, Praça da Liberdade, número 680, Prédio Rosa, Belo Horizonte/MG.”
    Exposição: "X Um Olhar, Uma Luz"

    MM Gerdau - Museu das Minas e do Metal apresenta a “X Um Olhar, Uma Luz”, a mais nova edição da exposição realizada pela Secretaria Municipal de Educação de Belo Horizonte, com fotografias de alunos da rede municipal de ensino. 

    A mostra fica em cartaz no Museu de 4 a 30 de novembro de 2025.

    Entrada gratuita.

  • Exposição: Y
    Exposição: Y
    Exposição: Y

    Exposição Y

    Kenny Mendes | Curadoria Juliana Gontijo

    Abertura 01.09.2023 de 19h às 22h

    Visitação até 02.09 a 08.10.2023

    Terça a Sexta de 11h às 16h

    Sábado de 09h às 17h

    “Exu matou um pássaro ontem, com uma pedra que só jogou hoje”.

    O convite para a realização dessa exposição foi, na verdade, um convite à amizade. Agradeço ao Kenny Mendes por aceitar abrirmos esse caminho juntos e por agora eu poder te contar a história desse amigo que conheci há algum tempo.

    Verdade é uma palavra que começa com V, mas se fizermos um tracinho embaixo da letra, vai começar com Y, e é assim, como no caso da verdade, que quero começar a contar a nossa história.

    Kenny Mendes é um bicho-gente que vive entre dois mundos, nascido em Capivari dos Eleutérios, é um artista autodidata que aprendeu desde criança a se virar pelos matos desse mundo.

    Com sua comunidade aprendeu a construir a furkylha, um pedaço de galho em forma de ípsilon que com uma borracha presa a duas pontas de onde se lança uma pedra se transforma em um ystilingue. Esse instrumento é capaz de garantir diversão e comida ao mesmo tempo.

    A furkylha pode ser encontrada principalmente em dois lugares da natureza: em bifurcações de galhos de árvores/ arbustos e no osso do peito de pássaros, que é também chamado de jogo.

    Quando criança, Kenny e os seus amigos saíam pelo mato caçando passarinhos para assar em pequenas malocas.

    Essa era a diversão infantil que o ensinou muito sobre as relações e sobre a vida. Sempre acompanhado da furkylha esse menino cresceu e, em suas andanças pelo mundo em busca de si mesmo, Kenny encontrou-se e desencontrou-se ao mesmo tempo. Assim, achado e perdido, ele criou seu lugar entre dois mundos – a mata e a cidade.

    Quando se usa um estilingue para matar um pássaro, o mesmo símbolo que está na mão do caçador está também no peito da caça e essa consciência é o que diferencia um verdadeiro odé de um caçador.

    Com a consciência de um odé esse bicho-gente, que às vezes é mais bicho e às vezes é mais gente, passou a entender que não era preciso matar para comer e se divertir e seguiu andando pelos matos do mundo encontrando outros Y no caminho.

    Quando se anda por uma estrada reta e de repente ela se abre e torna-se duas, costumamos chamar de bifurcação, ou encruzilhada e dessas ele encontra muitas.

    Caminhando Kenny encontra bichos que se escondem entre pedaços de pau, em cima de árvores e jogados ao chão em restos de poda, com sua destreza manual torna esses seres visíveis a todos e nós, com um olhar atento a seu trabalho podemos perceber a vibrante vida que mora no invisível cotidiano.

    Li, há algum tempo, que todo lugar um dia foi sonhado por alguém, que lugares são sonhares e quero dizer aqui que essa exposição é um lugar, um lugar entre dois mundos que se constrói como um terceiro mundo possível, um mundo que vem a nós para abrir nossos olhos e nossos caminhos.

    Essa exposição nos convida a habitar a encruzilhada e nos diz o que quem mora nela já sabe há muito tempo: que tudo pode ser nada e nada pode ser tudo, que o fim é começo e que o erro pode ser acerto.

  • Exposição: “YARA TUPYNAMBÁ – 70 ANOS DE CARREIRA” - CCBB BH
    Exposição: “YARA TUPYNAMBÁ – 70 ANOS DE CARREIRA” - CCBB BH
    Exposição: “YARA TUPYNAMBÁ – 70 ANOS DE CARREIRA” - CCBB BH

    Um bom programa para essa fase de reabertura dos teatros e galerias em Belo Horizonte é a exposição “Yara Tupynambá – 70 anos de carreira”.

    Com visitações suspensas desde a inauguração, em março, a mostra volta ao formato presencial e será estendida até 30 de agosto, seguindo os protocolos de segurança.

    São 74 obras de diferentes fases da carreira da maior muralista brasileira, que trazem temática voltada para o meio ambiente.

    Uma novidade é que a artista pretende estar com o público, aos domingos, para dividir sobre os bastidores de sua criação.

    A exposição fica aberta à visitação de quarta a segunda, das 10h às 22h. Será possível encontrar-se com a pintora aos domingos, entre 16h e 20h.

    No 1º andar da exposição podem circular 28 pessoas, por vez, e no 2º, até 8 visitantes.

    Para acesso ao prédio do CCBB BH é necessária retirada prévia de ingresso online no site bb.com.br/cultura ou pelo Eventim (site ou app), e apresentação na entrada, por meio do QR Code no celular.

    Quem preferir ficar no conforto de casa, pode apreciar as obras da artista via tour virtual www.yaratupynamba.org.br.

    Este projeto tem o patrocínio do Banco do Brasil. “Artes plásticas são silêncio, contemplação.

    É muito seguro permitir a presença de pessoas circulando durante uma exposição”, diz a artista que, já neste domingo, dia 18 de julho, tem a intenção de encontrar com o público para abordar os desafios e curiosidades do que está por trás da criação de suas telas.

    “Eu sou uma artista, quero que as pessoas possam ver meu trabalho, quero saber como a obra chega nelas. Com a exposição reaberta e a vacina em dia, estou duplamente aliviada”, diz.

    Com telas que ultrapassam 1 metro de altura, a mostra conta com quadros e gravuras de alguns dos mais importantes painéis da trajetória de Yara, além de uma série inédita sobre o Parque Municipal e os jardins da casa da artista.

    “O digital possibilita o acesso, mas não é a mesma coisa de você ver um grande painel de perto.

    É um trabalho longo para conclusão de uma obra dessas e o computador não pega as sutilezas de cor.

    No contato ao vivo com a obra de artes plásticas, o impacto é muito maior”, afirma a artista.