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  • Exposição: “Imagens que não se conformam”
    Exposição: “Imagens que não se conformam”
    Exposição: “Imagens que não se conformam”

    Belo Horizonte (MG) é a última parada da itinerância que percorreu as regiões Norte e Nordeste, patrocinada pelo Instituto Cultural Vale, através da Lei Federal de incentivo à Cultura.

    O rico acervo do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB) chega à capital mineira para dialogar com produções de artistas contemporâneos locais. A partir de 28 de novembro, Belo Horizonte (MG) recebe a exposição “Imagens que não se conformam”, que reúne peças da coleção do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB) e trabalhos de artistas contemporâneos.

    A exposição ficará em cartaz até 10 de março de 2024 no Memorial Minas Gerais Vale, localizado na Praça da Liberdade, 640, região Centro-Sul da capital mineira. Realizada pelo Ministério da Cultura, Instituto Cultural Vale e Instituto Odeon, por meio da Lei Federal de incentivo à Cultura, a mostra apresenta ao público peças e obras raras e significativas do acervo do IHGB que remetem aos períodos colonial, imperial e republicano do Brasil, e trabalhos de artistas mineiros contemporâneos, propondo um diálogo profundo acerca da desconstrução das narrativas históricas já constituídas.

    Com curadoria de Paulo Knauss e co-curadoria local de Fabíola Rodrigues em Minas Gerais, a itinerância que passou ainda por Pará e Maranhão reflete o trabalho de articulação do Instituto Cultural Vale na busca pela descentralização e integração das diversas manifestações culturais por todo o país. Essa experiência, que circulou o Brasil ao longo de 2023, é baseada no diálogo entre o antigo e o novo, a exposição conta com curadores e artistas das respectivas localidades, reconhecendo assim a diversidade da produção contemporânea e inventariando a multiplicidade de visões sobre a história do Brasil. “Encerrar a itinerância em Minas Gerais é uma espécie de ‘volta para casa’.

    O novo e o antigo estão em constante diálogo na arte produzida em Minas. Em um mesmo estado, temos grandes museus dedicados às artes moderna e contemporânea convivendo lado a lado à secular arte barroca das cidades coloniais”, comenta Carlos Gradim, presidente do Instituto Odeon, idealizador e realizador da itinerância. A exposição também marca a “volta para casa” do crânio do homem de Lagoa Santa, uma das raridades da coleção do IHGB.

    Descoberto em pesquisas paleontológicas realizadas entre 1801 e 1890 pelo dinamarquês Peter Wilhelm Lund nas grutas de Minas Gerais, o crânio é um símbolo da história da ciência no Brasil do século XIX. “Esta será a primeira vez que o crânio será exposto em Minas Gerais desde a sua descoberta. Isso é motivo de uma satisfação imensa para o IHGB! Os mineiros poderão ver de perto uma peça importantíssima que remonta ao seu passado mais distante”, detalha Paulo Knauss, sócio titular e vice-presidente do IHGB, além de curador da exposição.

    Em Belo Horizonte, a exposição apresentará uma seleção de notáveis artistas, cada um trazendo uma abordagem única por meio de linguagem pictórica, instalação e performance. Yanaki Herrera explora as complexidades da migração, do folclore e da maternidade, envolvendo a memória e a crítica decolonial em suas obras. Massuelen Cristina desenvolve suas obras em torno das etnografias do rito, considerando tempo e espaço como elementos de desenvolvimento de narrativas simbólicas, bem como as iconografias que interligam corpo e território.

    Marcel Diogo é amplamente reconhecido por seus trabalhos que exploram questões políticas e a interseção entre o indivíduo e a imagem. Por fim, Froiid, por meio de seus objetos, ações e instalações, elabora conexões entre o jogo, a malandragem, a arte e a cultura periférica brasileira. “Cada um desses artistas oferece uma perspectiva única que contribuirá para a riqueza e diversidade da exposição”, ampliando o diálogo com a coleção do IHGB com contextos atuais da nossa história, explica Wagner Tameirão, diretor do Memorial Minas Gerais Vale.

    A estreia da exposição aconteceu em 2021, quando esteve em cartaz no Museu de Arte do Rio (MAR), onde o diálogo aconteceu com artistas cariocas.

  • Exposição: “Imaginante de Minas, século 20” - Memorial Vale
    Exposição: “Imaginante de Minas, século 20” - Memorial Vale
    Exposição: “Imaginante de Minas, século 20” - Memorial Vale

    ATÉ 03/04 – EXPOSIÇÃO “IMAGINANTE DE MINAS, SÉCULO 20”

    Até o dia 3 de abril está aberta, presencialmente, a exposição “Imaginante de Minas, século 20” que faz parte das comemorações dos 10 anos de atividade do Memorial Vale.

    Com curadoria de Júlio Martins e Maria Angélica Melendi, “Imaginante de Minas, século 20” reúne mais de 30 artistas para traçar uma visão diversa das experiências em artes visuais desenvolvidas nas terras mineiras ao longo do século 20”.

    O título se inspira em uma série de pinturas de Alberto da Veiga Guignard, marco importante, mas não único, da modernidade artística mineira, e aponta para desdobramentos improváveis nas poéticas dos artistas das décadas de 1960 a 1990.

    O público poderá ver seis obras de Guignard, três pinturas e três desenhos, e obras de Adalgisa Martins, Amílcar de Castro, Arlindo Daibert, Assis Horta, Beatriz Dantas e Paulo Emílio Lemos, Cao Guimarães, Celso Renato, Farnese de Andrade, Franz Weissmann, Genesco Murta, George Helt, G.T.O., Inimá de Paula, Jeanne Milde, Lorenzato, Lótus Lobo, Manfredo Souzaneto, Marco Sampaio, Marco Paulo Rolla, Marcos Benjamin, Marta Neves, Maria Lira Marques, Mary Vieira, Maurino de Araújo, Raymundo Colares, Renato de Lima, Roberto Vieira, Rosângela Rennó, Solange Pessoa e Zina Aita.

  • Foto de capa para a exposição projetada "A Era Dos Dinossauros" no minas shopping dos dias 18 a 27 de setembro
    Foto de capa para a exposição projetada "A Era Dos Dinossauros" no minas shopping dos dias 18 a 27 de setembro
    Exposição imersiva: "A Era Dos Dinossauros"

    Os visitantes do Minas Shopping poderão embarcar em uma viagem no tempo, de milhões de anos, a partir de 18 de setembro, com a chegada da exposição imersiva “A Era dos Dinossauros”. A atração, que ficará no Estacionamento G3, vai unir tecnologia, ciência e entretenimento para apresentar ao público o universo dos gigantes que dominaram a Terra na era mesozoica.

     

    Em “A Era dos Dinossauros”, o público é transportado para cenários pré-históricos impressionantes, acompanha a evolução do planeta nos períodos Triássico, Jurássico e Cretáceo e compreende os mistérios que ainda cercam a existência e a extinção desses gigantes. Com produção da Lightland —produtora responsável pelos sucessos de bilheteria “Van Gogh & Impressionistas” e “Viagem ao Espaço”—, em parceria com a Irises Produções, a experiência terá diferentes ambientes, que recriam cenários pré-históricos.

     

    Um dos destaques é o “Atelier de Superprojeções”, que apresenta o conteúdo exclusivo “A Era dos Dinossauros”, com 30 minutos de duração e imagens projetadas em superfícies 360°, incluindo paredes e chão. O percurso também passa pela “Floresta dos Dinossauros”, com réplicas de espécies, como o T-Rex, e pela “Estação Fóssil”, que simula uma escavação e apresenta ao visitante o trabalho da paleontologia.

     

    A exposição, com espaços instagramáveis e loja de souvenirs, vai funcionar de terça-feira a sábado, das 10h às 22h, e, aos domingos e feriados, das 11h às 22h, com último horário de entrada às 21h.