Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • EXPOSIÇÕES INÉDITAS CELEBRAM OS 80 ANOS DO CONJUNTO MODERNO DA PAMPULHA

    “Lugar Imaginado, Lugar Vivido: 80 Anos da Casa do Baile” lança um olhar histórico e projeta futuros para o espaço ícone da cidade, enquanto a exposição “Trama: Processos Educativos na Pampulha”, que ocupa o Museu Casa Kubitschek  apresenta seu novo módulo, “Pampulha 80 anos: Múltiplos Olhares”

    No ano em que o Conjunto Moderno da Pampulha celebra suas oito décadas, duas exposições inéditas celebram a data ocupando a Casa do Baile - Centro de Referência de Arquitetura, Urbanismo e Design e o Museu Casa Kubitschek, duas das edificações que compõem essa premiada Paisagem Cultural.

    A primeira delas a ser aberta ao público será a exposição “Lugar Imaginado, Lugar Vivido: 80 Anos da Casa do Baile”, com curadoria de Guilherme Wisnik e Marina Frúgoli, que apresenta a história dos 80 anos da Casa do Baile e dos 20 anos do espaço como Centro de Referência de Arquitetura, Urbanismo e Design. A exposição, que será aberta no dia 17 de maio, é composta por um núcleo histórico que apresenta, através de um vídeo concebido pelos curadores, por meio de uma profunda pesquisa de registros, a trajetória da Casa. Além disso, um grupo de artistas contemporâneos convidados criou obras que dialogam com a arquitetura do espaço e com a paisagem da Lagoa da Pampulha. 

    Já o Museu Casa Kubitschek realiza, a partir do dia 20 de maio, o segundo módulo da exposição “Trama: Processos Educativos na Pampulha”, intitulado “Pampulha 80 anos: Múltiplos Olhares”. A mostra, que também integra a programação da Semana Nacional de Museus, apresenta o resultado do projeto “Bordando Memórias”, que envolve, desde 2017, mais de cem mulheres, entre elas bordadeiras, pesquisadoras, educadoras e artistas. 

    As mostras integram a programação do Museus Pampulha, projeto realizado pela Prefeitura de Belo Horizonte, em parceria com o Instituto Lumiar. Uma iniciativa da Secretaria Municipal de Cultura e da Fundação Municipal de Cultura. 

    Para conceber “Lugar Imaginado, Lugar Vivido: 80 Anos da Casa do Baile”, o projeto curatorial proposto por Guilherme Wisnik e Marina Frúgoli se apropria  da própria trajetória da Casa do Baile, criando um jogo entre tempos passado e futuro, em um movimento simultâneo de olhar para trás e para frente, história e projeção. Segundo Guilherme Wisnik, a exposição, ao comemorar os 80 anos de uma instituição-edifício-lugar que representa muito na história da cidade, precisa abarcar suas idas e vindas ao longo do período, desde seus tempos de glamour, declínio, renovação e reconfiguração para se afirmar em um novo contexto. 

    “A exposição é retrospectiva, no sentido de que conta uma história, mas é também prospectiva, porque deve apontar as linhas que o Centro de Referência de Urbanismo, Arquitetura e Design quer firmar no presente e no futuro, num duplo movimento difícil de fazer”, explica Wisnik. 

    O trabalho curatorial, buscou despertar no público o interesse pelo patrimônio vivo dos cidadãos de Belo Horizonte, mas também por todos aqueles que visitam e têm afeto pela Pampulha, lançando um olhar sobre os usos que o próprio entorno tem, assim como os equipamentos públicos e urbanos ali instalados.

    A arquitetura de Niemeyer, sempre tão celebrada, é ponto de partida para a espacialidade da exposição, com a proposta da sala circular para exibição de uma obra audiovisual, uma das principais a integrar a exposição, assim como todo o projeto expográfico. “A forma partiu da própria planta do edifício e rebate essas formas curvas na ocupação interna de maneira a criar uma espacialidade que entre em ressonância com aquele espaço. Ao mesmo tempo, a marquise externa da Casa do Baile tem a forma aérea, com aquelas curvas movimentadas, parece uma arquitetura que dança, construída pelo vento que sopra à beira da lagoa. Toda essa leveza e ideia de movimento foram consideradas no projeto expográfico de maneira a potencializá-lo”, explica Wisnik. 

    Todos esses conceitos, como a oscilação entre o passado, o presente e o futuro, o diálogo com a própria Casa do Baile e sua história, além da sua vocação atual e as relações com o entorno, nortearam os convites a artistas e coletivos para integrar com seus trabalhos a exposição, conforme explica a curadora Marina Frúgoli. 

    “Tendo como tema central da exposição a própria Casa do Baile, gostaríamos que a arte pudesse ser o ponto de partida para ativar a percepção da arquitetura, do jardim e da paisagem ao redor, ressignificando espaços, evocando memórias e provocando a imaginação. Buscando as intersecções entre as artes visuais e os campos da arquitetura, urbanismo e design, que são a vocação atual da Casa do Baile enquanto Centro de Referência, foi criado um conjunto de obras que dialoga com a paisagem da Pampulha em sua complexidade, considerando os seres que a habitam, as subjetividades estéticas que a constituem e os imaginários ali depositados”, adianta. 

    O fotógrafo americano-brasileiro Paul Clemence, e os artistas Laura Belém (MG), Marcus Deusdedit (MG), Isabela Prado (MG) e o coletivo ‘Pintura ao ar livre’, coordenado pela professora Louise Ganz (MG), foram convidados pela curadoria e apresentam seus trabalhos na exposição “Lugar Imaginado, Lugar Vivido: 80 Anos da Casa do Baile”. 

    A artista Laura Belém criou um letreiro neon que evoca o histórico da Casa quando esta foi um restaurante, dando um novo significado para o uso deste material, mais ligado à poesia do que à linguagem publicitária.

    Na área interna, o fotógrafo Paul Clemence apresenta uma cortina que, através de um jogo de transparências, reflete sobre as águas da lagoa e a paisagem modernista enquanto utopia e miragem, propondo novos pontos de vista para a sua contemplação.

    “Ainda relacionado à paisagem, o grupo Pintura ao ar livre, coordenado pela artista e professora Louise Ganz, realizou uma série de expedições urbanas no entorno expandido da Lagoa da Pampulha, desde a sua orla, passando pelos córregos afluentes da Bacia do Onça e chegando até a ocupação Dandara, cujo resultado se apresenta nesta exposição, com uma instalação formada por pinturas, desenhos, mapas e textos que criam narrativas sobre o território”, adianta a curadora Marina Frúgoli, revelando como o trabalho de cada artista se relaciona com a proposta curatorial e com o espaço. 

    Através da música e do design, o artista Marcus Deusdedit promove um encontro estético entre a visualidade iconográfica da Pampulha e da periferia, mesclando os azulejos criados por Paulo Werneck à visualidade do soundsystem automotivo. A obra faz pensar também sobre o baile e os diferentes significados simbólicos que esta palavra teve ao longo dos últimos 80 anos.

    A artista Isabela Prado propõe uma experiência gustativa e lúdica ao oferecer aos visitantes um pirulito com a forma da marquise da Casa do Baile, tal como foi desenhada por Niemeyer. 

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    SOBRE A CASA DO BAILE

    A Casa do Baile - Centro de Referência de Arquitetura, Urbanismo e Design integra o Conjunto Moderno da Pampulha, declarado Patrimônio Cultural da Humanidade pela UNESCO, idealizado por Juscelino Kubitschek e projetado por Oscar Niemeyer na década de 1940. A função original do espaço era ser um pequeno restaurante dançante, de uso mais popular. A fim de garantir sua preservação e requalificar seu uso, desde 2002 funciona como Centro de Referência de Arquitetura, Urbanismo e Design, vinculado à Fundação Municipal de Cultura, da Secretaria Municipal de Cultura. A Casa do Baile produz e abriga exposições, publicações, mostras, seminários, encontros e ações educativas relacionados aos temas de sua vocação museal.

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    Exposição “TRAMA, PROCESSOS EDUCATIVOS NA PAMPULHA”: Módulo 2 | Pampulha 80 anos: múltiplos olhares

    A exposição “Trama: Processos Educativos na Pampulha”, cujo segundo módulo, “Pampulha 80 anos: Múltiplos Olhares” será inaugurado  no Museu Casa Kubitschek, apresenta o resultado do projeto ‘Bordando Memórias’, que envolve um grupo de mais de cem mulheres que se reúne regularmente nos jardins do museu para ensinar e aprender novas técnicas, observar o acervo e bordar juntas. Esse processo se desdobrou em imersões nos acervos e temas presentes no Museu Casa Kubitschek e na Pampulha.

    “A mostra parte de um olhar cuidadoso de valorização da casa e seus  processos educativos em diálogo com o território, experimentando a construção de narrativas pelo ato de tecer e oportunidades de usos, interseções, diálogos e estranhamentos com a sua própria história”, afirma Janaina Melo, diretora de museus da Fundação Municipal de Cultura. 

    Por meio dos bordados, é possível criar relações que narram histórias, evocam memórias e pautam questões urgentes do mundo atual. Em sua primeira composição, inaugurada em junho de 2022 e encerrada em abril de 2023, a exposição contou com um núcleo de bordados denominados “A casa que mora em mim”, criado a partir de memórias afetivas das bordadeiras sobre a casa e com a exibição de produtos de designer desenvolvidos num laboratório de pesquisa sobre a Pampulha denominado “Lab Design".

    Agora, para celebrar os 80 anos do Conjunto Moderno da Pampulha, a partir do dia 20 de maio, a exposição ganha um novo módulo: “Pampulha 80 anos: Múltiplos Olhares”, que entrelaça dois processos educativos: um inventário afetivo com 40 verbetes criado pelo Museu Casa Kubitschek em colaboração com moradores, trabalhadores e frequentadores do território. Este inventário foi a base para a imersão das bordadeiras do projeto Bordando Memórias, que recriaram a paisagem cultural da Pampulha, revelando detalhes do Conjunto Moderno e seu território ampliado.

    A exposição reafirma o compromisso do Museu em oferecer ao público experiências reflexivas e sensíveis no campo de processos formativos que envolvem a arquitetura residencial, o universo doméstico, o paisagismo e a história da Pampulha, em diálogo com discussões contemporâneas. 

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    SOBRE O MUSEU CASA KUBITSCHEK

    O Museu Casa Kubitschek - MCK - integra o Conjunto Moderno  da Pampulha e tem como sede a casa modernista construída para ser residência de fim de semana do então prefeito Juscelino Kubitschek (1940-1945). Marco da arquitetura moderna dos anos de 1940, a casa projetada por Oscar Niemeyer é cercada por exuberante jardim planejado pelo paisagista Roberto Burle Marx, em terreno de aproximadamente três mil metros quadrados.

    O museu foi inaugurado em 2013, com o objetivo de oferecer ao público experiências reflexivas e sensíveis no campo do paisagismo, da arquitetura residencial, dos modos de morar e da história da Pampulha, por meio da realização das ações de aquisição, conservação, investigação e difusão de acervos referenciados no movimento modernista e na ocupação da região da Pampulha.

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    SERVIÇO:

    Exposição Lugar Imaginado, Lugar Vivido: 80 Anos da Casa do Baile

    Curadoria de Guilherme Wisnik e Marina Frúgoli

    Abertura: Dia 17 de maio, às 10h, para público em geral. 

     

    SERVIÇO: 

    Exposição Trama | Pampulha 80 anos: múltiplos olhares

    Abertura: dia 20 de maio, às 10h, no Museu Casa Kubitschek, na programação da Semana Nacional de Museus.

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    Assessoria de imprensa

    Soraya Belusi

    (31) 991649994

    imprensa.institutolumiar@gmail.com

  • Exposição Belo Horizonte Fora dos Planos
    Exposição Belo Horizonte Fora dos Planos
    Exposições - Junho nos Centros Culturais

    ALTO VERA CRUZ
    Não apresenta exposição em junho.


    BAIRRO DAS INDÚSTRIAS

    A Paisagem e a Arte da Gravura
    Coletânea de gravuras da artista plástica Marilane Damasceno que tem como tema a
    paisagem e a natureza. As gravuras são realizadas em diversas técnicas artísticas de
    impressão: gravura em metal, serigrafia, litogravura, xilogravura e gravuras com
    técnicas alternativas.

    Visitação: no horário de funcionamento do Centro Cultural


    JARDIM GUANABARA

    Inarredáveis! Mulheres Quadrinistas
    Integrante da programação do Festival Internacional de Quadrinhos de 2018, a
    exposição “Inarredáveis! Mulheres Quadrinistas” conta com obras significativas da
    carreira de 11 artistas de Belo Horizonte. A exposição realça a presença das mulheres
    no mundo dos quadrinhos, marcado, tradicionalmente, pela predominância masculina.
    Os temas dos trabalhos vão desde a vida cotidiana, passando pela defesa do
    movimento feminista, até histórias fantásticas com personagens imaginados pelas
    quadrinistas. As técnicas variam entre manual (aquarela, nanquim, lápis de cor, pastel
    seco e guache), digital e mista. A exposição traz cerca de 30 obras criadas por Aline
    Lemos, Ana Cardoso, Bianca Reis, Carol Rossetti, Chantal, Ina Gouveia, Laura
    Athayde, Lu Cafaggi, Rebeca Prado, Sophie Silva e Virgínia Fróes.

    Público: livre
    Visitação: no horário de funcionamento do Centro Cultural


    LIBERALINO ALVES DE OLIVEIRA

    Exposição Rainhas Negras – 2ª edição

    Exposição de fotos de Márcio Silva, fotógrafo, produtor cultural, professor de dança e
    coreógrafo. A intervenção artística e cultural dá destaque às mulheres negras e
    afrodescendentes. Fala sobre identidade, empoderamento, beleza, autoestima, afeto e
    autoconhecimento. A série é composta por mulheres negras de BH e região
    metropolitana.

    Público: livre
    Visitação: de 4 a 29/6, no horário de funcionamento do Centro Cultural.

    Exposição Quadrilha Junina

    Exposição de livros, do acervo da Biblioteca, com o tema “festas juninas”.
    Público: livre
    Visitação: no horário de funcionamento da Biblioteca


    LINDEIA REGINA

    Exposição “Mulheres entre Pontos”

    Fruto da oficina de bordado “Pontos e Encontros”, a exposição “Mulheres Entre
    Pontos” traz o resultado dos encontros semanais de mulheres no Centro Cultural Vila
    Santa Rita, entre troca de saberes, linhas, agulhas, bastidores e corações, criando
    artes feitas à mão. Artesãs: Cristiane, Cláudia Haroldo, Divina Lucia, Herculana
    Saraiva, Lucia Campos, Maria Xavier, Nair Silva, Mirtes Alves, Rosangela e Terezinha.
    Professora: Vanessa Oliveira.

    Público: livre
    Visitação: no horário de funcionamento do Centro Cultural


    PADRE EUSTÁQUIO

    Exposição Escritoras Urbanas
    A arte urbana se manifesta livremente em meio aos becos, vielas, edifícios e o asfalto.
    Estas intervenções se iniciam por um gestual, que resulta em signos que marcam a
    cidade e servem de cenário para a história de quem por ali transita. E se ao invés dos
    homens, as mulheres predominassem as ruas com sua arte? Esta exposição é
    resultado de um processo de curadoria e residência artística de 8 mulheres, e permite
    uma experimentação da ocupação feminina no meio urbano. Realizada com recursos
    da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte.
    Mais informações: @escritorasurbanas.

    Público: livre
    Visitação: a partir do dia 15, no horário de funcionamento do Centro Cultural


    PAMPULHA

    O Céu Como Patrimônio

    Inspiração para narrativas e culturas diversas, representação de ideias e conceitos
    religiosos, fonte de estudo para a ciência, fronteira para o desconhecido. Exatamente
    por isso o céu também pode ser tratado como patrimônio natural e cultural. Com base
    em belas imagens e fotografias de várias localidades de Minas Gerais, a exposição foi
    estruturada em três partes: Céu, Patrimônio Natural e Patrimônio Cultural. Curadoria:
    Leonardo Marques Soares, Maurício Silva Gino, Silvania Sousa do Nascimento e Vitor
    Amaro. Curadoria musical: Nísio Teixeira. Realizado pelo Espaço do Conhecimento da
    UFMG.

    Público: livre
    Visitação: no horário de funcionamento do Centro Cultural


    SALGADO FILHO

    Acervo em foco Especial de Junho: Infância Junina

    Uma seleção especial de livros de ficção, informativos, gibis e quadrinhos, para
    crianças, sobre as tradições e festas típicas do mês de junho no Brasil.
    Público: livre
    Visitação: a partir do dia 6, no horário de funcionamento do CCSF


    Exposição Mundo Junino – A Tradição dos Trajes Juninos – 2ª parte

    A exposição reúne figurinos de quatro grupos de quadrilha da Regional Oeste: Pipoca
    Doce, Forró de Minas, Pé de Serra e Paixão Junina. Curador: Gleison de Paulo.
    Público: livre
    Visitação: a partir do dia 6, no horário de funcionamento do Centro Cultural


    SÃO BERNARDO

    Graffiti

    Neste mês, a Sala Mestre Conga de exposição recebe inúmeras obras das potentes
    alunas e alunos da oficina de grafite, uma parceria com o projeto Arte da Saúde.
    Curadoria: Elisa Araújo.
    Público: livre
    Visitação: no horário de funcionamento do Centro Cultural


    SÃO GERALDO

    História afetiva de Leitores e Bibliotecas em Belo Horizonte
    A exposição reúne depoimentos espontâneos de diversos leitores, além de relatos de
    outros 20 entrevistados com atuação na cena literária de BH.
    Público: livre
    Visitação: no horário de funcionamento do Centro Cultural


    URUCUIA
    Não apresenta exposição em junho.


    USINA DE CULTURA

    Ler, Ver, Contar e Ouvir Histórias na Cidade
    Tem como objeto uma exposição de ilustrações sobre o direito à leitura, especialmente
    junto a crianças e a adolescentes. Foram convidados 16 ilustradores para criar
    imagens sobre o direito à leitura na cidade.

    Público: livre
    Visitação: a partir do dia 18, no horário de funcionamento do Centro Cultural


    VENDA NOVA
    Não apresenta exposição em junho.


    VILA FÁTIMA

    Exposição Ambiências
    A exposição busca apresentar uma coletânea de fotografias que, a partir de uma
    perspectiva documental, seja indutora de transformação e permita a inclusão de forma
    igualitária, tendo como pano de fundo a sustentabilidade da ocupação urbana,
    incentivando a arte da fotografia, promovendo o seu desenvolvimento e buscando
    proporcionar uma relação de mesmo valor sociocultural nas diferentes áreas da
    cidade. Realizado com recursos da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo
    Horizonte.

    Público: livre
    Visitação: no horário de funcionamento do Centro Cultural


    VILA MARÇOLA

    Exposição do Projeto Ver-te Mundo

    A exposição fotográfica do projeto “Ver-te Mundo: Acolhimento, Autocuidado e
    Práticas Fotográficas” é resultado de um processo de experimentação fotográfica
    realizado por adolescentes que estão acolhidas na Unidade 2 da Casa Lar Esperança
    Francisca de Paula de Jesus, localizada no bairro Aparecida.
    Visitação: 14 a 29/6, no horário de funcionamento do Centro Cultural


    VILA SANTA RITA

    Êxodos – Sebastião Salgado
    “Êxodos”, que aborda tanto a dimensão global da crise migratória como esmagadoras
    histórias individuais de exílio, é antes de tudo uma chamada à ação para além da
    compaixão.

    Visitação: no horário de funcionamento do Centro Cultural


    ZILAH SPÓSITO
    Não apresenta exposição em junho.

  • Exposições: "Mulheres que Fazem Coisas"
    Exposições: "Mulheres que Fazem Coisas"
    Exposições: "Mulheres que Fazem Coisas"

    A exposição “Mulheres que Fazem Coisas”, reunindo trabalhos de 33 artistas em diversas linguagens e suportes, será aberta no próximo dia 25 de junho, no Espaço Comum Luiz Estrela (Rua Manaus, 348, Santa Efigênia), em Belo Horizonte.

    Em paralelo à mostra, haverá feira de arte e produtos artesanais, além de sete apresentações musicais ao longo do dia, com entrada franca.

    A iniciativa tem como objetivo acolher, viabilizar e impulsionar conexões entre mulheres, assim como proporcionar espaços de diálogo e visibilidade para seus trabalhos.

    Organizada pelas alunas Clara Diniz, Isadora Direne, Teodora Velloso e Victória Morais, a exposição foi divulgada de maneira orgânica pelas redes sociais e recebeu mais de 160 inscrições.

    A curadoria buscou abranger a maior diversidade de pessoas e trabalhos.

    O projeto conta com a ajuda financeira do seu público, através de uma vaquinha criada para arcar com as necessidades estruturais e garantir o bem-estar de todos os presentes.

    A partir das 15h, a exposição gratuita e livre para todos os públicos apresenta 33 expositoras e 7 atrações musicais no decorrer da tarde e da noite.

    Além disso, o evento recebe a intervenção do Projeto Grita em formato de roda de conversa para promover o intercâmbio e a troca de experiências entre mulheres.

    O espaço possui área interna, a casa onde ficarão a maior parte das exposições, e uma externa, quintal em que serão vendidas comidas e bebidas, além de realizadas as apresentações musicais e roda de conversa.

    A parte externa também será espaço de convivência, com assentos, cangas e mesinhas para ocupação dos visitantes.