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  • Exposições: Prêmio DÉCIO NOVIELLO DE ARTES VISUAIS - Fundação Clovis Salgado
    Exposições: Prêmio DÉCIO NOVIELLO DE ARTES VISUAIS - Fundação Clovis Salgado
    Exposições: Prêmio DÉCIO NOVIELLO DE ARTES VISUAIS - Fundação Clovis Salgado

    A Fundação Clóvis Salgado anuncia a abertura das exposições do Prêmio Décio Noviello de Artes Visuais, edição que marca a troca de nome do antigo Edital de Ocupação FCS de Artes Visuais, anunciada em 2019.

    Com diferentes e criativas propostas, foram contemplados o artista Froiid (MG), que ocupará a Galeria Genesco Murta com a exposição É hora da onça beber água, e a curadora Joyce Delfim (MG), responsável pela exposição Figurar o impossível, composta por obras da artista visual Marcela Cantuária (RJ).

    Em É hora da onça beber água, Froiid expõe um site specific que enlaça as potências da arte à joguificação, criando um ambiente lúdico que estimula a participação do público na construção da obra. Uma mesa de bilhar de 13 metros compõe o cenário no qual o público é convidado a refletir, suspender e recriar as regras do jogo. Já Joyce Delfim, curadora da exposição Figurar o impossível, constrói a sistematização que torna o espaço físico e simbólico da galeria um local de reflexão. Para a mostra, Joyce selecionou pinturas de Marcela Cantuária, marcadas pela representatividade do feminino nas lutas de classe, a partir de um olhar transcendente e mágico, em uma estética vibrante.

    Hoje denominado Prêmio Décio Noviello de Artes Visuais, o Edital de Ocupação de Artes Visuais da FCS é uma importante ferramenta de estímulo à produção artística em âmbito nacional, permitindo o acesso do público a diferentes linguagens. Para a presidente da Fundação Clóvis Salgado, Eliane Parreiras, essa iniciativa abre as portas do Palácio das Artes às mais variadas propostas artísticas. “O Prêmio Décio Noviello de Artes Visuais é reconhecido por sua diversidade.

    A cada edição, artistas de Minas e de outros estados ocupam nossas galerias com as mais variadas propostas. O fomento a essa diversidade de obras e artistas e seus resultados muito nos orgulha.

    Fazemos questão de preservar esse Prêmio, cujas exposições nos ajudam a ampliar o acesso à cultura, especialmente nesse momento em que o Palácio das Artes retoma suas atividades presenciais por meio das Galerias”, comemora. Iniciativa já consolidada como evento de destaque no cenário artístico nacional, a realização do Prêmio Décio Noviello de Artes Visuais visa fomentar a produção artística contemporânea e a divulgação de novos talentos. Como premiação, os artistas recebem quantia prevista em Edital para a montagem das exposições, além de apoio da FCS na divulgação das mostras. Artistas como Adriana Maciel, André Griffo, Bete Esteves, Claudia Tavares, Eder Oliveira, Juliana Gontijo, Luiza Baldan, Luiz Arnaldo, Marcelo Armani, Nydia Negromonte, Patricia Gouvêa, Ricardo Burgarelli, Ricardo Homen, Lorena D’arc, Renata Cruz e Rodrigo Arruda já tiveram seus trabalhos contemplados em outras edições do Edital de Ocupação de Artes Visuais da FCS.

    Medidas de segurança

    – Seguindo as orientações do programa Minas Consciente, protocolo para a retomada econômica de Minas Gerais, a Fundação Clóvis Salgado estabeleceu uma série de normas para a volta das atividades de suas galerias de forma segura. Para evitar aglomerações, a galeria contará com sinalização nas áreas externas e internas para garantir distanciamento mínimo de 2 metros entre as pessoas durante a visitação.

    O uso de máscaras – tanto para visitantes quanto funcionários – será obrigatório. Todos os ambientes do Palácio das Artes serão higienizados diariamente antes da abertura ao público e serão disponibilizados tapetes para a limpeza de calçados, assim como álcool em gel 70% para desinfecção das mãos.

    Serão permitidos até 7 visitantes por vez na Galeria Genesco Murta e na Galeria Arlinda Corrêa Lima 6 pessoas, que deverão seguir recomendações como evitar conversar, manusear telefone celular, ou tocar no rosto durante a permanência no interior do centro cultural; cobrir o nariz e a boca ao tossir ou espirrar; realizar a higienização das mãos ao entrar e sair do espaço; seguir sempre as instruções dos funcionários e não frequentar a galeria caso apresente qualquer sintoma de resfriado ou gripe.

    Para o manuseio da obra interativa do artista Froiid, serão disponibilizadas luvas descartáveis, e os objetos tocáveis serão higienizados após cada uso.

  • Exposições: Reluzente, dos Irmãos Mamedes, e 1 olhar sobre a Terra, de André Bruzzi
    Exposições: Reluzente, dos Irmãos Mamedes, e 1 olhar sobre a Terra, de André Bruzzi
    Exposições: Reluzente, dos Irmãos Mamedes, e 1 olhar sobre a Terra, de André Bruzzi

    Na Galeria de Arte,  abertura de duas exposições:

    Reluzente, dos Irmãos Mamedes, e 1 olhar sobre a Terra, de André Bruzzi.

    Do dia 05 a 23 de junho, de segunda a sexta, de 8h às19h (exceto feriados).

    Reluzente, dos irmãos Mamedes

    A exposição apresenta desenhos em giz de cera do trio de irmãos Carol, Ismael e Gabriel Mamedes. Os três artistas autodidatas são portadores da Síndrome de Asperger, e cada um desenvolve um estilo próprio de trabalho. A inspiração vem da cultura pop, dos animes, filmes, heróis e das histórias em quadrinhos. @irmaosmamedes

    1 olhar sobre a Terra, de André Bruzzi

    A inspiração das acrílicas sobre tela de André Bruzzi vem de elementos do cotidiano, de fragmentos da vida e de diversas viagens. Sua arte conta histórias e experiências; expressa lugares que visitou, pessoas que conheceu, frases que gostaria de dizer. André Bruzzi nasceu em Belo Horizonte (MG) em 1969. Grande parte de sua formação é autodidata, com forte influência de seu irmão, o artista plástico Rômulo Bruzzi, um dos ícones da geração artística mineira dos anos 1980, que partiu precocemente, aos 32 anos de idade. @1olharsobreaterra

  • Exposições Representatividade e Fragmentos de um tempo abstrato
    Exposições Representatividade e Fragmentos de um tempo abstrato
    Exposições Representatividade e Fragmentos de um tempo abstrato

    Representatividade, de Davidson Deslandes: a exposição apresenta esculturas em aço criadas a partir de materiais reaproveitados. O objetivo de Davidson é transformar o que seria descartado em arte, propondo uma reflexão sobre o valor dos objetos, e como nos relacionamos com eles. Usando peças metálicas, soldas, betume e verniz o artista dá vida às suas criativas obras. Fragmentos de um tempo abstrato, de Renato Ávila A exposição apresenta 192 imagens originalmente utilizadas na produção de um filme de animação, que foi criado no curso de extensão universitária em Fotografia Autoral, Projetos e Ensaios, ofertado pela Escola de Belas Artes da UFMG.