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  • Exposição: "Invento o mar" de Laura Belém
    Exposição: "Invento o mar" de Laura Belém
    Exposição: "Invento o mar" de Laura Belém

    Do dia 16 de setembro ao dia 31 de outubro, fica exposta na Albuquerque Contemporânea Galeria de Arte a exposição 'Invento o Mar', de Laura Belém.

    A exposição "Invento o mar" ocupa o primeiro andar da Albuquerque Contemporânea e apresenta 28 trabalhos inéditos de Laura Belém, sendo a maior exposição da artista na Galeria até então. Com trajetória de 24 anos e uma obra caracterizada pela experimentação e por uma produção multidisciplinar, Laura traz trabalhos nos campos da escultura, do desenho, da gravura tipográfica, e da fotografia, estendendo-se até a poesia visual e a arte sonora, com texto crítico de Bianca Dias.

    O núcleo central da exposição gira em torno da relação com a natureza, a terra e a ecologia, sublinhando a interconexão entre nossos corpos e o meio-ambiente, por meio de um viés poético e que não intenciona dar respostas rápidas às complexas questões ambientais que o planeta vem passando. As obras convidam a um olhar para o microcosmo dentro do macrocosmo e a uma reflexão sobre a marca do corpo social em relação à natureza na contemporaneidade. O diálogo com a geografia e a paisagem do entorno faz-se presente por meio da ocupação espacial e da escolha dos materiais utilizados para as obras (minério de ferro, argila, folhas, sementes, pedras, madeira, etc) que ao mesmo tempo engendram conceitos mais amplos.

    O título da exposição "Invento o mar" foi retirado da canção "Cais", uma parceria deRonaldo Bastos com Milton Nascimento, do álbum Clube da Esquina, de 1972. Para Laura, essa canção de grande carga poética coloca lado a lado a ideia de solitude à de reinvenção, sonho e expansão; "eu queria ser feliz / invento o mar / invento em mim o sonhador". A canção termina com uma melodia que parece dialogar com a topografia irregular de Minas, de planos altos e baixos, culminando com uma certa dramaticidade rumo ao desconhecido ou a algo não assertivo. A própria exposição pode ser compreendida como um campo de invenções, com a projeção de subjetividades, metáforas, e uma narrativa aberta e não linear.

    Na contramão de um tempo de urgências e de uma excessiva redução da experiência humana ao mundo digital, a exposição convida à presença, à percepção de um tempo mais dilatado e daquilo que se situa entre uma coisa e outra - a marca, a impressão, o rastro, a matéria tátil que se diluiu em nossos cotidianos mediados pela mídia, e também do imanente em meio ao transitório; a ideia de que a mesma Consciência a tudo permeia e de que há uma essência divina comum a todos os corpos e a toda matéria.

    "Invento o mar" convida a um mergulho nessas subjetividades, à reinvenção da percepção e à construção de novas relações poéticas e sociais com a natureza, o meio-ambiente e o Ser.

  • Foto divulgação
    Foto divulgação
    Exposição “Isso não é um Bolinho”

    O BH Shopping está promovendo a exposição “Isso não é um Bolinho” da artista plástica e grafiteira Raquel Bolinho. A mostra colaborativa com outros artistas de Belo Horizonte, traz os icônicos bolinhos em situações do dia a dia na cidade. Até 29 de junho, com entrada gratuita. 

    Isso não é um bolinho… mas é uma explosão de cor, afeto e arte urbana!

  •  Exposição Itinerante - 34ª Bienal de São Paulo - ''Faz escuro mas eu canto''
    Exposição Itinerante - 34ª Bienal de São Paulo - ''Faz escuro mas eu canto''
    Exposição Itinerante - 34ª Bienal de São Paulo - ''Faz escuro mas eu canto''

    A Fundação Clóvis Salgado recebe, a partir do dia 6 de julho de 2022 (quarta-feira), a exposição itinerante da 34ª Bienal de São Paulo – Faz escuro mas eu canto.

    A mostra ocupa todas as galerias do Palácio das Artes – Grande Galeria Alberto de Veiga Guignard, Galeria Genesco Murta, Galeria Arlinda Corrêa Lima, PQNA Galeria Pedro Moraleida e Espaço Mari’Stella Tristão – até o dia 25 de setembro de 2022 (domingo).

    A exposição foi viabilizada através de parceria da Fundação Clóvis Salgado, por meio da APPA – Arte e Cultura, e a Fundação Bienal de São Paulo.

    Para 2022, as mostras foram pensadas a partir de enunciados, que são eixos temáticos ou objetos que reúnem obras e artistas, estimulando o público a refletir sobre os assuntos apresentados.

    O recorte da mostra no Palácio das Artes é organizado a partir de três enunciados: O sino de Ouro Preto; Os retratos de Frederick Douglass; e A ronda da morte de Hélio Oiticica.

    As exposições contam com trabalhos dos seguintes artistas: Ana Adamovic, Andrea Fraser, Anna-Bella Papp, Arjan Martins, Clara Ianni, Daiara Tukano, Daniel de Paula, Eleonore Koch, Jaider Esbell, Lothar Baumgarten, Lydia Ourahmane, Neo Muyanga, Nina Beier, Noa Eshkol, Paulo Kapela, Regina Silveira, Sebastián Calfuqueo e Tony Cokes.

    A Itinerância da 34ª Bienal de São Paulo é realizada pelo Ministério do Turismo, Governo de Minas Gerais, Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais e pela Fundação Clóvis Salgado, e é correalizada pela APPA – Arte e Cultura.

    Tem como apresentadora o Instituto Cultural Vale, e como patrocinadores ArcellorMittal, AngloGold Ashanti, Instituto Unimed-BH¹ e Usiminas, além do patrocínio da Vivo, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.