Noturno Museus - 2022 - Museus

Content Builder
  • Exposição Individual do artista Breno Henrique - Teatro Espanca
    Exposição Individual do artista Breno Henrique - Teatro Espanca
    Exposição Individual do artista Breno Henrique - Teatro Espanca

    O artista Breno Henrique irá promover a exposição "Agora você vai ver o meu rosto até nos lugares mais insubmissos dessa cidade" entre os dias 22 e 24 de março, às 18h, no Teatro Espanca. 

    A exposição é definida pelo artista como "uma série de palavras, imagens, sons, texturas, experimentos, processos, sentimentos e sensações que me acompanham e me movem há algum tempo". E ainda "é uma exposição individual constituída por linguagens híbridas que revelam e acolhem essas múltiplas relações e caminhos que venho estabelecendo com o cinema, o vídeo, a palavra e o espaço nos últimos anos." 

    A entrada é aberta e gratuita.

  • Exposição individual: "Duda Moraes" - Galeria Celma Albuquerque
    Exposição individual: "Duda Moraes" - Galeria Celma Albuquerque
    Exposição individual: Duda Moraes - Galeria Celma Albuquerque

    Exposição individual: "Somos feitos de tempo"  por Duda  Moraes - Galeria Celma Albuquerque

  • Exposição individual: EQUILÍBRIO, FLORADA, SOLARES de Rochelle Costi
    Exposição individual: EQUILÍBRIO, FLORADA, SOLARES de Rochelle Costi
    Exposição individual: EQUILÍBRIO, FLORADA, SOLARES de Rochelle Costi

    A noção de tempo foi totalmente modificada durante o período de isolamento imposto pela pandemia.

    E a luz é elemento essencial para determinar a passagem do tempo.

    Tais questões foram determinantes para a produção recente da gaúcha radicada em São Paulo Rochelle Costi. Três séries – “Equilíbrio”, “Florada” e “Solares” – compõem a exposição individual da artista, em cartaz na Celma Albuquerque.

    É a primeira exposição de Rochelle em 2022 e a segunda desde que a crise sanitária foi instaurada. “O ambiente doméstico é um tema recorrente no meu trabalho, então para mim não foi um estranhamento ficar em casa.

    O que senti muita falta foi do contato com a cidade, pois na minha obra gosto de fazer a relação do íntimo com o público”, afirma. As fotografias que compõem “Florada” foram feitas neste período, ainda que ela tenha iniciado a série há seis anos. “Comecei a fotografar vasos de flores sempre no mesmo local.

    Moro numa casa da década de 1930 e tenho um canto com uma plataforma de mármore.

    Ali, sempre de manhã, posiciono os vasos com as flores que existem em cada estação. A diferença parece sutil, mas é bem forte”, comenta.

    As imagens de “Equilíbrio” têm a mesma toada, ainda que os elementos sejam outros. Colecionadora, há muitos anos, de objetos “interessantes, não necessariamente valiosos, mas que têm história para contar”, Rochelle os tirou das gavetas e os levou para o centro da cena. “Tenho quase 200 objetos, alguns deles ativos em outros trabalhos. Aqui, escolhi 50 deles e durante mais de um mês os coloquei no mesmo lugar.”

    artista criou um fundo infinito próximo a uma janela sob a luz solar e os fotografou. “A distribuição foi bem informal, mas entre eles é possível fazer associações.” Algumas obras reúnem as fotos de três objetos; outras, duas.